Dudu

Dudu

 

Inspirada na elegância da mulher contemporânea e nas tendências da cena fashion, a Anzetutto traz para sua Coleção Summer 2018 um mix de sapatos no estilo boneca.

 

 O modelo, também chamado de Mary Jane, é um clássico do closet feminino que marcou os anos 60, e retorna triunfal ao cenário da moda e ao coração das shoelovers que apreciam uma boa dose de romantismo.

 Caracterizado pelo bico redondo, salto bloco e ankle strap, o modelo surge em releituras cheias de bossa na coleção da Anzetutto, passeando da vibe dos metalizados com recortes à laser, sem ignorar o rosé, a cor do momento, e a tradicional versão em verniz que surge em tons-chave como o vermelho, o preto e o nude. As peças trazem uma proposta contemporânea em conjunto com uma vibe retrô e ultrafeminina, garantindo looks nada óbvios para a temporada quente.

 As novidades estão disponíveis para compra nas lojas exclusivas da marca em Novo Hamburgo/RS, Porto Alegre/RS, São Paulo/SP, na loja virtual www.anzetuttoshoestore.com.br e em butiques multimarcas selecionadas de todo o País.

 

EMPRESA

 Atuando no mercado calçadista desde 1994, a Anzetutto é voltada para a mulher contemporânea e atenta às tendências da moda atual. Aliando design e conforto em todas as coleções, a marca – que é produzida em Novo Hamburgo/RS – trabalha com matérias-primas nobres como o couro e o python e atende os mercados interno e externo. 

 

A estimativa é de um crescimento de 2,6% na produção sobre 2016, totalizando 972,6 milhões de pares, e continuidade da recuperação verificada no ano passado, quando o volume de pares fabricado registrou leve incremento de 0,6% sobre 2015, atingindo a casa de 948 milhões.

Em valores de produção para 2017, haverá manutenção da sequência de crescimento, porém menor em relação a alta do ano passado, com aumento de 3,9% sobre 2016 (R$ 31,7 bilhões). No ano passado, o crescimento foi 5,8% sobre 2015 (R$ 30,5 bilhões). 

Em relação a 2017, a estimativa para o varejo é de alta de 1,9% sobre 2016 em pares vendidos (848,9 milhões de pares). Em receita (valores nominais), houve alta de 4,6% no varejo de calçados sobre 2015 (R$ 50,9 bilhões). Em 2017, estima-se crescimento nos valores comercializados em 5,6% sobre 2016 (R$ 53,7 bilhões).

Durante a crise, há menos consumidores dispostos a comprar, mas dentre os que compraram calçados recentemente não houve alteração na quantidade de pares adquiridos por compra, ficando em dois pares. O IEMI observa também, por meio de seu estudo focado no comportamento do consumidor, que a frequência de compra de calçados em geral aumentou levemente, de 3,6 para 3,8 compras de calçados por ano. Em contrapartida, a frequência de compra das mulheres se manteve superior à dos homens em 2017, com média de 4,4 compras realizadas contra 2,9 em relação aos homens.

A queda no consumo, na verdade, ficou caracterizada pelos consumidores das classes C e D/E, que compravam em média 3,4 pares em 2014 e passaram a comprar 3,0 pares em 2017, e as classes A e B tiveram um aumento na frequência de compra de 4,2 pares em 2014 para 4,7 pares em 2017, praticamente aproximando a média de frequência de compra de calçados em geral de 2014.

O valor gasto por compra (ticket médio), por sua vez, subiu em mais de 12%, passando de uma média de R$ 191,87 para R$ 215,84 por compra. Em que pese a inflação do período, o que realmente puxou este gasto para cima foi o aumento no contingente de consumidores de renda mais elevada (poder de compra A e B), enquanto diminuíram os consumidores de menor renda, justamente os mais afetados pela recessão.

Marcelo Prado, diretor do IEMI, afirma que o setor tem boas perspectivas. “Considerando toda a demanda que ficou reprimida durante o ápice da crise, num momento de melhora da economia, o desempenho no varejo de calçados deve apresentar recuperação”, diz. Segundo ele, num período de crise, quando a produção é reduzida, os artigos mais elaborados, com maior valor agregado, ganham participação no mercado e elevam o preço médio por peça na indústria. 

“Diante de um cenário econômico mais estável, a relação entre volume e valores na produção tende a ficar mais equilibrada”, conclui.

Fonte: ABLAC

 

Para começar mais um ano com o pé direito, a Havaianas já lançou sua coleção de Réveillon. A marca traz um modelo Top tradicional branco e dois modelos Slim, um com a tira prata e um com a tira rosê gold, que receberam pins para representar algumas das resoluções. 

Os Berloques estão disponíveis em formatos de trevos de 4 folhas (sorte), boquinha (amor), copinho de drink (festas), sol (praia), saquinho de dinheiro (dinheiro/prosperidade), entre outros. 

As sandálias estão sendo vendidas no e-commerce e nas lojas de todo o País. O modelo Top vai do tamanho 36 ao 46 e o Slim do 33 ao 42.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Primeira Página

 

Uma parcela significativa dos investimentos do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC) até o ano 2020 estarão focados em pesquisa e desenvolvimento de produtos para as indústrias calçadistas. O anúncio é do presidente executivo da entidade, Paulo Griebeler, na comemoração dos 45 anos da instituição. “Nosso propósito é contribuir para agregar valor aos produtos produzidos no Brasil, tanto para mercado interno quanto para exportações”, afirma Griebeler. 

O presidente executivo informa que “estamos investindo na modernização do parque tecnológico, com aquisição de equipamentos de última geração, para atender o mercado e as novas exigências das indústrias e dos consumidores finais.

O IBTeC é o espaço para pesquisa e desenvolvimento para as indústrias, com seus laboratórios de biomecânica, de ensaios físicos/mecânicos, de ensaios químicos e laboratório para EPIs. Como “braço tecnológico” do setor calçadista, o IBTeC está atento às mudanças de comportamento do consumidor, que exige cada vez mais tecnologias e atributos de conforto e performance nos produtos. 

O planejamento estratégico do IBTeC prevê para os próximos anos uma aproximação com o consumidor de calçados, para que ele possa compreender e acessar as tecnologias que o Instituto disponibiliza para as indústrias. A meta é transformar estas tecnologias em objetos de desejo do consumidor final, para que as indústrias que investem em pesquisas sintam o retorno da sua iniciativa. Para isto, o Instituto já começou a participar de ações públicas, apresentando seus laboratórios. Conhecendo os ensaios, e sabendo da importância das tecnologias usadas na produção dos calçados, os consumidores poderão procurar nas lojas por calçados certificados – de conforto, e funcionalidades específicas, como de proteção a pés diabéticos, de proteção a deformações dos pés como joanetes, proteção ao desenvolvimento estrutural de crianças, absorção de impacto da pisada, entre outros.

Para apoiar as indústrias na busca de inovações tecnológicas e no desenvolvimento de produtos o instituto conta com o Núcleo de Inovação Tecnológica – NIT. O Núcleo auxilia na formatação de projetos de inovação e desenvolvimento de tecnologias e na busca de recursos para a implementação do trabalho.

As indústrias exportadoras também têm uma atenção especial. Além dos ensaios de qualidade realizados pelo laboratório físico-mecânico, o laboratório de ensaios químicos desenvolve um trabalho de certificação dos componentes usados na produção dos sapatos quanto aos limites de uso de produtos químicos. Cada país tem uma legislação específica de limites, com o objetivo de proteger a saúde dos seus cidadãos e o meio ambiente.  Paulo Griebeler chama a atenção para o fato de que “em um futuro muito próximo, com certeza o Brasil também terá uma legislação específica sobre substâncias restritivas, e nossas empresas já estarão preparadas para o cumprimento destas especificações”.
 

Diversificação
Quando foi criado, em 1972, o IBTeC tinha como foco a qualidade de materiais e o processo na construção dos calçados. O desenvolvimento tecnológico do setor levou a outras necessidades, e com isto nasceram laboratórios químico e de biomecânica.  Recentemente, em 2016, o Instituto inaugurou seu Laboratórios de Luvas e Vestimentas, para atender aos fabricantes de Equipamentos de Proteção Individual – EPIs, onde já eram contemplados os calçados de segurança. A ampliação do escopo neste segmento atendeu uma necessidade do mercado, além de ampliar o raio de atuação da instituição. Todas estas ações fazem parte do Projeto 2020, que delineou “o IBTeC do futuro”, prevendo a diversificação das áreas de atuação do instituto como uma das bases para garantir os resultados projetados. A diversificação promove um aspecto importante para o desenvolvimento das indústrias, que é a troca de expertise desenvolvido por segmentos diversos. 

Com uma equipe composta por doutores e mestres em Biomecânica, o Laboratório de Biomecânica do IBTeC realiza pesquisas voltadas à produção de calçados e componentes que agregam atributos como: conforto, performance, saúde e segurança para os pés dos consumidores. O laboratório atua também na avaliação de materiais que serão usados como componentes, e certifica sapatos funcionais, como de segurança e esportivos, por exemplo.

O Brasil é pioneiro na criação de normas técnicas para quantificar o conforto oferecido por um calçado e da metodologia para fazer esta medição. Hoje o país tem 28 normas de conforto publicadas, sendo sete para calçados (ensaio completo conforto; massa do calçado; distribuição de pressão plantar; temperatura interna do calçado; índice de amortecimento do calçado; índice de pronação do calçado; percepção de calce e 21 normas para a avaliação de componentes como solados, palmilhas e forros.

Microbiologia para impacto ambiental
O Laboratório de Microbiologia atende empresas que buscam pesquisas para desenvolver produtos voltados para a sustentabilidade ambiental. O IBTeC pesquisa com as indústrias insumos que gerem menor impacto ambiental quando descartados.

Além de testar produtos, o laboratório auxilia no desenvolvimento de soluções.
 
Consultoria
O IBTeC tem um departamento de consultoria e treinamento para as indústrias, em especial as micro e pequenas empresas, para que conquistem uma condição que lhes permita ter maior competitividade no mercado. A consultoria abrange desde a área laboratorial até estudos para a melhoria do processo produtivo ou projetos de layout das empresas, além de atendimentos pontuais, de acordo com as necessidades de cada organização. O trabalho se inicia por um diagnóstico geral, que pode propor alterações de gestão de processos para otimização os recursos da empresa, aumentando sua eficácia; trabalha a gestão de materiais e técnicas e ferramentas de gestão de qualidade. Todo o trabalho de consultoria e treinamento das equipes é feito dentro das próprias empresas.

Acreditações
O IBTeC tem acreditações junto às instituições certificadoras do Brasil e do exterior: acreditação CGCRE do Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia; acreditação pelo Instituto Satra (Inglaterra); credenciamento pela CPSC-EUA, instituição que regulamenta e fiscaliza a segurança de produtos de consumo dos Estados Unidos; certificação do MTE - Ministério do Trabalho e Emprego; certificação da ISO 9001:2008; reconhecimento da Rede Metrológica do RS. Todos os procedimentos do IBTeC são orientados também pelas normas ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

O Instituto ainda é autorizado por diversas empresas internacionais a realizar ensaios em seus produtos, este é um reconhecimento pelo compromisso e expertise desenvolvidos continuamente ao longo destes 45 anos de história. 


Na foto, o atual e ex-presidentes do IBTeC:
RUI GUERREIRO – Presidente na gestão 2007/2012
MARTINHO FLECK – Presidente por 10 anos, no período de 1997 a 2006;
MARCOS AURÉLIO MACEDO – Presidente na gestão 1993 a 1994;
CELSO BLOCHIER – Presidente por duas gestões em períodos distintos: de 1987 a 1988 e de 1995 a 1996;
CELSO KRAEMER – Presidente de 1985 a 1986;
ERNANI REUTER – Presidente no período de 1975 a 1976, lembrando que o Sr. Ernani integra o Conselho Deliberativo do IBTeC na gestão vigente.
CLÁUDIO STRASSBURGER – 1º Presidente, no período de 1972 a 1974.

 

O Verão está chegando. E a Color Be aproveita o momento para tornar a estação ainda mais estilosa com novos produtos. 

A primeira novidade é o chinelo com solado emborrachado, estampa exclusiva de Unicórnio e pingente de strass, na cor azul e tiras brancas. A segunda fica por conta do kit composto pelo mesmo chinelo Unicórnio/Cristal e nécessaire com o desenho do cavalo que conquistou adultos e crianças. O modelo está disponível do tamanho 33/34 ao 39/40. 

Fonte: Primeira Página

 

As botas são um clássico e para a estação fria do ano que vem, Giulia Domna aposta no conforto, delicadeza e na feminilidade em propostas contemporâneas. 

As botas da marca, a maioria em couro, apresentam canos mais baixo e ajustados. Os bicos são quadrados e saltos blocados, as palas mais altas em loafers e escarpins. Os detalhes dos modelos ficam por conta de aplicações de metais e pérolas. As bolsas também chegam com tudo acompanhando as tendências dos calçados da marca.

Fonte: Primeira Página/Jornal Exclusivo

 

O mix da marca é repleto de sandálias de salto, rasteirinhas, peep toe, sapatilhas e scarpins. Os modelos vão agradar as mulheres dos mais variados estilos para compor diferentes looks tanto durante o dia quanto à noite. 

Os sapatos são luxuosos com toque de encanto e sedução, inspirados nas últimas tendências internacionais, refletindo beleza e elegância. 

A cartela de cores é rica em tons dourado, prateado, metalizado, rosa, azul, do nude ao bege, além dos tradicionais branco e preto. Os modelos trazem aplicações em pérola, metais e muitos recortes a laser.

Fonte: Primeira Página

 

 

A Back Friday na Klin - marca especializada em calçados infantis - já começou. São vários modelos para bebês, meninos e meninas, com descontos de até 50%. Todos os calçados no site (https://www.klin.com.br/) com um selo azul fazem parte da promoção que vai até 26 de novembro. São sandálias, sapatos e botas dos mais variados estilos.

Um dos destaques é o sapato klin infantil masculino cravinho casual velcro largo que vai deixar os meninos ainda mais elegantes e estilosos. Moderno e cheio de detalhes sofisticados, o modelo é prático e facilita o calce com velcro que também proporciona um ajuste mais firme aos pés. Confortável, o calçado foi desenvolvido com formato anatômico que se ajusta aos pezinhos dos pequenos.

Para as meninas, a sandália infantil klin Suami tiras é puro charme. Ela possui palmilha anatômica que impulsiona os passinhos e absorve os impactos, contribuindo para um caminhar mais saudável com muito conforto. A sola é antiderrapante e oferece estabilidade e segurança aos pequenos. O modelo possui ainda delicadas tiras com aplicação de strass e correntinhas que ficam perfeitas com vestidos soltinhos. O ajuste é por fivela com strass, deixando os pés bem firmes no calçado. 

 

Com um consumo de mais de 400 milhões de pares de calçados por ano - mais de 6 pares per capita e volume praticamente todo importado, especialmente da Itália - a França vem chamando a atenção dos calçadistas brasileiros. É com o objetivo de entender melhor o mercado, a estrutura do varejo e o modelo de promoção comercial mais acertado para os calçadistas brasileiros que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do programa de apoio às exportações de calçados Brazilian Footwear, está realizando uma missão prospectiva ao país entre os dias 25 de novembro e 3 de dezembro. O Brazilian Footwear é desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). 
 
A gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, conta que, no período, estão agendadas reuniões com redes de varejos locais, distribuidores, agências de relações públicas e hotéis - para a possível realização de showrooms. “Além disso, está em andamento e deve ser entregue até o final deste ano, um estudo detalhado sobre o mercado francês”, adianta.
 
Segundo a gestora, atualmente a França é o terceiro principal destino do calçado brasileiro no exterior, mas compra, basicamente, chinelos, ou seja, produtos de menor valor agregado. “O objetivo é, entendendo melhor o comportamento do consumidor francês através do estudo e da missão, passar a exportar calçados com maior valor agregado, aumentando o preço médio e aproveitando com maior eficácia o potencial daquele mercado”, comenta Roberta.
 
Números
No ano passado a França importou 9 milhões de pares de calçados verde-amarelos, o que gerou US$ 56 milhões, altas de 5,3% em volume e 2% em receita no comparativo com 2015. Nos primeiros dez meses de 2017, os franceses já importaram 4,5 milhões de peças por US$ 45 milhões, queda de 30,3% em volume e alta de 4,7% em receita no comparativo com igual período do ano passado. “Essa disparidade se dá porque a França já vem, aos poucos, importando calçados brasileiros de maior valor agregado. Neste ano o preço médio do produto exportado para lá aumentou de US$ 6 para US$ 10”, explica Roberta.
 
A França é mercado-alvo do programa Brazilian Footwear ao lado dos Estados Unidos, China, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Colômbia.


Sobre o Brazilian Footwear:
Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

Sobre a Apex-Brasil:
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: 
www.apexbrasil.com.br 

 

Feira que acontece em Gramado(RS), reflete o reaquecimento da economia e demostra aumento de vendas em comparação a edição de 2016.

 

 Os últimos três dias foram intensos em Gramado (RS). A reunião do setor calçadista com a sexta edição da Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios mostrou uma retomada da economia e principalmente um novo ânimo nos personagens deste setor, que responde por cerca de 300 mil empregos no país. A feira mostrou uma coleção eclética para a próxima temporada de frio com calçados mais pesados para o sul e sudeste do Brasil e linhas mais leves para o clima tropical dos demais estados. Esta flexibilidade de coleção aumenta razoavelmente a linha de atuação da feira que, assim, ampliou sua fatia no mercado. “Acreditamos que teremos um crescimento linear para a próxima edição, acompanhando o desempenho deste ano”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos, promotora do evento. A feira encerrou nesta quarta-feira (22), no Serra Park, em Gramado (RS).

 A resposta para esta projeção positiva vem dos estandes dos expositores. Marlin Kohlrausch, diretor da Bibi, comenta que o estande da marca foi muito visitado tanto por compradores brasileiros, quanto importadores, sobretudo da América Latina. “Essa foi uma das melhores Zero Grau, apontando, com um certo otimismo para a retomada da economia”, diz ele. Já Fernando Motta, diretor da Mariota também comemora os resultados desta edição da feira. As vendas realizadas durante o evento comprometeram um mês de produção na fábrica da marca. “Os lojistas estão mais otimistas, tanto que as vendas foram maiores em relação ao ano passado”, mensura ele. Gustavo Ranft, gerente comercial da Pegada ressalta a importância do evento para o relacionamento dos expositores com os lojistas. “Aqui acontece a troca de ideias, nos possibilitando alinhar as estratégias e ter contato com o nosso cliente”, comenta ele.

Também Rafael Caceres, gerente comercial da Democrata, percebeu bons resultados em relação à feira. “Estamos vindo de uma situação crescente. O resultado é muito positivo e as vendas foram superiores em relação a última edição”, analisa ele. Pletsch comemora também a forte presença de importadores na feira que aponta para uma nova realidade. “Com o aumento destes profissionais estamos tendo condições de oferecer novas opções de clientes para a indústria brasileira. Isto para nós é gratificante”, salienta Pletsch. A feira recebeu 200 importadores de 35 países, outro recorde batido nesta feira.

 

Zero Grau 2018

 A Merkator Feiras e Eventos dá mais um passo à frente na construção da marca e do conceito da Zero Grau. A campanha de 2018 lançada nesta edição apresenta o novo conceito da feira: “Tudo Novo de Novo”, indicando a renovação que o evento traz para o setor calçadista e a moda através dos seus expositores e ações.  Ainda nesta semana será lançado nas redes sociais da feira, o vídeo oficial da campanha.

 

 

PARCEIROS QUE VISUALIZAM A NECESSIDADE DO MERCADO

 A Zero Grau conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Calçados de Estância Velha, Sindicato da Indústria de Calçados de Ivoti, Sindicato da Indústria de Calçados de Igrejinha, Sindicato da Indústria de Calçados de Novo Hamburgo, Sindicato da Indústria de Calçados de Parobé, Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga e Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas.

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