Premiação será entregue no dia 23 de abril de 2015, em Novo Hamburgo/RS

Consolidado no mercado calçadista brasileiro, o Prêmio Direções Abicalçados abriu as inscrições para sua terceira edição. O evento, que irá premiar as melhores práticas de indústrias calçadistas nas categorias Direções de Marketing, Direções Comerciais, Direções Industriais, Direções de Design e Direções Internacionais, inscreve no site www.premiodirecoes.com.br até 6 de fevereiro de 2015. A entrega da premiação será no dia 23 de abril, no Espaço TAO, em Novo Hamburgo/RS.

Para o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, a premiação busca auxiliar o desenvolvimento do setor calçadista brasileiro, destacando empresas que possam servir como exemplo de sucesso nas práticas reconhecidas. Já o coordenador da Unidade de Desenvolvimento da entidade, Cristian Schlindwein, ressalta que o Prêmio Direções é uma forma de reconhecimento da excelência no setor calçadista. “O esforço é reconhecer, especialmente a busca pela diferenciação”, afirma. 

Prêmio

Como de praxe, o Prêmio Direções é entregue para duas empresas de cada categoria, uma de micro/pequeno e outra de médio/grande portes, tornando a iniciativa democrática e, acima de tudo, assertiva como uma ferramenta de avaliação. Os vencedores receberam Troféu, permissão para uso do selo da respectiva edição, divulgação nos canais de comunicação do Prêmio e da Abicalçados, promoção na Revista Direções, onde serão divulgados os cases vencedores, e duas inscrições para o Curso Direções Abicalçados/ESPM.

Além das categorias de Prêmio (Direções de Marketing, Direções de Design, Direções Comerciais, Direções Industriais e Direções Internacionais), a iniciativa irá destacar o jornalista com a melhor matéria setorial em 2014, o melhor projeto de sustentabilidade, o sindicato calçadista com maior número de empresas engajadas na iniciativa e a personalidade do setor.

Confira os vencedores do ano passado

Direções de Design

Médio/grande porte: Kidy Birigui Calçados Indústria e Comércio Ltda

Micro/pequeno porte: Usthemp Indústria e Comércio de Calçados e Confecções Ltda

 

Direções de Marketing

Médio/grande porte: Rafarillo Indústria de Calçados Ltda

Micro/pequeno porte: Bischoff Creative Group

 

Direções Industriais

Médio/grande porte: Calçados Bibi Ltda

Micro/pequeno porte: Indústria de Calçados Dian Pátris Ltda

 

Direções Internacionais

Médio/grande porte: Amazonas Produtos Para Calçados Ltda

Micro/pequeno porte: Ghetz Exportadora e Importadora Ltda

 

Destaque Direções

Jornalista: Camila da Veiga da Silva – Jornal Exclusivo/Grupo Sinos

Projeto de Sustentabilidade: Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas – Conhecimento Nunca é D+

Sindicato: Sindicato da Indústria de Calçados de Igrejinha

Personalidade do Setor: Anderson Birman - Arezzo

 

Mais informações no site www.premiodirecoes.com.br, e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. ou pelo telefone 51 3594 7011, com Janaína Alves.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Abicalçados

 

 

 

 

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Consumo consciente é um dos principais pilares da marca de calçados infantis

Engajada em promover o consumo consciente das novas gerações, a Calçados Bibi conquistou o Selo Prata Origem Sustentável neste mês de dezembro de 2014. A marca é a primeira indústria a receber esta homologação, a qual atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo Programa Origem Sustentável: Econômico, Ambiental, Social e Cultural, promovido pela Abicalçados e Assintecal com a gestão do Instituto by Brasil.

Em 2013, a Bibi já havia recebido o Selo Bronze Origem Sustentável e agora, ao evoluir um nível da certificação - que segue a escala Branco, Bronze, Prata, Ouro e Diamante, foi auditada pela SGS que atestou a incorporação da sustentabilidade em seus processos, a marca comemora o reconhecimento por suas atitudes junto ao meio ambiente, ao mercado brasileiro e à sociedade.

O programa, que certifica empresas da cadeia produtiva do calçado, foi estruturado pela coordenadora do Laboratório de Sustentabilidade da USP, professora Tereza Cristina Carvalho, e implementado pela Abicalçados e Assintecal, tendo como entidade gestora o instituto by Brasil e conta ainda com o apoio do Sebrae Nacional.

Empresa

Vários movimentos da Bibi representam a conquista do Selo Prata de Sustentabilidade. A empresa também se destaca por suas atividades sociais, como a Fábrica de Talentos que em parceria com o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), qualifica profissionalmente jovens com idade entre 16 a 20 anos. O programa é realizado nas fábricas em Parobé/RS e Cruz das Almas/BA. Anualmente, 56 jovens, em média, são capacitados para os desafios da vida, trazendo uma visão de empresa, de planejamento familiar e financeiro, ética, assim como o ofício de desenvolvimento e produção de calçados. Muitos desses novos talentos são recrutados e passam a integrar o time oficial da calçadista.

Preservando a relação com seus colaboradores, fornecedores, clientes e parceiros, a Bibi tem seu próprio Código de Conduta, visando sempre a ética, transparência, agilidade e o bom convívio. O material mostra os valores, as responsabilidades, a missão e todos os propósitos da marca junto aos públicos interno e externo, mercado e meio ambiente.

Na educação, a Bibi distribui a Cartilha Financeira aos colaboradores e aos alunos da rede municipal de ensino da comunidade, trazendo noções de educação financeira. O material faz parte da parceria entre Secretaria Municipal de Educação (SMED) e Rotary Club. Além de destacar a importância do planejamento e da disciplina financeira, a cartilha foca a racionalização de gastos, apresentando tabelas para cálculos de orçamentos e sugestões de listas de compras.

Fundada em 1949, a Calçados Bibi, é referência no mercado de calçado infantil. Com fábricas sediadas em Parobé e em Cruz das Almas, produz cerca de 3 milhões de pares ao ano, reprocessando 100% dos resíduos industriais. Presente em mais de 65 países nos cinco continentes, no Brasil está em mais de 5 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e uma rede de franquias com mais de 70 lojas. A loja apresenta um conceito inovador, oferecendo uma experiência única de compra para crianças e pais.

A marca de calçados infantis é pioneira e líder em desenvolver produtos a partir de pesquisas e estudos científicos. Conquistou reconhecimento do setor a partir do trabalho que desenvolve com os calçados fisiológicos e no emprego de tecnologia Fisioflex Bibi – que proporciona a sensação de andar descalço no seu público-alvo: as crianças.

Há 65 anos no mercado, a Bibi é reconhecida por ser uma empresa que se preocupa com a saúde dos pés das crianças, e numa atitude pioneira no mercado brasileiro de calçados infantis, a Bibi, em parceria com o IBTeC (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos), monitora todos os seus materiais, e utiliza somente aqueles que estão de acordo com os padrões internacionais quanto a substâncias tóxicas, assegurando o desenvolvimento saudável das crianças e a tranquilidade das mães e pais.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa Bibi

 

 

 

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Os dias 24 e 25 de novembro ficarão na história do setor calçadista mundial

Os dias 24 e 25 de novembro ficarão na história do setor calçadista mundial. Na data, na cidade de Leon, no México, foi debatido o futuro do segmento, passando por tendências de produção, formas de comercialização, realocação das indústrias, ética no mercado, normatizações, entre tantos outros temas. O encontro mundial, que encerrou sua quinta edição, contou com presenças de líderes do setor calçadista de 32 países que preencheram todo o auditório principal do Poliforum de Leon. A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), através do seu presidente-executivo, Heitor Klein, representou o setor verde-amarelo no evento.

Klein participou da mesa redonda que discutiu a forma como as empresas estão atuando para atender um consumidor cada vez mais dinâmico e exigente. O executivo apresentou o programa Brazilian Footwear, braço internacional da Abicalçados mantido em parceria com a Apex-Brasil e que foi responsável por um incremento significativo de novos mercados para o calçado verde-amarelo desde o ano 2000. Klein contou que a presença do calçado brasileiro com marca própria é relativamente recente e teve apoio fundamental do programa de apoio às exportações. "Antes vendíamos na modalidade private label, sem marca própria, uma realidade que mudou com o Brazilian Footwear. Hoje estamos presentes em mais de 150 países e o nosso foco é consolidar a reputação do Brasil como um bom fornecedor de calçados com marca própria para o mercado internacional", ressaltou o dirigente, acrescentando que o segmento tem conseguido cumprir a missão através da cultura do design, com desenho e valor agregado.

 

Participaram da mesa redonda com o executivo: Alejandro Tamez (diretor da Câmara da Indústria de Calçados de Guanajuato), Diego Rossetti (diretor da Fratelli Rossetti, Itália), Basílio Morón (diretor da Callaghan, Espanha), William Wong (vice-presidente da Associação Calçadista de Hong Kong) e Giulio Finzi (secretário geral da NETCOMM, Itália).

Fonte: Unidade de Promoção de Imagem

 

 

 

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Presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, participa de evento no México

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, participará da quinta edição do Congresso Mundial do Calçado, que nesta oportunidade terá como temas principais o consumo de calçados e as expectativas nos diferentes lugares do mundo, o acesso das empresas aos mercados internacionais e os núcleos de fabricação atuais e futuros. O evento internacional, que deve contar com mais de 600 líderes do setor calçadista mundial, acontece nos dias 24 e 25 de novembro, em León, no México.

O executivo da Abicalçados participa da mesa redonda sobre as diferentes estratégias adotadas pelas empresas para lidar com um consumidor cada vez mais dinâmico e exigente. Ele discutirá o tema com líderes setoriais do México, Hong Kong, Itália e Espanha. “A pauta é de extrema relevância para a indústrias de calçados, uma vez que é somente através desse conhecimento que poderemos enfrentar a concorrência cada vez mais feroz de mercados mais competitivos em preço, como o caso do chinês”, avalia Klein.

Um ano ruim

A indústria calçadista brasileira amargou um ano de 2014 muito aquém do desejado, registrando índices negativos em todos os setores, da produção ao varejo, passando pelas exportações e nível de emprego. Desde o início do ano, a produção de calçados caiu 4,5%, o varejo encolheu 1,3%, a exportação despencou 3% e o nível de emprego na atividade já é 8% negativo na relação com 2013. “É preciso, urgentemente, recuperar as condições de competitividade, que passam por questões de ordem política e macroeconômica, mas também de produtividade, o que passa pelo entendimento melhor das mudanças no perfil de consumo e a aposta em design e valor agregado”, frisa o executivo.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Abicalçados

 

 

 

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Produtos foram viabilizados pelas marcas Sugar Shoes e Twins for Peace

O dia de ontem (12) marcou mais uma ação social da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Na oportunidade, a entidade doou os 109 pares de tênis customizados por participantes da Maratona MUDE para a Associação Beneficente Evangélica da Floresta Imperial (Abefi), de Novo Hamburgo/RS. Os produtos são fruto do Varal Social, apoiado pelas marcas de calçados Twins for Peace e Sugar Shoes que disponibilizaram mais de uma centena de tênis brancos para estimular a criatividade de quem participou da Maratona. Os pares doados foram destinados a três unidades da instituição – Casa de Acolhimento Bom Pastor, Casa de Acolhimento Lar do Menino e Ação Encontro, todas sediadas na cidade gaúcha.

O coordenador da Unidade de Desenvolvimento da Abicalçados, Cristian Schlindwein, ressalta o papel social assumido pela entidade calçadista, que busca, além das tarefas institucionais de representação da indústria e promoção do desenvolvimento setorial, gerar iniciativas que impactem positivamente na sociedade. “Uma ação como essa não se resume somente ao fato da doação, mas também visa estimular as pessoas a serem solidárias através do seu próprio trabalho, aproximando o segmento da comunidade e, quem sabe, incentivando a carreira de novos talentos”, destacou o gestor.

Para o diretor da Abefi, Carlos Eduardo Müller Bock, a iniciativa é importantíssima para o sustento da instituição. “Nós somos do tamanho que as pessoas, a comunidade, a sociedade em geral, nos faz. A Abicalçados, com a doação desses pares de tênis, nos encheu de alegria”, ressaltou.

Maratona MUDE

A primeira edição da Maratona MUDE aconteceu nos dias 26 e 27 de setembro, no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre/RS, reunindo centenas de designers, estudantes e profissionais ligados ao setor de calçados e moda. O evento contou com uma maratona de criação, em que quatro equipes tiveram que, em 24 horas ininterruptas, produzir três protótipos de calçados femininos. No dia seguinte ao desafio, foram realizadas palestras com grandes nomes ligados à moda e indústria criativa.

Abefi

A instituição, criada em 1968, atende diariamente mais de 1,3 mil crianças, adolescentes e adultos, fornecendo mais de 37,3 mil refeições e 3,1 mil mamadeiras mensais em 11 unidades. A Abefi trabalha, ainda, com a promoção do conhecimento para cerca de 150 adultos todos os anos, através de cursos de qualificação profissional e serviços de fortalecimento de vínculos.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Abicalçados

 

 

 

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A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu, na noite de ontem, dia 5, o Workshop Análise de Cenários 2015

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu, na noite de ontem, dia 5, o Workshop Análise de Cenários 2015. O evento, que aconteceu na sede da entidade, em Novo Hamburgo/RS, contou com apresentações dos cenários para macroeconomia, mercado internacional e varejo de calçados.

A primeira palestra foi do economista e diretor da Faculdade de Ciência Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Hélio Henkin, que teceu uma análise das perspectivas da macroeconomia para 2015. “Com o pleito definido, o cenário fica mais fácil de ser analisado do que há meses atrás, porém ainda existe uma dúvida muito importante e decisiva de quem assumirá o Ministério da Fazenda”, disse.

Para o economista, apesar da projeção de aceleração do PIB mundial para 2015, com crescimento revisado de 3,6% para 4% pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), existem também indicativos importantes de redução no dinamismo dos mercados. “O possível aumento na taxa de juros dos Estados Unidos pode ter efeito importante na liquidez do mercado, o que pode afetar o crescimento do PIB mundial”, destacou. Ele citou, ainda, alguns mercados que devem crescer mais do que a média no próximo ano. Entre os desenvolvidos, destaque para Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. Já entre os países em desenvolvimento, China, Índia, Colômbia, Emirados Árabes, Chile e Peru devem crescer acima da média mundial. Já os crescimentos mais baixos devem acontecer na Zona do Euro, Japão, Argentina, Brasil, Rússia e África do Sul.

Por outro lado, o economista apontou um horizonte que pode ser mais positivo, já que a economia mundial se encaminha para um ciclo de possível reaceleração. Para o Brasil, o crescimento em 2015 deve ser de 2%, conforme o FMI. Para Henkin, o Brasil tem desafios importantes, mas pode crescer especialmente com as perspectivas de gastos públicos elevados, o que estimula a economia, exportações em alta puxadas pelo crescimento mundial e também pela possível desvalorização cambial. Já entre as perspectivas mais negativas, está a limitação do crescimento baseado no consumo e transferência de renda que, conforme o economista, será um “grande desafio para as equipes de marketing das empresas brasileiras”. “O consumo não deve continuar sendo a locomotiva do crescimento, o que deve tornar a concorrência mais acirrada”, projetou.

Câmbio

Embora o Brasil adote um regime de câmbio flutuante, segundo Henkin, é preciso identificar a faixa da moeda americana frente ao real para traçar as estratégias de exportações. O economista ressaltou que existem fatores de alta, como a perspectiva de elevação da taxa de juros nos Estados Unidos, a redução do investimento estrangeiro no Brasil, a redução do superávit comercial e a taxa de inflação em elevação. Já entre os fatores que podem conter a valorização da moeda americana está o uso de reservas e operações cambiais por parte do Banco Central do Brasil. “Acredito que os fatores de alta estejam sobrepujando os de contenção. No próximo ano a variação deve ser entre R$ 2,30 e R$ 2,50”, disse.

Calçadistas

Para o setor calçadista, as projeções de terminar 2014 com US$ 1,06 bilhão em exportações e US$ 580 milhões em importações, demonstram uma melhora na balança comercial do setor, tendência que deve continuar em 2015.

Henkin destacou que o ano de 2014 foi de queda nos indicadores, desde o varejo até a exportação de calçados, o que afetou severamente os níveis de produção do segmento. Segundo ele, ao longo do ano os preços para o produtor aumentaram mais do que os preços para o consumidor, o que demonstra que o aumento foi absorvido pelo setor produtivo. Já para o próximo ano, o economista ressaltou uma possível reaceleração do mercado calçadista, bem como de toda a economia brasileira. “Será um ano de ajustes e acredito que a equipe econômica tenha ciência do que precisa ser feito para gerar uma reaceleração no mercado”, concluiu Henkin.

Pulverização

Na sequência aconteceu a palestra do gerente executivo de Inteligência Comercial e Estratégia de Mercado da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Marcos Lélis, que falou sobre as oportunidades e ameaças do comércio internacional para o Brasil. Primeiramente, Lélis ressaltou que a dependência dos calçadistas dos mercados norte-americanos e argentino está em declínio, o que pode ser positivo, já que ambos diminuíram suas importações. “Desde 2007, tanto os Estados Unidos como a Argentina vêm diminuindo suas compras de calçados brasileiros, o primeiro com 20% de queda média anual e o segundo com 5,5% de queda anual. Como quase metade das exportações brasileiras de calçados tinham como destinos esses dois países, eles acabaram puxando os indicadores para baixo. Os outros países, por outro lado, aumentaram as compras de calçados do Brasil”, disse.

Para Lélis, além de diminuir a dependência, pulverizando as exportações especialmente para mercados potenciais, como Colômbia, Chile, Peru, China, Rússia, entre outros, o calçadista deve apostar na concorrência por valor agregado e marca, fugindo da concorrência no preço, onde os asiáticos são imbatíveis.

Lélis demonstrou, em gráficos, que as exportações de calçados de couro vem caindo, ao passo que a de chinelos e injetados aumenta nos últimos anos. “Em 2008, a fatia das exportações de calçados de couro era de 69%, ano passado ficou em 47%. Já a fatia dos chinelos aumentou de 11% para 22%. Vocês sabem por quê? Marca! Tem uma marca que vende chinelos a mais de 25 euros na Europa”, provocou.

Para 2015, o executivo projetou um cenário de melhora, com “tombo menor do que em 2014”. Prevendo que, neste ano, as exportações de calçados caiam 2,2% em receita com relação ao ano passado, Lélis prevê uma queda menor, de 1,7% em 2015. “Pode ser até que a queda estanque, pois existe uma tendência de reaceleração. Acredito que o pior já passou, mas os calçadistas precisam, além de apostar em produtos com maior valor agregado e manter o nosso mercado forte aqui na América do Sul, passar a olhar outros mercados potenciais”, aconselhou Lélis.

Varejo

As tendências para o varejo brasileiro de calçados foi o tema da palestra de Gustavo Campos, pesquisador e diretor da Focal Pesquisas. Provocativo, Campos disse que as empresas precisam “aprender a caçar” e que para isso, é preciso “estar com fome”. “Parece que o cenário tem que piorar mais para as empresas melhorarem”. Para o pesquisador, é preciso que o empresário saia da zona de conforto. “O próximo ano será de ajustes e vai ser preciso melhorar a cada dia”, destacou.

Por outro lado, ele apresentou alguns indicadores que podem ser encarados como positivos para o varejo, como a queda no nível de endividamento. Em setembro, o endividamento era de 63,1% dos consumidores, número que caiu para 60,2% em outubro. Já a fatia de pessoas que disseram não ter condições de pagar caiu de 5,9%, em setembro, para 5,4% em outubro. “Existem ajustes de nível governamental que precisarão ser feitos, mas existem ajustes em nível de indivíduos que já vêm acontecendo”, disse Campos.

Para o pesquisador, a indústria deve apostar no varejo multiformato e customizado, mantendo suas marcas relevantes. “Criar conexões emocionais é fundamental”, acrescentou, usando como exemplo o grande sucesso contemporâneo dos produtos artesanais. “O nosso calçado é artesanal, fazemos quase tudo à mão, mas precisamos contar essa história. Outro ponto é a nostalgia, que dá segurança e cria um laço emocional importante”, listou, citando apenas alguns dos desafios empresariais para o próximo período, que será de ajustes econômicos, mas que deve ser também de mudanças culturais no âmbito das empresas.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Abicalçados

 

 

 

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O projeto tem a coordenação do MDIC e é executado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil)

O site do Sistema Moda Brasil (SMB) está de cara nova e traz informações, dados e eventos atualizados da indústria da moda brasileira, mostrando o potencial do setor que movimenta mais de US$ 90 bilhões por ano: de têxteis aos componentes de calçados, do couro às gemas e metais preciosos. Em sua nova versão a página reúne, em uma mesma plataforma, notícias e informações do setor, além de uma área dedicada a galerias de imagens e videos, tornando a apresentação do complexo moda ao público mais completa e visual. O objetivo é apresentar a públicos estratégicos a moda sustentável, autêntica e criativa que é feita no Brasil e tornar as marcas brasileiras mais competitivas e reconhecidas no cenário nacional e internacional. O projeto tem a coordenação do MDIC e é executado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Entre as informações apresentadas estão as atividades da Brasil Fashion System, a marca de internacionalização da indústria nacional, gerenciada pelas associações do setor que possuem parceria com a Apex-Brasil. Para Igor Brandão, gerente dos projetos setoriais da Apex-Brasil, este é um importante instrumento de comunicação para divulgar não apenas o Sistema Moda Brasil, mas também as atividades do Brasil Fashion System, grupo que há dois anos comanda a promoção da moda brasileira no exterior. “Sob a marca, já foram realizadas ações extremamente relevantes. Um exemplo foi a presença do Brasil na loja Le Bon Marché, em Paris, além da participação em inúmeras feiras, salões de negócios e eventos internacionais, como Who’s Next, ENK Vegas, Miami Swimshow, entre outros”, enumera. 

Sobre o SMB

O SMB foi criado em 2008 pelo MDIC para promover o diálogo e a integração público-privada para a realização de ações que visam o desenvolvimento das cadeias produtivas ligadas à moda brasileira. Além do MDIC e da Apex-Brasil, o grupo conta, entre parceiros governamentais, com a participação da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Ministério da Cultura (Minc). 

São sete as representantes do setor privado que compõem o grupo: Associação Brasileira de Estilistas (Abest), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira das Indústrias de Artefatos de Couro e Artigos de Viagem (Abiacav) e Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM).

Conheça o site em www.sistemamodabrasil.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa - MDIC

 

 

 

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Tecidos, couros e laminados não utilizados na Maratona MUDE foram entregues para a entidade de Ivoti

A Maratona MUDE segue tendo reflexos positivos, tanto no fomento à cultura do Design no meio calçadista, como na sociedade. Fortalecendo o vínculo com a comunidade do Vale do Sinos, a Abicalçados doou, na última quarta-feira (22), os materiais que restaram da Maratona ocorrida no final de setembro, para a APAE de Ivoti/RS. Foram tecidos, laminados sintéticos, couros, forros, colas, entre outros materiais utilizados no desenvolvimento dos produtos. “Eles ficaram muito felizes com a doação, pois conseguem aproveitar todos estes materiais de diferentes maneiras. Para a Abicalçados, esta iniciativa fortalece o papel social da instituição”, avalia a analista da Unidade de Desenvolvimento da entidade, Maria Eduarda Müller.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Abicalçados

 

 

 

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Inspiradas no sistema "fast fashion" das marcas de vestuário, estão conseguindo driblar o momento difícil por que passa o setor

Com uma estratégia que combina preço acessível e renovação rápida dos produtos nas vitrines, a cada semana ou quinzena, grifes de calçados adotam a estratégia "fast shoes". Inspiradas no sistema "fast fashion" das marcas de vestuário, estão conseguindo driblar o momento difícil por que passa o setor.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), as vendas tiveram queda de 1,3% no primeiro semestre, em relação a igual período de 2013, e a produção recuou 6%. Na direção contrária, marcas como Santa Lolla e Via Mia estão crescendo em um ritmo ao redor de 20% este ano.

"Com a retração no consumo, os clientes procuram o bom investimento. E a estratégia de adequação de preços da companhia tem permitindo que a marca cresça", diz o sócio da Via Mia, Andrei Sabbag. A Via Mia tem 27 lojas, 14 próprias. A expectativa é fechar o ano com crescimento de 25% e faturamento de R$ 52,5 milhões.

Sabbag diz que a precificação agressiva faz a margem de lucro da empresa ser baixa. "Sobrevivemos tendo muito volume e planejando com antecedência produtos e materiais. Toda quinzena tem novidade na loja, o que gera uma movimentação grande de clientes".

O sócio da Santa Lolla, Victor Costa, afirma que a oferta constante de modelos ajuda a fidelizar a cliente, que volta sempre à loja. "Oferecemos seis coleções por ano. Temos sapatos novos toda semana. Hoje está todo mundo muito sensível a preço. Sem deixar de lado a qualidade, nosso sapato custa a partir de R$ 89", afirma Costa.

A Santa Lolla tem previsão de fechar 2014 com crescimento superior a 20%, considerando o critério "mesmas lojas", que compara o desempenho de pontos de venda abertos há pelo menos um ano. A expansão total da empresa deve superar 50%. A previsão é faturar R$ 200 milhões. A marca tem 125 lojas no país, sendo uma própria.

A adequação de preço é o que o diretor da Emporio Naka, Mario Nacaratto, buscou quando reestruturou a companhia em 2012. Reduziu o número de lojas de 45 para 12, cortou custos e repassou os ganhos para o consumidor. Tudo para a marca continuar sendo o que Nacaratto chama de "achadinho". "Em um cenário econômico onde todo mundo busca preço, a consumidora procura o achadinho. Ela quer o bom custo benefício, porque vai usar o produto por três meses, depois vai comprar outro e esquecer o antigo", afirma.

Nacaratto não disse qual foi o ganho com o corte de custos, mas garantiu que o preço agora está "bem agressivo" em relação aos concorrentes. "Na hora da dificuldade, não adianta ser grande e inchado e repassar para o consumidor. Saímos também dos shoppings de aluguéis abusivos", conta.

A reestruturação melhorou as margens. "Temos conseguido manter nossos números, não posso falar em crescimento porque o mercado está recessivo, mas a gente não tem queda nas vendas em função da reestruturação. Foi um pulmão novo para a empresa", diz Nacaratto.

Em sua análise, o varejo continuará estrangulado por pelo menos um ano. Por isso, em vez de abrir lojas físicas, ele pretende elevar as vendas para multimarcas. "Buscamos entrar em todo território nacional a partir de outubro. Vamos atuar em 500 pontos de venda multimarcas no Brasil", afirma o empresário.

A Santa Lolla também atua no atacado, e atende quase mil varejistas. "Somos muito seletivos com as franquias. O mercado de shoppings está crescendo muito, com oferta de imóveis e localização, mas muitos desses empreendimentos tem demorado para maturar", acrescenta Costa.

Para Heitor Klein, presidente da Abicalçados, 2015 está se configurando como um ano também complicado. "[A expectativa] é que tenhamos impacto negativo, possivelmente não teremos crescimento no varejo, em função da necessidade de ajustes [na economia]. A inflação também deve subir devido aos reajustes de energia", disse Klein.

Este ano, a piora no endividamento das famílias, a inflação em nível mais alto e o aumento das importações deve fazer com que o setor termine dezembro com crescimento zero. A indústria de calçados em geral deve repetir os números de 2013, quando vendeu 800 milhões de pares de sapatos e faturou R$ 26,8 bilhões.

Fonte: Valor Econômico

 

 

 

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Curso de Cool Hunting tem inscrições até quinta-feira, dia 16

Ainda respirando os ares da Maratona MUDE, que trouxe o design e a moda para assumir o protagonismo de uma nova identidade para o setor calçadista nacional, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) abriu as inscrições para os cursos de Cool Hunting e de Processos Criativos para a Moda, que serão ministrados nos próximos meses na sede da entidade, em Novo Hamburgo/RS.

Com a parceria qualificada do Istituto Europeo di Design (IED), que emprestará o conhecimento de parte do seu corpo docente, os cursos têm o objetivo de criar uma cultura de moda no segmento, facilitando a identificação das tendências em comportamento emergentes e norteando a aplicação da criatividade e inspiração nos desenhos dos produtos, sempre com viabilidades técnicas e de construção de marca. O primeiro curso da grade será “Cool Hunting – Tendências de Comportamento e Consumo”, que será ministrado pelo professor do IED Bruno Pompeo. Com o objetivo de auxiliar na compreensão e interpretação dos comportamentos sociais emergentes e as influências deles no consumo, as aulas serão ministradas nos dias 21, 22, 23, 24 e 25 de outubro, com horários diferenciados nos dias da semana – 19hs às 22h30min – e no sábado – das 8h30min às 12hs. As inscrições seguem até o próximo dia 16.

No mês seguinte iniciam as aulas do curso de Processos Criativos para a Moda. Ministrado pela professora do IED, Meline Moumdjian, o curso traçará um norte de aplicação da criatividade e inspiração no desenho dos produtos, debatendo viabilidades técnicas e o processo de construção de marca. As aulas serão ministradas nas quartas e quintas-feiras no período compreendido entre 12 e 27 de novembro, sempre das 19hs às 22hs. O prazo de inscrição para o curso se estende até o próximo dia 31.

Para o coordenador da Unidade de Desenvolvimento da Abicalçados, Cristian Schlindwein, a Abicalçados assumiu o compromisso com o design calçadista brasileiro de forma definitiva. “Queremos cada vez mais criar oportunidades de desenvolvimento aos profissionais do setor e, para isso, além de eventos como foi a Maratona MUDE, daremos continuidade a cursos exclusivos”, destaca.

Ambos os cursos terão 18 horas de aulas. Mais informações, valores – que são diferenciados para associados da Abicalçados - e matrículas através do telefone 51 3594 7011 ou e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. .

Fonte: Assessoria de Imprensa - Abicalçados

 

 

 

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