Dudu

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 Acontece do dia 28/09 ao dia 12/10 a Oficina Bambini, onde as mamães que forem com seus filhos na rede de lojas físicas Capodarte, terão tags de bolsas disponíveis para serem customizadas pelas crianças. Consulte as lojas participantes no SAC Capodarte.

 As linhas Capodarte Baby e Bambina são charmosas opções de presentes para agradar em cheio as pequenas e ainda fazer uma dupla de estilo com as mamães. Os modelos trazem o clássico matelassê da marca e, como tendências da estação, as inspirações navy e cetim.  

Capodarte Baby está disponível do tamanho 17 ao 24 e a Bambina do 24 ao 32.

As linhas podem ser encontradas nas lojas Capodarte de todo o país, com preço médio de R$220,00 para a Baby e R$340,00 para a Bambina e na loja online www.capodarte.com.br

10 Oct 2017

 

Desde que a JAB Luxury, divisão de luxo do grupo alemão JAB Holdings, vendeu a Jimmy Choo ao americano Michael Kors, os olhos da empresa estão sobre sua outra marca de calçados: a suíça Bally, que foi colocada à venda em abril por quase 600 milhões de euros.

De acordo com várias fontes próximas ao dossiê citado pela Bloomberg, as candidatas estão se multiplicando principalmente na Ásia, onde a Bally é muito apreciada; e em especial na China, onde, em junho, a marca suíça contratou pela primeira vez uma porta-voz expressamente para o mercado Ásia-Pacífico, a atriz Tang Yan. 

E dentre os candidatos à compra estão dois nomes chineses muito importantes. O primeiro é o conglomerado internacional Fosun, liderado pelo bilionário Guo Guangchang e já ativo na moda; e o segundo é ninguém menos que a gigante chinesa Fujian Septwolves Industry, fundada em 1990 por Zhou Shao Xiong. 

Até a japonesa Itochu Corporation está interessada na operação. Na sua divisão de vestuário, o gigante já possui marcas como Hunting World, LeSportsac e Mila Schön, entre outras, bem como 34% das fabricantes de jeans Paul Smith e Edwin.

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 As entidades da cadeia coureiro-calçadista Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), realizaram a quinta edição do FF Exchange no último dia 3, na sede do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC), em Novo Hamburgo/RS. A rodada de negócios, que nesta oportunidade envolveu 11 empresas âncoras e 16 fornecedores de web design, e-commerce e branding/comunicação digital, fez parte da Semana do Calçado, realizada entre 1º e 5 de outubro. 

A analista de Inovação da Abicalçados, Patrícia Ott, introduziu o evento ressaltando que a iniciativa, hoje sucesso no meio calçadista, faz parte do escopo do programa Future Footwear, lançado em agosto do ano passado. “O objetivo macro do programa é desenvolver uma nova indústria do setor coureiro-calçadista, por meio de novos modelos de negócios, novos processos e produtos inovadores, e a tecnologia tem relação com isso”, comentou.

Speed dating
As rodadas de negócios propostas pelo FF Exchange acontecem no modelo speed dating, pelo qual as empresas têm cinco minutos para apresentarem os seus serviços para os potenciais clientes. “É um modelo que deu certo, pois é dinâmico e cria um vínculo importante entre os players do setor”, acrescentou Patrícia. 

Para Bruna Stalla, coordenadora de Marketing Digital e E-commerce da Bischoff Group, o formato dinâmico da iniciativa otimiza, acima de tudo, o tempo para contato com diversos tipos de fornecedores de serviços. “Em menos de duas horas tivemos contato com 16 empresas. Quanto tempo eu levaria para fazer isso da forma convencional?”, questionou. Segundo Bruna, a Bischoff Group saiu com bons contatos, que devem se tornar negócios posteriores. “Estou aqui com três cartões, três empresas de mídia digital e produção de fotos e vídeos com as quais certamente teremos novos encontros para um relacionamento mais longo”, destacou. 

O gerente comercial da Máquinas Sazi, Edson Borsoi, que pela primeira vez participou da iniciativa, saiu satisfeito. “Estamos com planos de avançar na venda e marketing digital e estar aqui foi muito oportuno”, contou, ressaltando que a empresa ainda não conta com parceiros na área e que, certamente, fechará parcerias por meio do evento. Segundo Borsoi, a expectativa da Sazi para o evento era tão grande que a empresa criou um sistema de pontuação para avaliar os fornecedores com os quais se relacionaram nas rodadas. “Quanto tempo demoraríamos para encontrar todos os prestadores de serviços que tivemos contato aqui? Tínhamos uma expectativa muito grande e gastamos 40 horas planejando essa participação, criando um sistema para avaliação”, disse o gerente, enquanto analisava e pontuava cartões a sua frente. 

Visão dos prestadores
Pela primeira vez participando da iniciativa, o diretor de Negócios da Agência Due, Thiago Costa, estava satisfeito. “A rodada nesse formato dinâmico e essa aproximação das agências com potenciais clientes é muito importante. Nós, do ramo da comunicação, muitas vezes temos dificuldades de acessar as empresas, falar com o mercado. O evento serviu, sobretudo, para pegar percepções e entender as demandas dos calçadistas”, avaliou Costa, ressaltando que o encontro foi uma “porta de entrada” para a atuação no segmento. 

Também pela primeira vez no FF Exchange, a agência Alright, destacou a participação de empresas fornecedoras de indústrias calçadistas. “As empresas produtoras de calçados, geralmente, já têm uma área de marketing digital mais estruturado. O que nos chamou a atenção foi o interesse dos fornecedores delas, do setor de máquinas e curtumes”, ressaltou a “Agente Secreta” da empresa, Jéssica Homem, acrescentando que a empresa já trabalha com plataformas digitais para algumas indústrias calçadistas.   

Participaram desta edição do FF Exchange as âncoras: Beira Rio, Bibi, Ramarim, Bischoff Group, Criativar Matrizaria, Máquinas Sazi, Curtume Minuano, BKS Máquinas, Stick Fran, Gelíssica e Morbach. As empresas fizeram contatos com: B. Pró Agência de Comunicação, Moovin Plataforma E-commerce, WPlay, Studio Coralli, Alright Media, DZ Estúdio, Agência 3G Planning, Checklist Fácil, Chairô Films, Cartola Conteúdo, WT Agência, Aunica, BRA Marketing Digital, Agência DUE, GH Branding e IBB.

 

As entidades da cadeia coureiro-calçadista Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), realizaram a quinta edição do FF Exchange no último dia 3, na sede do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC), em Novo Hamburgo/RS. A rodada de negócios, que nesta oportunidade envolveu 11 empresas âncoras e 16 fornecedores de web design, e-commerce e branding/comunicação digital, fez parte da Semana do Calçado, realizada entre 1º e 5 de outubro. 

A analista de Inovação da Abicalçados, Patrícia Ott, introduziu o evento ressaltando que a iniciativa, hoje sucesso no meio calçadista, faz parte do escopo do programa Future Footwear, lançado em agosto do ano passado. “O objetivo macro do programa é desenvolver uma nova indústria do setor coureiro-calçadista, por meio de novos modelos de negócios, novos processos e produtos inovadores, e a tecnologia tem relação com isso”, comentou.

Speed dating
As rodadas de negócios propostas pelo FF Exchange acontecem no modelo speed dating, pelo qual as empresas têm cinco minutos para apresentarem os seus serviços para os potenciais clientes. “É um modelo que deu certo, pois é dinâmico e cria um vínculo importante entre os players do setor”, acrescentou Patrícia. 

Para Bruna Stalla, coordenadora de Marketing Digital e E-commerce da Bischoff Group, o formato dinâmico da iniciativa otimiza, acima de tudo, o tempo para contato com diversos tipos de fornecedores de serviços. “Em menos de duas horas tivemos contato com 16 empresas. Quanto tempo eu levaria para fazer isso da forma convencional?”, questionou. Segundo Bruna, a Bischoff Group saiu com bons contatos, que devem se tornar negócios posteriores. “Estou aqui com três cartões, três empresas de mídia digital e produção de fotos e vídeos com as quais certamente teremos novos encontros para um relacionamento mais longo”, destacou. 

O gerente comercial da Máquinas Sazi, Edson Borsoi, que pela primeira vez participou da iniciativa, saiu satisfeito. “Estamos com planos de avançar na venda e marketing digital e estar aqui foi muito oportuno”, contou, ressaltando que a empresa ainda não conta com parceiros na área e que, certamente, fechará parcerias por meio do evento. Segundo Borsoi, a expectativa da Sazi para o evento era tão grande que a empresa criou um sistema de pontuação para avaliar os fornecedores com os quais se relacionaram nas rodadas. “Quanto tempo demoraríamos para encontrar todos os prestadores de serviços que tivemos contato aqui? Tínhamos uma expectativa muito grande e gastamos 40 horas planejando essa participação, criando um sistema para avaliação”, disse o gerente, enquanto analisava e pontuava cartões a sua frente. 

Visão dos prestadores
Pela primeira vez participando da iniciativa, o diretor de Negócios da Agência Due, Thiago Costa, estava satisfeito. “A rodada nesse formato dinâmico e essa aproximação das agências com potenciais clientes é muito importante. Nós, do ramo da comunicação, muitas vezes temos dificuldades de acessar as empresas, falar com o mercado. O evento serviu, sobretudo, para pegar percepções e entender as demandas dos calçadistas”, avaliou Costa, ressaltando que o encontro foi uma “porta de entrada” para a atuação no segmento. 

Também pela primeira vez no FF Exchange, a agência Alright, destacou a participação de empresas fornecedoras de indústrias calçadistas. “As empresas produtoras de calçados, geralmente, já têm uma área de marketing digital mais estruturado. O que nos chamou a atenção foi o interesse dos fornecedores delas, do setor de máquinas e curtumes”, ressaltou a “Agente Secreta” da empresa, Jéssica Homem, acrescentando que a empresa já trabalha com plataformas digitais para algumas indústrias calçadistas.   

Participaram desta edição do FF Exchange as âncoras: Beira Rio, Bibi, Ramarim, Bischoff Group, Criativar Matrizaria, Máquinas Sazi, Curtume Minuano, BKS Máquinas, Stick Fran, Gelíssica e Morbach. As empresas fizeram contatos com: B. Pró Agência de Comunicação, Moovin Plataforma E-commerce, WPlay, Studio Coralli, Alright Media, DZ Estúdio, Agência 3G Planning, Checklist Fácil, Chairô Films, Cartola Conteúdo, WT Agência, Aunica, BRA Marketing Digital, Agência DUE, GH Branding e IBB.

 

O programa Future Footwear, uma realização conjunta entre os principais entidades da cadeia coureiro-calçadista brasileira (Abicalçados, de calçados; Assintecal, de componentes; Abrameq, de máquinas; e CICB, de couros), promoveu mais uma edição do FF Meeting na tarde de ontem (4). O encontro, que aconteceu na sede do Instituto Senai de Inovação e em Soluções Integradas em Metalmecânica, em São Leopoldo/RS, contou com uma palestra sobre a Indústria 4.0, proferida pela professora e pesquisa Cristina Orsolin.

Na oportunidade, a pesquisadora ressaltou a importância da união das entidades da cadeia coureiro-calçadista nacional para “solucionar o problema antes que ele aconteça”. Segundo ela, a Indústria 4.0 já é uma realidade no mundo mais desenvolvido e a adaptação é necessária como uma questão de sobrevivência competitiva. “Estamos passando de um período de troca da moda por demanda, massificada, para uma moda mais individualizada, por isso é importante que a indústria possa desenvolver produtos em lotes únicos, para atender nichos cada vez mais específicos”, comentou. O ponto-chave, segundo Cristina, é flexibilidade. “O objetivo principal da Indústria 4.0 é que possamos produzir lotes únicos ou até individualizados com os mesmos custos da moda massificada. Agora, como fazer isso?”, questionou. E respondeu: para a especialista é preciso  investimento em tecnologia, sobretudo em automação. 

Segundo ela, a Indústria 4.0, nos desdobramentos de robótica e automação, especialmente impressão 3D quando se fala no setor calçadista, já é uma realidade em países mais desenvolvidos. “A questão é que, como a evolução é exponencial, essa realidade não deve demorar muito para chegar no Brasil e a cadeia precisa estar preparada”, acrescentou. 

Pontos
Cristina destacou que os principais pontos do conceito aplicado da Indústria 4.0 são: as estruturas modulares, pelas quais o acoplamento seja simples e flexível, mas com grande coesão interna; os cyber physical systems, ou seja, a integração total do físico e digital; e a chamada Internet das Coisas (IoT), um meio de conectividade fundamental para o avanço da manufatura. A questão levantada é como inserir esses conceitos em uma indústria tradicional e que utiliza alto grau de mão de obra humana como a da cadeia coureiro-calçadista. O primeiro passo, segundo a pesquisadora, é a digitalização total, ou seja, colocar tudo o que é físico no digital e poder adaptar a qualquer momento o processo produtivo, também criando uma “transparência preditiva” aos problemas. “Aqui entra o grande papel do Analytics. Até hoje a indústria ou realizou manutenção preventiva ou fez manutenção de máquinas quando já estavam com problemas”. disse. O segundo ponto, é gerar uma cultura de adaptação, com auto-configuração auxiliada pelos processos de inteligência artificial. 

Tangível
Para fugir apenas da conceitualização, Cristina citou exemplos como o da Adidas, que na Alemanha já produz calçados com impressão 3D, inclusive com palmilhas especiais e customizadas de acordo com a necessidade de cada usuário. 

Para começar os trabalhos da aplicação dos conceitos da manufatura avançada na indústria brasileira de calçados, a pesquisadora aconselha, além da discussão sobre o tema, visando a criação de uma “cultura 4.0” no segmento, o desenvolvimento de fábricas modelos, para testes. “O laboratório é fundamental para evoluir no conceito e ter menos desperdícios de esforços e recursos”, concluiu Cristina.

Após a palestra, os participantes foram convidadas a uma visita guiada no Instituto Senai de Inovação e em Soluções Integradas. 

A Semana
A ação fez parte da programação da Semana do Calçado, criada no ano passado e que uniu as principais entidades setoriais da cadeia coureiro-calçadista – IBTeC, Abicalçados, Assintecal, Abrameq e CICB -, além das promotoras de feiras Couromoda e Fenac (Fimec 2018), e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RS). O objetivo é promover, anualmente,  uma semana de atividades de integração de todas as áreas do complexo. 

 

A doutora em economia aplicada Patrícia Palermo ressaltou, no evento Análise de Cenários, realizado ontem (3), no Locanda Hotel, em Novo Hamburgo/RS, que a economia brasileira dá sinais de melhoras, porém é preciso ficar atento ao ambiente político. O encontro, que contou com presença de empresários do setor coureiro-calçadista foi uma realização da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB).

Segundo a economista, existiu um temor do mercado após a primeira denúncia contra o presidente Michel Temer, que foi desfeita assim que foi rejeitada no Congresso Nacional. “O governo se manteve, o câmbio voltou a cair e o mercado entendeu, não por gostar da pessoa do Michel Temer, mas que a agenda econômica proposta pelo governo é importante para que o país se desenvolva”, comentou. 

Patrícia ressaltou, ainda, que o crescimento frágil e lento, previsto no início do ano, mesmo abalado pela crise política, acabou se confirmando. “Sabíamos que o crescimento seria lento, especialmente porque o Brasil sempre teve crises de curta duração, mas a anterior foi prolongada por oito quedas trimestrais consecutivas, o que acabou atingindo empresas sólidas e retardando o período de recuperação da economia, especialmente pela desorganização interna e dificuldade para o acesso ao crédito”, destacou.

Economia em coma
Para Patrícia, a economia passou a de fato mostrar sinais de recuperação nos dois últimos trimestres, quando interrompeu as quedas consecutivas. “Crescemos 1% no primeiro e 0,2% no segundo trimestre. No primeiro momento, o aumento foi puxado sobretudo pela agricultura, já no segundo foi mais difundido, apontando para um ritmo real de retomada”, acrescentou. “Não é razoável que um paciente que ficou tanto tempo em coma saia correndo da cama. Ele vai cair”, brincou a economista, explicando a necessidade do crescimento gradual, sólido e consolidado.

Mercado de trabalho
Patrícia acrescentou que o mercado de trabalho, neste primeiro momento, tem reagido sobretudo no ramo informal, com mais trabalhadores sem carteira assinada ou autônomos ocupados. “As empresas ainda vão esperar um desfecho melhor dos fatos e a volta do crescimento para voltar a contratar como antes”, comentou, ressaltando que o país segue liquidando empregos, mas em ritmo muito menor do que nos anos de 2015 e 2016, quando foram incinerados 2,8 milhões de postos de trabalho. “Ainda existe uma ociosidade muito grande nas empresas. Não temos uma consolidação da recuperação econômica, mas existe, sim, um quadro de despiora do cenário”, frisou.

Consumo
Para a economista, um dos motores da recuperação gradual da economia nacional é o aumento do consumo das famílias, impulsionado pela liberação das contas inativas do FGTS, que injetou mais de R$ 40 bilhões no mercado, o acesso maior ao crédito e a retomada da confiança. “O consumo das famílias responde por mais de 60% do PIB brasileiro, então é um fato de extrema relevância”, destacou.

O chamado processo de desinflação da economia, notado nos últimos meses, também tem gerado ganhos reais para o consumidor. Patrícia exemplificou com seu próprio caso, que teve dissídio de 6% no início do ano, inflação acumulada dos 12 meses anteriores, e agora convive com uma inflação de 2,4%. “Essa margem foi ganho real, estimulou o consumo”, explicou.

A especialista acrescenta que o processo de desinflação também abriu espaço para a diminuição dos juros. “Devemos fechar 2017 com uma taxa SELIC entre 7,25% e 7%”, adiantou, acrescentando que em janeiro de 2015 a taxa era de 14,25%, o que inibia a tomada de crédito e, consequentemente, o desenvolvimento da economia.

Por fim, Patrícia citou o incremento econômico gerado pelo aumento das exportações ao longo de 2017. “O mundo está crescendo, não como no passado, mas está estimulando as exportações de um modo geral”, destacou. Para 2017, a média de crescimento do PIB mundial deve ser de 3,5%, passando para 3,6% em 2018.

E o Brasil?
Sobre o próximo ano brasileiro, Patrícia é otimista, apesar de prever “mais uma temporada de House of Cards”. Ela faz referência à série norte-americana que mostra a corrupção institucionalizada no seio do poder. Segundo ela, com a política não atrapalhando mais o andamento das reformas profundas relevantes para a retomada econômica, o país deve consolidar o crescimento ao longo de 2018. “A maior dúvida é focada na nossa própria trajetória. Temos uma agenda de reformas em andamento, que traz a PEC dos gastos, o novo marco regulatório do pré-sal, as concessões e privatizações, as parcerias com a iniciativa privada e a Reforma Trabalhista”, comentou. Por outro lado, a crise política, se agravada, pode trazer dificuldade em aprovações importantes, como a Reforma da Previdência e a Reforma Tributária, temas controversos e necessários, mas que em tempo de eleições podem ficar engavetados. “Sem uma Reforma da Previdência a PEC dos gastos, por exemplo, perde o sentido, pois não temos mais como conviver com o atual modelo de gastos previdenciários”, apontou Patrícia.

Com o cenário traçado, embora nebuloso, Patrícia projetou um crescimento de 2,3% no PIB já em 2018 e de 2,5% em 2019. Para o ano corrente, a previsão é mais modesta, mas não menos importante, de 0,7%. “Levando em consideração que perdermos 3,8%, em 2015, e 3,6%, em 2016, esse crescimento não aponta uma recuperação total, mas já é um ótimo sinal”, frisou. 

O próximo ano, segundo ela, deve ser de inflação controlada, na casa de 4%, uma SELIC estável na casa de 7% e um leve alívio fiscal ocasionado pela retomada no consumo.

Eleições
Talvez a grande pedra de toque de 2018 sejam as eleições. Segundo Patrícia, o Brasil passará por um pleito muito semelhante ao vivido em 1989, quando a corrida contou com 22 candidatos e foi extremamente polarizada. “Existem cenários possíveis, que dependem muito mais de fatores internos do que externos. O câmbio deve sofrer alterações, com a liquidez global desvalorizando o dólar, mas que deve ter um impulso com a possibilidade de aumento de juros do FED (banco central norte-americano)”, explicou. 

No campo doméstico, porém, o que pode balizar a volatilidade do câmbio é justamente o comportamento do mercado frente às eleições de outubro. “São muitas incertezas. Temos candidatos com agendas liberalizantes, que tendem a dar sequência na agenda de reformas iniciadas, e outros que tendem a acabar com elas”, disse, porém admitindo que “ainda não temos um quadro de concorrentes definidos”.  “O certo é que não podemos deixar que a figura do Salvador da Pátria ganhe força, até porque ele não existe. As pessoas precisam saber que o presidente governa com o Congresso. Mas acredito que, hoje, as chances sejam maiores para um governo que mantenha a agenda de reformas que vem dando certo”, concluiu Patrícia.

A iniciativa da Abicalçados, Assintecal e CICB teve o apoio da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) e do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefato (IBTeC).  O Análise de Cenários faz parte da programação da Semana do Calçado, uma iniciativa do IBTeC e Sebrae que acontece dos dias 1º a 5 de outubro na sede do IBTeC, em Novo Hamburgo/RS. 

 

A Couromoda apresentou, ontem (2), a seu Preview 2018. O evento, que contou com a presença do presidente e diretor da promotora, Francisco Santos e Jeferson  Santos, além de representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Heitor Klein e Roberta Ramos - e lideranças do segmento, aconteceu no Locanda Hotel, em Novo Hamburgo/RS. Após a apresentação, ocorreram palestras de Gil Giardelli e Julio Takano.

Pela primeira vez realizado pela promotora, o Preview 2018, marcado para ocorrer entre 9 e 11 de novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, além de reunir 120 empresas de calçados e acessórios parceiras da Couromoda que também irão expor seus produtos na grande feira de janeiro, irá contar com eventos paralelos que condizem com o atual momento da indústria calçadista no País.

Segundo o presidente e fundador da Couromoda, Francisco Santos, a expectativa é positiva, tendo em vista o processo gradual de retomada na economia brasileira. “Parece que, finalmente, a economia se desvinculou da política, o que tem sido muito positivo. O Brasil é um país atraente para investimentos”, ressalta. O diretor da promotora, Jeferson Santos complementa que, para aproveitar com sucesso essa retomada é preciso, no entanto, algumas adaptações, entre elas o engajamento da indústria no mundo digital e da automação, temas que serão tratadas durante o evento de novembro. 

Confira os eventos:

* Congresso Digital
Dez prestigiados profissionais do digital business, especialistas em atrair o consumidor e promover vendas no ambiente on-line, vão apresentar os cases de marcas que já mudaram seus processos, conquistando a atenção da nova e mensa massa de consumidores digitais. 

* European Shoe Case
Uma apresentação exclusiva da Arsutoria School e da Editora FotoShoe, ambas de Milão. Os dois veículos irão apresentar e analisar detalhes dos produtos que mais venderam nas lojas das principais capitais europeias por tipos, faixas de preços, cores e materiais. 

* Pré-coleções Couromoda 2018
120 empresas de calçados e acessórios parceiras da Couromoda foram convidadas para apresentar aos mais seletos lojistas suas primeiras criações de outono-inverno, em ambiente para promover a troca de informações entre fornecedores e compradores, além de estimular novas parcerias e o encaminhamento de negócios para a feira de janeiro. O objetivo, segundo o diretor do Fórum Couromoda, Airton Santos, é também possibilidade que as empresas expositoras possam adaptar, sendo o caso, as suas coleções para a apresentação na Couromoda 2018. 

* Coquetel de lançamento da Couromoda 2018
No segundo dia do evento, 10 de novrmbro, expositores e lojistas serão convidados para um grande encontro, com coquetel que dará início às comemorações dos 45 anos da Couromoda.

 

Inicia-se mais uma edição da Feira da Loucura por Sapatos, de 5 à 15 de outubro, das 10 às 21 horas os pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo abrem seus portões para mais uma edição da maior promoção de calçados do Brasil. Além de sapatos, o evento também conta com um mix de produtos para todos os estilos e gostos, como bolsas, roupas, acessórios e itens de utilidade doméstica. Com descontos que chega, a 70$ os visitantes podem encontrar mais de 500 marcas com opções para mulheres, homens e crianças. 

 A FLS é um verdadeiro passeio para a família toda, com espaços de lazer, como a Praça de Alimentação, Espaço Kids com brinquedos para a criançada e ainda o Festival de Cervejas Artesanais.

Festival de Cervejas Artesanais acontece em paralelo:

 

 Em sua 7ª edição, o Festival de Cervejas Artesanais ocorre em paralelo a Feira da Loucura por Sapatos. O evento reúne dezenas de cervejarias artesanais com opções dos mais variados estilos de cervejas. Para quem aprecia a bebida, o Festival é como um parque de diversões, reunindo mais de 80 rótulos. 

 No evento vai rolar muito música boa durante o happy hour.

 

Confira a programação para os 11 dias:

5 de outubro, Deivid Wallauer;

6 de outubro,  Bambus Gurus;

7 de outubro, Miss Lolla;

8 de outubro, Acústico Rockfeller; 

9 de outubro, Erick Hickmann;

10 de outubro, Bambus Gurus;

11 de outubro, Camila e Dionatã;

12 de outubro, Deivid Wallauer;

13 de outubro, Camila e Dionatã;

14 de outubro, Tng Duo – Thiago e Gabriela; e

15 de outubro, Acústico Rockfeller.

 

A Feira da Loucura por Sapatos, que acontece entre 5 e 15 de outubro, das 10 às 21 horas, é promovida pela Fenac, com patrocínio Stone by WavePag e apoio da Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo. O Festival de Cervejas Artesanais acontece de segunda à sexta-feira, das 16 às 22 horas, finais de semana e feriados das 10 às 22 horas com música ao vivo no happy hour todos os dias às 19h.

 

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) realizou, durante o dia de ontem (28), o Workshop de Exportação, uma iniciativa realizada por meio do programa Brazilian Footwear, mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O encontro aconteceu na sede da Abicalçados, em Novo Hamburgo/RS, e foi ministrado pelo professor e gestor de projetos de internacionalização da Inovee Consultoria, Gustavo Piardi, e pela economista da área de Inteligência da Abicalçados, Priscila Linck. 

Piardi iniciou os trabalhos com uma dinâmica envolvendo a apresentação dos profissionais presentes, que faziam parte de empresas de calçados, consultorias e tradings para o comércio exterior. Com isso, foi identificado o perfil da maioria das empresas presentes, que ainda não exportavam ou estavam iniciando os trabalhos no mercado internacional. Na próxima fase, o gestor promoveu um exercício coletivo com ferramenta Canvas Core, trazendo à tona os objetivos das empresas para a discussão no grande grupo. “O compartilhamento dessas informações é importante, mas o objetivo foi apresentar como usar essa poderosa ferramenta de planejamento”, explicou. 

Segundo Piardi, o planejamento é essencial para a inserção no comércio internacional, que pode se dar de diversas formas: de forma indireta, por meio de uma empresa nacional, trader, que exporta o seu produto; por meio de agente interno, que faz a ligação entre exportador e importador mediante comissão; e a exportação direta, “orientada para empresas mais maduras”, quando é necessário ter departamento específico alocado para tal atividade. 

Documentação
Segundo Piardi, a globalização e o acesso às tecnologias facilitaram sobremaneira o processo de exportação, mas isso não quer dizer que a burocracia tenha sido eliminada. Portanto, é preciso atenção redobrada com documentações como o Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros (Radar), sistema da Receita Federal que permite que empresas possam importar e exportar - sem o registro do Radar, pelos meios legais não é possível realizar qualquer operação de comércio exterior. “A empresa também precisa estar ciente das competências envolvidas para a exportação: Marketing/Vendas, Design, Financeiro e Produção. É importante não iniciar esse trabalho sem verificar capacidade de pagamento do importador, a questão cambial, exigências de garantias, entre outros aspectos”, acrescentou o especialista. Piardi destacou, ainda, que a formação de preço tem fundamental importância na operação e que um mecanismo do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) ajuda na questão: simuladordepreco.mdic.gov.br

Inteligência
A Inteligência de Mercado é outra ferramenta fundamental para o sucesso no mercado internacional. A apresentação do tema foi realizada pela economista e responsável pela área de Inteligência da Abicalçados, Priscila Linck. Segundo ela, o mecanismo fornece elementos, por meio do cruzamento de dados e mais de 90 variáveis num histórico de cinco anos, para seleção de mercados. Os aspectos levados em consideração pela Inteligência são: comércio exterior do país; exportações brasileiras para o país pesquisado; análise da concorrência local; a facilidade de acesso (logística); questões macroeconômicas; consumo interno de calçados; capacidade de pagamento (é preciso analisar o nível de reservas internacionais do país em questão); barreiras tarifárias e não tarifárias; impostos de importação; demografia; preço médio do calçado importado; entre outros. 

Para exemplificar o trabalho realizado, que também serve como ferramenta para a escolha dos mercados-alvo do programa Brazilian Footwear, realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Priscila apresentou tabelas do varejo mundial e também na Argentina - segundo principal destino internacional dos calçados brasileiros. Com os dados, Priscila ressaltou a projeção de crescimento do consumo de calçado no mundo até 2020, de 4,5%, e na Argentina, de 2,9%. “Na Argentina, como não existe uma expansão na renda, não existe expectativa de aumentar o consumo per capita - hoje em 1,5 par/ano. O crescimento se dará basicamente pelo crescimento populacional”, comentou. 

A economista também abriu a lista dos importadores de calçados brasileiros na Argentina. Hoje os dez maiores importadores compram quase 70% do total importado do Brasil. Segundo Priscila, as informações levantadas pela Inteligência da Abicalçados são essenciais para uma maior assertividade nos negócios internacionais. “O objetivo é auxiliar as empresas nas tomadas de decisões, redução de custos e tempo de processo, entre outros”, disse.  O serviço é exclusivo para empresas associadas da Abicalçados. Saiba mais: http://bit.ly/2hC0cbp

Falaram ainda no Workshop o gerente de vendas da UPS no Brasil, Fernando Peixeiro; Pedro Reisdorfer, do Grupo Exicon/South Service Trading; e Maurício Garcia, do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), programa da Apex-Brasil desenvolvido em parceria com entidades acadêmicas brasileiras. A empresa de logística UPS concede descontos especiais aos associados da Abicalçados, que vão desde  60% a 77% nos transportes nacionais, e de 82% a 87% nos internacionais. Mais informações pelo e-mail  This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

O Workshop de Exportação foi realizado pela Abicalçados e contou o patrocínio da UPS e apoio da Inovee Consultoria. 


Sobre o Brazilian Footwear:
Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

Sobre a Apex-Brasil: 
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.
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Os lançamentos vêm em versões para os meninos e para as meninas, com propostas bem diferenciadas para presentear a geração alfa, que adora uma novidade tecnológica e lúdica na hora de montar a produção.

Um dos destaques é o tênis Flutball, modelo de chuteira com sola emborrachada para os meninos e meninas. Ele acompanha uma bola que flutua, com luzes de LEDs, para brincar de futebol, o esporte mais amado do Brasil. Ao ser ligado, o acessório aciona uma ventosa em sua parte de baixo, tecnologia que faz com que a bola deslize facilmente em superfície lisa. Diversão e proteção garantidas para as crianças.

Para as pequenas fashionistas, o modelo Fashion Form Led promete arrancar suspiros. Trata-se de uma sandália no estilo flatform, hit da temporada, que possui LEDs no solado – ao todo, são sete tons de luzes e efeitos diferentes de brilhar. Além disso, os LEDs podem ser recarregados por meio de um cabo USB duplo, que acompanha o produto.

Nem os atacadores dos calçados ficaram de fora da tendência: com o Kidy + LED, modelo de tênis com shape esportivo, os cadarços possuem LEDs que podem brilhar de três maneiras diferentes, em versões para eles e para elas. Essa peça é anatômica, desenvolvida com um cuidado especial para auxiliar no desenvolvimento saudável dos pés e também possui a tecnologia Respi-tec e palmilha antimicrobiana, desenvolvidas exclusivamente pela Kidy para manter os pés secos e protegidos, evitando a proliferação de bactérias e suas consequentes doenças ou mau cheiro.

Para trazer o clima de ludicidade que a data pede, também protagonizam no mix masculino os modelos inspirados na paixão automobilística, como a papete Wave Car, sandália com motivos do universo automotivo que acompanha um super carro no estilo SUV, e o tênis e sandália da linha Kidy Mais Moto Speed, que além de trazerem as tecnologias e design exclusivo da marca, acompanham uma moto personalizada e desmontável que promete ser desejo instantâneo dos pequenos. 

Os modelos surgem em tons-chave da temporada, como bege, azul marinho, bordô, mostarda e terrosos. Já para as meninas, se destacam os modelos com prints inspirados em pôneis: a sandália Pônei Encanto, que traz solado flatform ultramacio e tiras largas, ultramoderna, e o modelo Pônei Bailarina, nos estilos alpargata e sapatilha. Ambos são ilustrados pelo universo mágico e fofo desses bichinhos, e também acompanham um exclusivo brinde Pônei Encanto.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Kidy/Primeira Página
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