Produtos foram viabilizados pelas marcas Sugar Shoes e Twins for Peace

O dia de ontem (12) marcou mais uma ação social da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Na oportunidade, a entidade doou os 109 pares de tênis customizados por participantes da Maratona MUDE para a Associação Beneficente Evangélica da Floresta Imperial (Abefi), de Novo Hamburgo/RS. Os produtos são fruto do Varal Social, apoiado pelas marcas de calçados Twins for Peace e Sugar Shoes que disponibilizaram mais de uma centena de tênis brancos para estimular a criatividade de quem participou da Maratona. Os pares doados foram destinados a três unidades da instituição – Casa de Acolhimento Bom Pastor, Casa de Acolhimento Lar do Menino e Ação Encontro, todas sediadas na cidade gaúcha.

O coordenador da Unidade de Desenvolvimento da Abicalçados, Cristian Schlindwein, ressalta o papel social assumido pela entidade calçadista, que busca, além das tarefas institucionais de representação da indústria e promoção do desenvolvimento setorial, gerar iniciativas que impactem positivamente na sociedade. “Uma ação como essa não se resume somente ao fato da doação, mas também visa estimular as pessoas a serem solidárias através do seu próprio trabalho, aproximando o segmento da comunidade e, quem sabe, incentivando a carreira de novos talentos”, destacou o gestor.

Para o diretor da Abefi, Carlos Eduardo Müller Bock, a iniciativa é importantíssima para o sustento da instituição. “Nós somos do tamanho que as pessoas, a comunidade, a sociedade em geral, nos faz. A Abicalçados, com a doação desses pares de tênis, nos encheu de alegria”, ressaltou.

Maratona MUDE

A primeira edição da Maratona MUDE aconteceu nos dias 26 e 27 de setembro, no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre/RS, reunindo centenas de designers, estudantes e profissionais ligados ao setor de calçados e moda. O evento contou com uma maratona de criação, em que quatro equipes tiveram que, em 24 horas ininterruptas, produzir três protótipos de calçados femininos. No dia seguinte ao desafio, foram realizadas palestras com grandes nomes ligados à moda e indústria criativa.

Abefi

A instituição, criada em 1968, atende diariamente mais de 1,3 mil crianças, adolescentes e adultos, fornecendo mais de 37,3 mil refeições e 3,1 mil mamadeiras mensais em 11 unidades. A Abefi trabalha, ainda, com a promoção do conhecimento para cerca de 150 adultos todos os anos, através de cursos de qualificação profissional e serviços de fortalecimento de vínculos.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Abicalçados

 

 

 

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31 Oct 2014

 

 

 

Investimentos da indústria calçadista serão pautados pela ações do Planalto

Quem navegou pelo site oficial da campanha à reeleição da presidenta Dilma Rousseff nos últimos meses poderia ter sido induzido a acreditar que a prioridade número 1 dos brasileiros em relação ao futuro se concentrava na área da educação. Afinal, na tarde da sexta-feira 24, esse segmento liderava o ranking de políticas públicas sugeridas pelos internautas, com 164 ideias e iniciativas. Trata-se de uma área importante, sem dúvida. Mas, ao esmiuçar os dados existentes no portal petista fica evidente que, na verdade, é a economia em suas diversas facetas que domina as atenções e a agenda de boa parte dos brasileiros.

No total, são 300 propostas nesta vertente quando somamos itens como trabalho e emprego, política industrial e infraestrutura. E isso não chega a ser surpresa, pois foi graças ao crescimento econômico que os programas sociais saíram do papel, possibilitando a criação de uma classe média pujante, baseada na melhoria da renda. Esse contingente acabou sendo decisivo para reconduzir a presidenta Dilma ao cargo no qual ela chegou em 1º de janeiro de 2011. No entanto, o vocabulário e o teor dos comentários exibidos, embora revelem que nem todas as pessoas envolvidas são versadas nessas matérias, mostra que as expectativas e apreensões em relação ao futuro da economia estão disseminadas ao longo da pirâmide social, independentemente de faixa de renda ou classe social.

"A presidenta precisa assumir uma agenda de diminuição da burocracia, do custo da energia e da competitividade do País", afirma Dimitris Psillakis, diretor-geral da divisão de automóveis da Mercedes-Benz. Suas propostas são emblemáticas porque, a despeito das incertezas da economia, a fabricante alemã de automóveis de luxo, renovou seus planos por aqui. "Estamos confiantes com o Brasil", diz Psillakis. Apesar do otimismo, o cenário é de cautela. Para ele, o grande desafio da segunda gestão de Dilma será a retomada do crescimento econômico. Esse desejo é compartilhado por Sergio Herz, herdeiro e CEO da Cultura, uma das maiores redes de livrarias do País.

"O governo precisa parar de fazer malabarismo econômico", afirma Herz. "Se não transmitir uma mensagem de estabilidade econômica aos investidores estrangeiros e ao empresariado em geral, iremos continuar de mal a pior." É consenso entre empresários e altos executivos que o Executivo acabou afrouxando algumas de suas políticas macroeconômicas. Nesse contexto, recolocá-las nos eixos poderia funcionar como uma senha para que muitos tirassem novos projetos da gaveta ou mesmo para acelerar iniciativas que estão em andamento. "Queremos um ambiente propício para poder exportar nossos produtos", diz o CEO da Mercedes-Benz.

As palavras "ajuste" e "correção de rota" aparecem em boa parte do discurso de empresários e executivos ouvidos pela DINHEIRO. Contudo, ninguém fala em retrocesso. Afinal, a estabilidade econômica se tornou um pilar importante na vida de todos os brasileiros, pobres e ricos, figurando como cláusula pétrea da vida nacional. Mas isso não significa dizer que não teremos um período desafiante pela frente. "Se pudesse sugerir algo ao governo Dilma, pediria segurança jurídica, reforma fiscal e tributária e uma política de crescimento econômico", afirma Claudio Bernardes, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), que reúne as empresas do setor imobiliário.

De fato, essa atividade, uma das que mais contribuíram para turbinar a expansão da economia, entre 2005 e 2010, pisou literalmente no freio. E não foi a única. A indústria de base e a de transformação começou 2011 em lua de mel com o governo Dilma e terminou, senão em divórcio, numa espécie de separação temporária. "Pelo menos no final do mandato a presidenta Dilma percebeu que a relação com a indústria não estava boa", diz o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Rafael Cervone. Reeleita, Dilma promete reabrir as conversas.

"Vou estimular o mais rápido possível o diálogo e a parceria com todas as forças produtivas do País antes mesmo do início do meu próximo governo", afirmou ao celebrar a vitória, no domingo 26. A reconciliação poderá vir se a presidenta souber ouvir as principais demandas do setor privado. Nesse sentido, a adoção de algumas iniciativas propostas pelos empresários no documento intitulado Propostas da Indústria para as Eleições 2014 melhoraria o clima entre as partes. No total, são 42 pontos abordados no robusto documento, que cobre de marcos regulatórios até o comércio exterior, passando pela governança do Estado.

É claro que as reformas clássicas, como a tributária e a fiscal, também fazem parte do pacote. "É preciso aproveitar a força política conquistada nas urnas para realizar as urgentes reformas fiscal, trabalhista, da educação, política e da previdência", diz Cledorvino Belini, presidente da Fiat Chrysler para a América Latina. "Nossos investimentos serão pautados pela ações do Planalto, no sentido de criar um ambiente favorável", afirma o presidente da Abicalçados, Heitor Klein. Outros homens de negócios falam na necessidade de reativar os canais de comunicação entre os dois lados. "O governo deve dialogar mais com os empresários", diz Giovani Decker, presidente da subsidiária da Asics, fabricante japonesa de tênis de performance.

Manter os programas que estão funcionando, como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida, não se tornou um mantra apenas durante a campanha, mas também entre os industriais. "Os programas sociais são fundamentais para o nosso crescimento como nação", afirma Decker. De acordo com o executivo, o crescimento também deverá se dar a partir da retomada de investimentos que porventura tenham sido represados, em meio ao acirramento dos debates e às incertezas quanto à condução econômica num segundo mandato da candidata vitoriosa. Se é verdade que a falta de previsibilidade incomodou o grosso do empresariado, desestimulando a retomada do investimento, ela não atingiu por igual as grandes empresas. Há exceções. Uma das que escaparam da contaminação foi a gigante anglo-holandesa Unilever, que está construindo sua 10ª fábrica e manteve o plano de inauguração previsto para o primeiro semestre de 2015.

Detalhe: é a primeira unidade erguida pela empresa nos últimos dez anos. "Estamos há 85 anos no Brasil e não olhamos apenas para os próximos quatro anos", diz Fernando Fernandez, presidente da subsidiária brasileira. Como Fernandes, Divino Sebastião de Souza, presidente da mineira Algar Telecom, está relativamente otimista em relação ao futuro. Mais precisamente a partir do segundo trimestre de 2015, pois o primeiro deverá ser marcado por ajustes do governo. O foco da Algar será o fornecimento de serviços de banda larga e de telefonia para pequenas e médias empresas. "Elas formam 40% do PIB, mas apenas 10% delas fazem uso intensivo de tecnologias", afirma. "Há grandes oportunidades nesses segmentos."  

Fonte: ISTOÉ DINHEIRO

 

 

 

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Esmaltes e tênis são lançamentos da união entre as marcas

Em parceria inédita a quem disse, berenice? se uniu à Keds para criar sua nova coleção de verão 2014/15. São cinco lançamentos de tênis do modelo Champion que são acompanhados por esmaltes com a mesma cartela de cores: zuzulino, verdô, zuzete, roxex (com glitter) e cereja berê. A edição limitada acompanha calçado, duas opções de cadarço e pingente em formato de boca e esmalte. “A parceria leva o conceito e as cores de quem disse, berenice? para além da maquiagem, fortalecendo o conceito de liberdade proposto pela marca”, comenta Gustavo Fruges, gerente de Comunicação da marca de make. As vendas iniciam em 5 de novembro. 

 

Fotos: Divulgação

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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Faltando poucos dias para a Maratona MUDE, a batalha criativa que acontecerá nos dias 26 e 27 deste mês, no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre/RS, os “soldados” nos contam um pouco do que pensam sobre suas expectativas e a oportunidade proporcionada pelo

Faltando poucos dias para a Maratona MUDE, a batalha criativa que acontecerá nos dias 26 e 27 deste mês, no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre/RS, os “soldados” nos contam um pouco do que pensam sobre suas expectativas e a oportunidade proporcionada pelo evento. 

Uma das equipes selecionadas para o desafio de criar três protótipos de calçados femininos em 24 horas ininterruptas é a composta por Ana Sabi, fotógrafa e estudante de Design Gráfico; Camila Puccini, bacharel em Design com habilitação em Moda; Cícero Ibeiro, estudante de Artes Visuais; e Vinícius Kniphoff, Designer Visual. Para a líder do grupo, Camila Puccini, o evento é uma oportunidade para demonstrar as qualificações dos membros através das orientações de um grande nome como Lino Villaventura. “Acreditamos que projetos como esse são de extrema importância para mudar paradigmas dentro de um setor industrial. É a oportunidade da abertura de novos horizontes, novas parcerias”, destaca. A designer de moda ressalta que a venda de um produto transcende o físico. “Vendemos ideias! E quem compra uma ideia se apaixona”.

O designer Mateus Boeri, líder da equipe que tem ainda o modelista Inácio Taschetto, a costureira Lourdes Maria e o montador Nelsi Antônio, avalia que a iniciativa de colocar o trabalho da equipe em evidência é importante, mas que a contribuição para a concepção do Design Made in Brazil torna o evento ainda mais grandioso. “Achamos que além do desafio e da premiação, participar de uma maratona onde será fomentado o design genuinamente brasileiro é de extrema importância para o crescimento do setor”, afirma, acrescentando que a equipe irá “estudar” o briefing até a data limite do evento. 

Na terceira equipe, a designer e estudante de Design de Calçados, Letícia Cristina Corrêa, que lidera uma equipe com a estudante do curso Técnico em Design de Calçados, Bruna Meurer, a costureira Lovani Kunz e o modelista Oséias da Rocha, avalia a Maratona MUDE como a oportunidade de “sair do clichê”. “É um desafio incrível, mas ter a oportunidade de apresentar o trabalho para profissionais renomados neste setor é algo extraordinário”, ressalta. Para Letícia, o grande legado da iniciativa será o de incentivar os novos designers, muitos deles retraídos por questões comerciais, a arriscar mais, acabando com a cultura da cópia. Sobre a mentoria do estilista Lino Villaventura, a designer não esconde a admiração. “Ter ele como mentor é dar o grito de mudança, mostrando ao mercado e ao País que está na hora de findar essa cultura famigerada do copia e cola. Que temos potencial e devemos utilizá-lo”, conclui Letícia. 

Já a designer Julia Biason, liderando uma equipe com os designers André Luiz Maehler e Gabriela Montemezzo Dall’Acqua, o estilista Gabriel Bolzan e o modelista Odilei Marcelo Dutra, destaca a importância da repercussão gerada pelo evento. “Também é gratificante saber que chegamos à final, e que já vencemos duas etapas com quase 40 equipes”, comemora, ressaltando que o projeto é um estímulo importante para o fomento da criatividade no setor calçadista nacional. “A Maratona incentiva cenários de inovação ao realizar um concurso que reúne equipes de designers que não estão respondendo por uma marca já concebida, ou seja, estão livres de conceitos já estabelecidos tanto da identidade como do que é tido como comercial”, avalia. Para a designer, ter Lino Villaventura como mentor significa um projeto bem fundamentado. “O estilista é reconhecido em nível nacional por seu trabalho autoral e criativo, não somente por pessoas que trabalham com moda, mas pelo público em geral, passando grande credibilidade à maratona. Além disso, projetar sob a coordenação de alguém que admiramos profissionalmente será uma experiência única para nós”, avalia a participante.

Conteúdo

No segundo dia do evento, 27, será realizada uma maratona de conteúdo, que trará intensa programação de palestras e workshops com profissionais em temas como criatividade, tecnologia, brand experience, entre outros. Os ingressos estão sendo vendidos a R$ 100 para o público em geral e R$ 50 para estudantes e associados da Abicalçados e podem ser adquiridos no site.

A Maratona MUDE é uma realização da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e Brazilian Footwear que conta com o patrocínio da Apex-Brasil, Francal e Couromoda. As parcerias são da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) – que irá disponibilizar componentes -, da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) – que emprestará máquinas para a fabricação dos calçados -, do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) – que disponibilizará couros variados -, do Istituto Europeo di Design (IED) e da Usefashion.

Mais informações e inscrições no site www.maratonamude.com.br.

 

Fonte: Unidade de Promoção de Imagem Abicalçados

 

 

 

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Sem distinção entre direito e esquerdo, calçado vem em 9 modelos que possibilitam 81 combinações

A Melissa criou a coleção Melissa one by one, são nove modelos de diferentes estampas – combinação de preto com bege, listras e poás –  que permitem até 81 combinações. Além disso, as Melissas não possuem distinção de pé direito ou esquerdo, ou seja, seu shape anatômico permite ser calçado em ambos os pés. 

A Galeria Melissa localizada na Oscar Freire (SP) será ambientada especialmente para apresentar a novidade ao público e contará com uma vending machine para que as comsumidoras tenham uma diferente experiência de compra, podendo montar seus próprios pares, ou também comprar apenas um pé separadamente. Além da galeria as Melissas também chegam nos Clubes Melissa e Loja Virtual ainda este mês.

 

Fotos: Divulgação
Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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Acessório da marca Hickies pode ser usado em qualquer modelo de tênis

Criado para facilitar o trabalho na hora de colocar e tirar os tênis, os cadarços elásticos da marca Hickies tem se apresentado como uma alternativa de customização de calçados. O acessório substitui os cadarços tradicionais dando a oportunidade de criar um estilo diferenciado através das cores e da forma de fechamento. O Hickies Elastic Lacing Sistem pode ser usado em qualquer modelo de tênis, tanto adulto quanto infantil. Vendido em kits, as peças são colocadas individualmente, mas as cores podem ser misturadas.

A marca lançou recentemente um aplicativo no qual o usuário consegue visualizar como seu tênis ficaria com as cores que estão disponíveis para compra. No app, também é possível adquirir os acessórios, além de ver como funciona o fechamento do cardarço. 

Fotos e vídeo: Divulgação

FOnte: Usefashion.com

 

 

 

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Coleção de verão 2015 foi apresentada durante a semana de moda de Paris

Entre as primeiras coleções apresentadas no segundo dia de desfiles na Semana de Moda de Paris, 26, o estilista Rick Owens ganhou destaque pela forma como conduziu o espetáculo. Alguns modelos estavam cobertos de pintura corporal e assemelhavam-se com seres de outro mundo. Segundo o próprio estilista, para fazer a coleção ele pensou no ballet "A Tarde de um Fauno".

Rick trouxe para a passarela um equilíbrio entre o futuro e o primitivo. Os modelos usavam um híbrido que mesclava tênis e botas, com um material metalizado, ou em branco e preto, lembrando calçados usados por astronautas, e túnicas amplas que eram combinadas com shorts e tinham aspecto de tapeçaria, remetiam às pinturas rupestres. Em relação aos materiais, fez misturas interessantes na mesma peça, como couro e seda, mostrando esse mesmo equilíbrio citado anteriormente. 

   

Fotos: Zeppelin - Fashion Photo Agency

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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