Dudu

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No que depender dos calçados, bolsas e cintos da Verofatto (Parobé/RS), a próxima temporada de primavera-verão será sofisticada e leve. A coleção da grife tem slides, sneackers, plataformas, sandálias e mules como grandes apostas, muito bem acompanhados por bolsas e cintos cuidadosamente elaborados para manter o mesmo fio condutor da coleção.

No clima da estação, as peças são delicadamente complementadas por flores e folhas, brilhos e metalizados, além de elaborados vazados em laser, laços e babados, seguindo as tendências da cena fashion internacional. Na paleta de cores, fúcsia, pitanga, fisalis e acqua dão o ar veranil, enquanto verde, quartzo e branco dão um toque de suavidade. Nude, cognac, tan, navy, tomate e preto seguem como clássicos.

 

Os pequenos e médios empresários que participaram do estande coletivo de Franca venderam mais de 50 mil pares de calçados e tiveram um faturamento de quase R$ 4 milhões na Francal. Os números constam de uma pesquisa de avaliação feita pelo Sindifranca (Sindicato das Indústrias de Calçados de Franca).

O Espaço Moda Franca é bancado pela Prefeitura e pelo Sindifranca, que subsidiam a participação de empresas que não têm condições de arcarem sozinhas com os custos. Este ano, 17 marcas expuseram os seus produtos no estande coletivo, que recebeu a visita de 4,1 mil pessoas.

Todos responderam à pesquisa de avaliação feita pelo Sindifranca. Onze expositores, 65% do total, disseram que a feira foi boa ou ótima. Juntas, as 17 empresas disseram ter vendido 50.115 pares nos quatro dias de feira - na média, cada uma vendeu 2,9 mil pares.

As 17 empresas somaram um faturamento de R$ 3,9 milhões, média de R$ 232 mil. A menor receita declarada foi de R$ 60 mil. Um empresário informou ter fechado pedidos que resultaram em R$ 720 mil. 

“Os números mostram o quanto é importante participar da feira. Importante ressaltar que, além das vendas, foram abertos muitos contatos que, se bem trabalhados, vão resultar na concretização de novos negócios”, disse José Carlos Brigagão do Couto, presidente do Sindifranca.

Os expositores fecharam pedidos de exportação para nove países: Líbano, República Dominicana, Bolívia, Colômbia, Índia, Chile, Paraguai, Argentina e Estados Unidos. Eles disseram que pretendem participar de todas as feiras e que o espaço deve ser ampliado. “No geral, o resultado foi positivo. Quem não vendeu errou na coleção ou no preço”, ressaltou Brigagão.

 

Um importador da Líbia comprou de 30 mil a 40 mil pares de calçados durante a Francal, informa a Agência de Notícias Brasil-Árabe. Mohamed Swayeb é representante de compras da empresa Schuhmacher Medtech, que distribui os produtos e mantém a rede de lojas Al Khaleej. O importador esteve no dia 5 de julho na sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira (foto), que foi parceira da organização da Francal no convite e atendimento aos empresários árabes na feira. 

Swayeb compra calçados do Brasil há cerca de um ano. A empresa tem dez lojas na Líbia, uma no Egito e uma na Alemanha. Ela também atua com distribuição. O líbio conta que estava na Itália, em 2007, quando se deparou com as palavras “made in Brazil” em um calçado. De lá mesmo pegou um avião para o Brasil atrás de calçados. Sem conhecer o País e sua indústria, acabou encontrando ajuda de William Atui, parceiro de negócios do seu irmão. À reportagem da ANBA, ele destacou no calçado brasileiro o conforto e a entrega perfeita. “Os nossos clientes gostam muito do produto do Brasil”, diz Swayeb.

O importador compra e comercializa calçados masculinos, femininos e infantis. Ele distribui 500 contêineres por ano, entre o que vai para as lojas e para terceiros. Swayeb fez uma avaliação positiva da Francal, disse que comprou principalmente calçados para o verão, bastante usados na Líbia, mas também modelos para o frio.

Ghaddar, de Omã, também ficou bem impressionado com a feira e sua organização. Ele disse que nela encontrou as melhores empresas de calçados do Brasil. “A equipe da Francal é muito amigável, como uma família, eu virei de novo, para todas as feiras Francal”, afirmou, agradecendo também o apoio da Câmara Árabe. O empresário, que não conhecia a produção brasileira de calçados, resolveu participar da mostra após convite da entidade.

A Câmara Árabe e a Francal foram parceiras no convite aos árabes. A Câmara Árabe manteve um espaço dentro do International Lounge na Francal e deu auxílio para que os importadores árabes encontrassem fornecedores para suas demandas. Maurício Borges destacou a parceria. “A participação foi promissora, gerou resultados positivos para as empresas brasileiras participantes da feira. Com a parceira também foi possível gerar negócios para empresários árabes que nunca tinham pensado em vir ao Brasil”, afirmou Borges, citando o caso da Shoe Palace.

Na feira, pela Câmara Árabe prestaram assessoria aos importadores árabes o assistente de Inteligência de Mercado, Mohamed Hassanein Aly, e o assessor comercial João Bianchini. Diretores da entidade como Atui, Abdouni Neto e Mohamad Orra Mourad também estiveram na mostra e conversaram com os importadores. Além de empresas de Omã e da Líbia, a Francal recebeu importadores árabes de outros países, como Marrocos, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Arábia Saudita.

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promove, a partir das 8:10h do próximo dia 18 de julho, o Seminário de Automação Logística. Realizado no auditório da ACI, em Novo Hamburgo/RS, o evento tem o objetivo de discutir a importância da adoção da “cultura da automação” como ferramenta estratégica nas empresas. 

Para ilustrar a importância da serialização na automação logística, o case escolhido foi o da Via Marte. Indústria de calçados femininos de Nova Hartz/RS, a empresa possui quatro décadas de atuação e sempre teve como foco a questão da produtividade, sendo que a partir de 2003 implantou um sistema de otimização logística para redução de custos e qualificação dos controles internos. O gerente de Tecnologia da Informação da empresa, Ivair Kautzmann, que será um dos palestrantes do evento, destaca que a partir daquele ano a empresa passou a atuar no GOL - Grupo de Otimização Logística - em parceria com a Abicalçados, iniciativa que daria origem ao Sistema de Operações Logísticas Automatizadas (SOLA). 

Prêmio
Em 2015, a Via Marte recebeu o Prêmio Direções Abicalçados na categoria Gestão Industrial com o case que será apresentado na palestra de Kautzmann. O gerente conta que o projeto envolveu identificação padrão tanto para o produto (GTIN) como para a unidade logística (SSCC), o que gera, até hoje, uma economia anual de cerca de R$ 500 mil. Segundo ele, o investimento inicial, com hardware - scanners industriais e computadores, já que a empresa possui seu próprio software -, ficou na faixa de R$ 60 mil, devido ao porte da empresa, que tem uma produção média de 30 mil pares diários. “Com a adoção do sistema, conseguimos uma total rastreabilidade de mercadoria, assim mitigando problemas como sinistros, perdas e pirataria, e acima de tudo melhorar a organização interna e a nossa produtividade”, comenta o gerente, acrescentando que também foi possível reduzir custos com erros e retrabalho. “Antes de adotarmos o processo existia uma margem de erro entre 3,5% e 4,5% em volumes que saiam da empresa, isso significava custos elevados”, comenta. 

Tema de casa 
Kautzmann ressalta que o empresário não pode ver a questão logística como estratégia de concorrência. “Nesse processo, ganhamos mais se tivermos escala, a automação de todos os elos da cadeia, do fornecedor ao varejo”, explica. 

Segundo o gestor, a empresa, com a adoção do processo, fez a “lição de casa”, melhorando a produtividade, reduzindo custos, aumentando a agilidade e a organização interna do trabalho. Por outro lado, segundo ele, como muitos dos fornecedores e prestadores de serviços ainda não utilizam o sistema de padrão global GS1 (usado pela empresa), não é possível acabar com os erros externos, recorrentes durante o processo de logística. Ou seja, consegue-se saber quem errou, por meio da rastreabilidade, mas não prevenir o erro por causa da falta de engajamento dos demais players. “Hoje, duas das nossas sete transportadoras utilizam o sistema. O número passa para 50% no fornecimento de materiais e de zero no varejo”, lamenta. “É preciso um maior entendimento da importância da questão para todos os elos da cadeia”, conclui. 

Evento
O Seminário de Automação Logística é uma promoção da Abicalçados que tem a parceria da Fenac - Fimec 2018, Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI NH/CB/EV), Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC) e GS1 Brasil. Gratuito e com vagas limitadas, o evento inscreve no link http://bit.ly/2u86HU3.


Programação
Seminário de Automação Logística
08:10 - 08:30 Recepção
08:30 - 09:30 Palestra: 3 Etapas para a Logística Integrada
09:30 - 10:00 Coffee Break e Networking.
10:00 - 11:00 Palestra: Serialização na Indústria Calçadista - Case Via Marte.
Local: ACI Novo Hamburgo, 3º Andar - Rua Joaquim Pedro Soares, 540
Inscrições gratuitas:  http://bit.ly/2u86HU3.
Transmissão ao vivo: https://youtu.be/X2yi1_qk4o8.

 

A Clave de Fá produz calçados de couro trabalhados em corda. Os modelos femininos são rústicos e ao mesmo tempo modernos, sempre acompanhados de um detalhe delicado.

Inspirado na tendência sportwear, a Clave de Fá aposta em tênis com aplicações de flores e pérolas romantizando o verão. Sapatos abertos, mule e espadrilles também fazem parte da coleção. Materiais em cortiça, estampa floral e tecido denim preenchem a lateral dos calçados de salto. A cartela de cores passa por alguns tons de azul, bege, branco, nude e rosê.

 

A Les Royals produz uma variedade de calçados sem salto, entre flatforms, birken e rasteiras. A empresa está participando da Francal a fim de prospectar novos contatos para desenvolvimento de produto.

Além da coleção de verão, a Les Royals trouxe para a feira também modelos da coleção de Inverno, para antecipar o preview 2018.

 

Contrariando os prognósticos do início do ano, carregados com a crise econômica e a instabilidade política – que tinha efeitos diários no câmbio -, as exportações brasileiras de calçados cresceram no primeiro semestre do ano. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), entre janeiro e junho foram embarcados 59,36 milhões de pares que geraram US$ 528,8 milhões, números maiores tanto em pares (2,5%) quanto em receita (17%) no comparativo com igual período do ano passado. Somente no mês seis foram embarcados 10,2 milhões de pares que geraram US$ 87,4 milhões, altas de 9,8% e 4%, respectivamente, no comparativo com o mesmo mês de 2016.
 
O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, destaca que o número surpreende positivamente. “Os números, felizmente, quebraram o nosso prognóstico, que no início do ano era melhor para o mercado interno do que para as exportações, visto a instabilidade do câmbio”, avalia.

Segundo o executivo, a explicação para o incremento passa pela diversificação de mercados – menor concentração em determinados países, como os Estados Unidos, por exemplo - e aos esforços das empresas brasileiras no fortalecimento de imagem e marca além-fronteiras. “A indústria calçadista vem fazendo a lição de casa, cortando custos, buscando a manutenção de preço e diversificando mercados. Em 15 anos, passamos de 99 destinos para quase 160, é um salto impressionante e que certamente influencia nesses números positivos”, explica Klein, ressaltando que a desvalorização do dólar fez com que o preço do calçado brasileiro aumentasse quase dois dólares por par, “número que seria maior não fosse o esforço das empresas”.

Destinos
No semestre, o principal destino do calçado brasileiro foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 5,5 milhões de pares por US$ 95,88 milhões, quedas de 11,7% em pares e 6,5% em dólares na relação com igual ínterim do ano passado.
 
O segundo destino foi a Argentina. Nos seis meses, os hermanos compraram 4,23 milhões de pares que geraram US$ 64,66 milhões, altas de 27,2% em volume e 56% em dólares no comparativo com o mesmo período de 2016.
 
O terceiro destino do semestre foi o Paraguai. Conhecido como comprador de produtos de verão, chinelos e sandálias praianas, o país vizinho comprou quase 7 milhões de pares no período, o que gerou US$ 43 milhões para os calçadistas brasileiros, queda de 8% em pares e aumento de 105,3% em dólares no comparativo com o primeiro semestre do ano passado.
 
RS: o maior exportador do Brasil
No semestre, o Rio Grande do Sul seguiu como o principal exportador de calçados do Brasil. No período, os gaúchos embarcaram 13,53 milhões de pares por US$ 222,34 milhões, incrementos de 4,3% em volume e de 14% em receita na relação com o ano passado.
 
O segundo maior exportador, em receita, foi o Ceará. No semestre, os cearenses embarcaram 22,4 milhões de pares por US$ 129,23 milhões, altas de 5,6% em pares e 10,6% em dólares em relação ao mesmo período de 2016.
 
No terceiro posto apareceu São Paulo. No período, os paulistas exportaram 4,2 milhões de pares que geraram US$ 61,33 milhões, queda de 18% em volume e alta de 11,3% em receita no comparativo com o ano passado.
 
Importações
O semestre terminou com uma recuperação das importações de calçados. De olho na lenta - mas consistente - recuperação da demanda interna, a entrada de calçados também foi favorecida pela desvalorização do dólar, o que tornou o produto estrangeiro mais barato no Brasil. Nos seis meses entraram no Brasil 13 milhões de pares de calçados, 4% mais do que no mesmo ínterim do ano passado. Em receita, porém, o número foi 0,3% menor no mesmo comparativo, fato explicado pela queda no preço médio do produto comprado do exterior (de US$ 13,93 para US$ 13,33).
 
As principais origens das importações foram: Vietnã (5,33 milhões de pares e US$ 98,78 milhões, altas de 2,3% em pares e 1,2% em dólares na relação com o primeiro semestre do ano passado); Indonésia (2 milhões de pares e US$ 33,32 milhões, quedas de 4,7% e de 9,8%, respectivamente); e China (4,2 milhões de pares e US$ 17,53 milhões, alta de 0,2% em volume e queda de 9,8% em receita).

A surpresa foi a Itália. Exportando produtos de alto valor agregado – com preço médio de quase US$ 125 o par – os italianos embarcaram para o Brasil 78 mil pares por US$ 9,75 milhões, altas de 23% em volume e de 29% em dólares na relação com 2016.
 
Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações caíram no primeiro semestre do ano. No período entrou no Brasil o equivalente a US$ 19,78 milhões, 19% menos do que em 2016. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

 

A noite de 2 de julho foi de fortes emoções para os finalistas do 22° Prêmio Francal Top de Estilismo, que compareceram à cerimônia de premiação realizada no primeiro dia da Francal 2017. Na ocasião, foi revelada a classificação dos vencedores das três categorias - Calçado Feminino, Calçado Masculino e Bolsa -, que além do troféu receberam o prêmio em dinheiro e o reconhecimento do mercado ao seu talento.

Na presença de lojistas, fabricantes, estilistas, jurados, entre outros profissionais ligados à cadeia do calçado e acessórios de moda, o presidente da Francal Abdala Jamil Abdala subiu ao palco para dar às boas vindas e agradecer a presença de todos.

“Quando a Francal tem o propósito de descobrir novos talentos, é sempre uma alegria premiar aqueles que se esmeraram em participar. Os 66 participantes do 22° Prêmio Francal Top de Estilismo, bem como, os nove finalistas, já são vencedores. Daqui, serão escolhidos os novos talentos que no futuro serão expositores da Francal e contribuirão para o progresso da indústria brasileira”, declarou.

Dando início à entrega dos troféus, a revelação dos vencedores começou pela Categoria Bolsa, que consagrou o prêmio de 1° lugar à Melissa Feder, de São Paulo. “Para mim é uma grande honra, estou muito feliz com essa conquista. Eu não esperava ganhar, pois são tantos talentos e propostas bem diferentes”, declarou emocionada.

Com uma proposta totalmente inovadora e cheia de criatividade, Melissa desenvolveu uma bolsa, que, segundo ela, é para facilitar o dia-a-dia de mulheres modernas que vivem na correria. Construído em couro, o modelo possui em sua parte interna uma caixa térmica para levar marmita. “Ao invés de carregar várias bolsas ao mesmo tempo, o modelo substitui todas elas atendendo mais de uma função”, explica.

Os demais vencedores da Categoria Bolsa foram Sirley Rodrigues Ordonis da Silva, da cidade de Caraguatatuba/SP, que ficou em segundo lugar, e Abraão Gomes Lacerda Cavalcante, de Campina Grande/PB, que ficou em terceiro.
Na categoria de Calçado Masculino, o primeiro colocado foi Ricardo Cardoso de Carvalho, de Franca, que estava na torcida minutos antes de dar início à premiação. “Olha, você tem que estar na expectativa positiva sempre, e não desmerecendo os outros calçados, obviamente, mas precisa estar confiante que você vai ser o primeiro colocado. Este é um prêmio muito legal que vai ajudar muito a minha carreira, principalmente, no setor de Franca, que é o centro do calçado masculino”, afirma.

Para a construção do calçado, Ricardo se inspirou na sustentabilidade, nos calçados ecológicos e ecofriendly. “Trabalho numa empresa, que presa muito esse lado de calçados sustentáveis, então eu tive todo apoio deles pra utilizar os componentes sustentáveis para montar meu protótipo”, declara.

Os demais vencedores da categoria foram Samuel Pasqual Xavier e César Fernandes Sousa, ambos de Franca, que ficaram com o segundo e terceiro lugar, respectivamente.

Por fim, na categoria Calçado Feminino, Klivisson Dennison Campelo dos Santos levou o primeiro lugar, com um modelo criado para valorizar a brasilidade que, segundo ele, o mercado não oferece produtos com essa característica. Para elaborá-lo, o designer se baseou na mistificação brasileira e na diversificação de cores, e também na mania que a mulher tem de suspender um dos pés para descansá-lo.

“Pensando em todas essas questões, desenvolvi um calçado feminino com formas suaves e dinâmicas em alusão às formas do Pão de Açúcar que é o nosso cartão postal do Rio de Janeiro. O solado é impresso em 3D, em material do tipo PETG, mais resistente e reutilizável.

Após a entrega dos troféus, os vencedores participaram de um sorteio em que concorriam a uma bolsa de estudos no Curso de Extensão One Year – Creative Course, Shoes & Bags – Design and Business oferecida pelo IED – São Paulo. O ganhador foi o designer Abraão Gomes Lacerda, que concorria ao Prêmio Francal em duas categorias: Calçado Feminino e Bolsa. “Eu estava muito na torcida para ganhar o curso, que acredito que vai agregar à minha carreira profissional”, afirma. Além da bolsa, também foi sorteado um celular Asus aos vencedores. Quem levou o prêmio foi Samuel Pasqual Xavier.

 

Na Francal 2017, com a visita de 854 compradores e a comercialização de 41.737 pares de calçados ou artefatos, o Estande Coletivo do RS obteve, já no primeiro dia de evento, 2 de julho, um resultado em negócios no valor de R$ 2.126.061,00, superando o mesmo período de 2016.

O Projeto, que este ano reúne 42 micro e pequenas empresas do setor coureiro-calçadista, é realizado em parceria com a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI-NH/CB/EV), a Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/RS).

O retorno das empresas de Novo Hamburgo para o Coletivo do RS é uma das novidades nesta edição. O Projeto tem o apoio do município hamburguense e das prefeituras de Campo Bom e Sapiranga. O diretor da ACI também ressalta a importância desse retorno das empresas hamburguenses para o estande, após oito anos. "Isto é resultado de um esforço conjunto. É trabalhando em parceria que a gente cresce, que trazemos resultados para toda a região. Nos orgulha esta ação conjunta, já traduzida em muito retorno no primeiro dia, e nos traz muita esperança de resultados positivos", pontua Kirsch.

Além disso, estar alinhado ao espaço do Rio Grande do Sul representa mais força do setor, mais oportunidades de venda. Estamos trabalhando com economia e eficiência, mostrando o potencial do nosso calçado para o Brasil e para o mundo”, ressalta a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, que visitou todos os expositores locais, conhecendo seus produtos e conversando sobre os benefícios do retorno para o Estande Coletivo do RS.

 

 A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu, durante a realização da 49ª edição da Francal, maior feira da América Latina para lançamentos das coleções de calçados para a primavera-verão, mais uma edição do Projeto Comprador Vip. Realizado em conjunto com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), por meio do programa de apoio às exportações de calçados, o Brazilian Footwear,  a iniciativa trouxe compradores dos grupos russos Henderson e Pazolini, e da Colômbia, do Studio F.
 
A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, destaca que os compradores saíram satisfeitos e com amostras de empresas de segmentos variados, eles reportaram uma expectativa inicial de negócios de mais de US$ 250  mil para os próximos meses. “Os importadores levaram amostras com o objetivo de identificar possíveis adaptações para os seus mercados, ressaltando sempre a qualidade dos materiais, o desenho e o conforto dos produtos”, avalia Letícia, acrescentando que um dos grupos russos, a Pazolini, que possui 300 lojas na Rússia, não reportou a expectativa de negócios. “Esse número de US$ 250 mil, certamente, irá aumentar nos próximos meses, pois as compradores identificaram ótimas oportunidades”, conclui a coordenadora.
 
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Durante a feira calçadista, o Brazilian Footwear também viabilizou a vinda de jornalistas de alguns dos principais veículos segmentados de calçados do mundo: Maite Ruiz Atella (Global Fashion/Espanha), Jose Rivera (ModaPelle/Itália), Jean Pierre Bidegain (Chausser/França), Bárbara Solini (Edizioni AF/Itália), Andres Rodriguez (Style America/Colômbia), Aida Maria Martinez Ipuz (ADN/Colômbia), Maurício Herzcovich (CueroAmerica/Argentina) e Horacio Delfino (Serma/Argentina). Segundo a gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, o objetivo do projeto, realizado nas principais feiras de calçados do Brasil, é trazer os jornalistas para potencializar a divulgação do produto verde-amarelo além-fronteiras.
 
Francal
A 49ª edição da Francal, feira que reuniu 1,5 mil marcas de calçados e acessórios para lançar as coleções de primavera-verão, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, aconteceu entre os dias 2 e 5 de julho. A próxima edição da mostra acontecerá após a Copa do Mundo de 2018, entre 16 e 19 de julho, no mesmo local.

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