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Instituto comemora reconhecimento internacional de seus laboratórios e profissionais.

O Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos – IBTeC – teve seus laboratórios credenciados para fazer todos os ensaios nos calçados que a rede norte-americana Sears importa do Brasil. 

A conquista é comemorada pelo presidente executivo do IBTeC, Paulo Griebeler, como “o reconhecimento internacional da competência de nossos laboratórios e dos nossos profissionais”. 

Ele lembra que o IBTeC “é o braço tecnológico do setor coureiro-calçadista, também atuando em outros segmentos, como o de EPIs, calçados, vestimentas e luvas de proteção, luvas cirúrgicas e certificando produtos para exportação quando adequados aos limites de substâncias químicas restritivas, em especial aos produtos destinados ao consumo infantil.

A Sears é uma rede de lojas de departamento americana e uma das maiores do mundo, criada em 1986 na cidade de Chicago, no Estado de Illinois. Hoje, mantém lojas nos Estados Unidos, Canadá e México.

O IBTeC, além da certificação ISO, tem importantes acreditações internacionais, da Satra da Inglaterra e CPSC dos Estados Unidos; e nacionais, do Inmetro e Ministério do Trabalho e Emprego.

Programação contou palestras do professor da ESPM-Sul e representantes do Banco do Brasil, Correios e seguradoras de crédito.

Com o objetivo de estimular as empresas a entrar no mercado internacional de calçados, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu no dia 13 de julho, na sede da entidade, em Novo Hamburgo/RS, o evento Estratégias para Exportação – Primeiros passos. 

O encontro contou com palestras do professor e coordenador do Núcleo de Negócios Internacionais da ESPM-Sul, Christian Tudesco, e de representantes do Banco do Brasil, Correios e seguradoras de crédito para exportação, além do bate-papo com profissional experiente no mercado externo de calçados. 

O professor Tudesco abriu os trabalhos ressaltando que, em primeiro lugar, é preciso tirar a negatividade das questões referentes à exportação. Segundo ele, existem muitos mitos, o que, aliado à tendência brasileira de “negativar as coisas”, acaba emperrando o processo de inserção e expansão além-fronteiras. 

“A verdade é que, nos últimos dez anos, acessar o mercado internacional ficou muito mais fácil, apesar de toda a instabilidade macroeconômica”, disse, acrescentando que não existe porte definido para a colocação no mercado externo. “Na Itália, 75% das empresas exportadoras são de micro e pequenos portes. O que é fundamental é a cultura de exportação”, destacou. 

Com apenas de 25 mil empresas exportadoras em todo o Brasil, Tudesco ressaltou que a pauta nacional ainda é baseada em commodities. “Das exportadoras, 250 respondem por quase 70% do total de embarques. A cultura de inserção internacional ainda é muito recente no Brasil e cabe a nós transformar isso“, comentou. 

Para a inserção além-fronteiras, o especialista destacou que são necessários alguns cuidados, especialmente na distribuição, com a escolha do parceiro ideal. “Não podemos nos precipitar”, frisou, lembrando que uma das empresas na qual trabalhou teve marca registrada no exterior por um distribuidor mal selecionado. 

Tudesco listou algumas dicas importantes para empresas iniciantes. Segundo ele, é preciso fazer uma análise macroambiental detalhada, levando em consideração aspectos sociais e culturais do País, além de promover uma adaptação do mix de produtos. A definição de preços, em consonância com a concorrência local, os custos e a demanda também é fundamental. 

Através de um bate-papo com a plateia de empresários, o especialista em mercado internacional de calçados, Jadir Bergonsi, ressaltou as vantagens competitivas da marca que trabalha a exportação. Segundo ele, a exportação diminui o risco diante das crises, aumenta o nível de competitividade do produto e traz maior credibilidade para a empresa. “No entanto, é preciso entender do seu negócio, fazer um planejamento estratégico tendo em vista que a exportação é um negócio a longo prazo”, disse.

Retomando o ensinamento do professor Tudesco, ele destacou que é preciso quebrar o paradigma de que empresas menores não podem exportar. “Algumas empresas já nascem no mercado internacional. O importante é ter uma história para contar", concluiu. 

O evento contou ainda com palestras dos representantes do Banco do Brasil, Maicon Ferraz, que apresentou as opções de financiamento Proger, ACC/ACE Proex e BNDES Exim; dos Correios, Francieli de Grandis, que falou do Exporta Fácil – com limite de até US$ 50 mil por remessa; e das seguradoras de crédito Coface e Euler Hermes. 

Primeiro semestre registrou queda de mais de 30% tanto em volume quanto em valores.

O dólar elevado somado à queda na demanda interna segue inibindo as importações do produto no Brasil. No semestre, entraram no País 12,54 milhões de pares por US$ 174,7 milhões, registros inferiores tanto em volume (-35%) quanto valores (-38,3%) na relação com igual período do ano passado. 

As principais origens seguem sendo os países asiáticos: Vietnã (5,2 milhões de pares por US$ 94,64 milhões, 36,2% menos do que em 2015); Indonésia (2 milhões de pares por US$ 37 milhões, 49,7% menos do que em 2015); e China (4,18 milhões por US$ 21,28 milhões, 25% menos do que em 2015).

Em partes de calçados - cabedais, palmilhas, solados, saltos etc. – as importações chegaram a US$ 24,46 milhões no semestre, 26,2% menos do que em 2015. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Localizada um dos maiores centros comerciais do mundo, nova unidade da marca abre suas portas no The Dubai Mall.

Com inauguração prevista para este mês de julho, a identidade visual da nova loja Dumond nos Emirados Árabes segue o conceito assinado por Julio Takano, especialista em projetos completos de reposicionamento de marcas no varejo. Segundo ele, para o novo empreendimento foram feitas algumas alterações exigidas pelo shopping, como o desenvolvimento do logo em árabe, maior área de transparência de vitrine e um pé direito mais alto.

A nova Dumond transmite seus valores aos consumidores e proporciona uma experiência de compra baseada em lifestyle. “Os produtos foram divididos em quatro categorias - Party, Work, Weekend e Event - e foram organizados em diferentes alturas, gerando movimento ao olhar do cliente”, diz Takano.

A iluminação é feita em dois níveis de percepção: espaço geral e focal. Os móveis foram projetados para dar leveza, sofisticação e fortalecer a imagem da marca nesse novo conceito da Dumond. Pensadas para destacar e aumentar o valor percebido do produto, as cores ganham combinação com materiais leves, como chapas e perfis de aço e carbono maciço.

Transações na modalidade débito passaram de 11,9% para 12,8% do total, enquanto vendas com cartão de crédito permaneceram estáveis em 20,5%.

A participação de cartões no faturamento do varejo passou de 32,5% para 33,3% entre 2014 e 2015. No período, cresceu a parcela das vendas feitas com cartão de débito, enquanto a do cartão de crédito ficou estável. É o que aponta estudo da Federação do Comércio, Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio/SP).

De acordo com estimativas da entidade, a partir de dados da Pesquisa Anual do Comércio (PAC) e da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), o faturamento nominal do varejo atingiu R$ 1,394 trilhão em 2015 - alta de 3,2% em relação a 2014. O dado não considera os setores de materiais de construção e veículos, motos, partes e peças.

No ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o faturamento dos cartões no Brasil atingiu R$ 1,065 trilhão, crescimento nominal de 8,9% ante 2014. Os cartões de crédito movimentaram R$ 665 bilhões (alta de 7,7% em relação ao ano anterior), e os de débito, R$ 400 bilhões (aumento de 11% na mesma base de comparação).

Considerando apenas as vendas do varejo (comércio varejista e varejo alimentício, de acordo com segmentação disponibilizada no site da Abecs), a receita foi de R$ 463 bilhões, alta de 5,6% em relação a 2014, com faturamento de R$ 285 bilhões (crescimento de 2,9%) dos cartões de crédito, e de R$ 178 bilhões oriundos de compras no débito (aumento de 10,3%).

Com isso, a participação dos cartões nas vendas do varejo cresceu de 32,5% para 33,3% entre 2014 e 2015, mas com um detalhe importante: cresceu apenas a participação das vendas com cartão de débito (de 11,9% para 12,8%), enquanto ficou estável a das vendas com cartão de crédito (20,5%).

Para a assessoria econômica da Fecomércio/SP, há pelo menos quatro explicações para o aumento da participação dos cartões de débito e a estabilidade da participação dos cartões de crédito nas vendas do varejo. A primeira está ligada às taxas de desconto, que são mais baixas no débito do que no crédito. Diante da queda das receitas e da necessidade de cortar custos, o varejo economiza com um maior volume de vendas no débito.

Além disso, o lojista recebe o valor das vendas com cartão de débito em um prazo menor - dois dias após a realização da venda - do que o das realizadas no crédito - cerca de 30 dias após a venda.

Na primeira opção, os varejistas não apenas melhoram o fluxo de caixa, já que embolsam os valores em um prazo menor, como economizam nas operações de antecipação de recebíveis (empréstimo feito por bancos e credenciadoras aos lojistas, que tem como garantia as vendas já realizadas no cartão de crédito), cujas taxas de juros vêm crescendo ao longo dos últimos meses.

Além disso, segundo a Federação, com a crise, os consumidores vêm privilegiando a compra de bens de primeira necessidade, como medicamentos e alimentos, normalmente pagos à vista, e adiando a aquisição de bens semiduráveis, como vestuário, e duráveis, como móveis, eletrodomésticos e eletrônicos, cujas compras são mais frequentemente realizadas mediante parcelamento no cartão de crédito. 

Por fim, o processo de migração dos pagamentos para os meios eletrônicos vem ocorrendo de forma mais intensa nas compras de menor valor, efetuadas com maior frequência no cartão de débito.

Linha masculina para o verão 2016-2017 chega com elementos que marcam looks clássicos e despojados.

Para calçar os homens na estação quente, a Jorge Bischoff preparou uma coleção repleta de materiais nobres, com uma pegada elegante e cheia de atitude. Desde o refinado calçado com bico alongado até o abotinado mais casual com efeito graxo, a marca busca agradar a diversidade de um consumidor multifacetado e cosmopolita. 

A camurça e o nobuck dividem espaço com couro macio, e o mix de cores aparece em alguns modelos conquistando tanto os consumidores que preferem um clássico, como aqueles que não abrem mão de um ar mais despojado.

Com cores clássicas e ousadas, bolsas acompanham as tendências da cena internacional.

A marca gaúcha - referência em clutches estruturadas - agora lança também sua terceira linha de modelos casuais. A Monferraro preparou para o Verão 2017 uma coleção marcada pelo uso de materiais inovadores, como o tressê de ráfia, o pelo remodelado, croco e verniz.

Com referências de moda e estilo, as bolsas confeccionadas pela empresa recebem cuidados especiais no quesito design e acabamento, dando um toque todo especial na hora de finalizar qualquer construção. O brilho surge em elementos como o lamê prata e o galactia preto, além dos metalizados que já são a aposta para a temporada.

A cartela de cores reúne tons como o turquesa, coral, pink, além dos clássicos off white, marinho, marfim, caramel e preto, que garantem sofisticação a qualquer look.

Com inovação, design e tecnologia, marca aposta tanto em modelos esportivos, quanto nos casuais.

Inspirada nos movimentos, culturas e comportamentos sociais, a Lynd buscou tendências na rotina contemporânea, como em tecnologias e relacionamento, para sua nova coleção. As equilibrar as interações humanas, a marca apresenta sua moda urbana, com referências no basquete, hip hop, funk e skate, resultando em uma irreverente mistura de cores e estilos.

O minimalismo surge em construções esportivas, em flat design e na mistura de linhas, formas e materiais. Em opções masculinas, femininas e infantis, os modelos podem ser usados tanto em looks casuais quanto nos esportivos, que conferem muito conforto e estilo.

Resultado foi apontado pelos quatro grupos de compradores da Colômbia e Rússia que estiveram na Francal 2016 a convite da Abicalçados e Apex-Brasil.

A Francal 2016 teve como grande destaque o desempenho dos calçadistas no mercado internacional. Com um preço mais competitivo para importadores aliado à qualidade inerente ao produto verde-amarelo, as negociações ocorreram naturalmente.

Durante os quatro dias, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), promoveu projetos de promoção comercial e de imagem no âmbito do programa Brazilian Footwear.

Conforme relatório gerado pela Abicalçados, os quatro grupos de compradores da Rússia e Colômbia, negociaram, in loco, US$ 540 mil, número que deve ser somado a outros US$ 760 mil de negócios alinhavados no evento. O gestor de Projetos da entidade, Cristian Schlindwein, explica que, nesta edição, o Projeto Comprador Vip, promovido pela Abicalçados, somou esforços com o Projeto Comprador realizado diretamente pela Apex-Brasil. “É a segunda edição que realizamos o projeto neste formato, o que tem dado excelentes resultados”, avalia.

Pela Abicalçados, vieram compradores dos grupos Cueros Velez e Mario Hernandez, da Colômbia, e pela Apex-Brasil, importadores russos da La Moda e Econika. Segundo Schlindwein, dos quatro grupos, três destacaram os preços competitivos. “A valorização do dólar, mesmo que ainda seja algo incerto no cenário atual, tem ajudado os calçadistas na formação de um preço mais atrativo. Somando isso à diversidade de produtos, qualidade de materiais e tecnologia do conforto conseguimos uma posição favorável”, aponta o gestor.

Além do Projeto Comprador Vip, a Abicalçados promoveu o Projeto Imagem, que nesta edição trouxe jornalistas de oito grandes veículos setoriais de alguns dos principais mercados para o calçado brasileiro. Vieram formadores de opinião da Serma (Argentina), CueroAmerica (Argentina), Global Fashion (Espanha), Style America (Colômbia), Ars Arpel (Itália), FotoShoe (Itália), Moda Pelle (Itália) e Chausser Magazine (França).

Ao buscar referências no universo da fotografia marca destaca atitude e leveza para a temporada primavera/verão.

Com a chegada da estação mais aguardada do ano, tudo é motivo para um criar novas lembranças. Ao buscar inspiração no universo da fotografia, a boaonda celebra uma moda que vai além das aparências, e conversa com os melhores momentos da temporada primavera/verão.

Na lista de apostas para o calor, estampas, cores e materiais revelam a vontade de estar na rua e registrar cada pedacinho das tardes longas e noites ao ar livre. De olho nas tendências, a marca enaltece a estação evidenciando todo o seu DNA – ou seja, conforto aliado a estilo.

Entre as referências, o contraste entre estampas e superfícies lisas chama a atenção, assim como a cartela de cores vibrante – com espaço para nuances de azul, pink e vermelho. Com intensidade, os desenhos sugerem padrões geométricos, com espaço para elementos ‘artsy’ e listras discretas.

As padronagens florais também se destacam, sobretudo as com uma sutil inspiração tropical. Os materiais sugerem conforto em cada pequeno detalhe, da palmilha anatômica até o solado flexível. Entre as modelagens, a aposta é por construções que destacam a perfeita combinação entre design e bem-estar.

Com perfuros evidentes e recortes ousados, sandálias, chinelos e clogs exalam leveza para todos os momentos da rotina. Em novas versões, o Oxy – primeiro tênis desenvolvido com exclusividade pela boaonda – também chama a atenção com a chegada do calor. Desenvolvido em ‘poligel’, o calçado recebe estampas modernas e uma cartela de cores intensa para deixar a rotina de homens e mulheres com uma dose extra de bem-estar. Em ‘full plastic’, o produto se adapta as mais variadas situações e é perfeito para a prática de atividades aquáticas.

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