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22 Sep 2017

 

Inspirada na tendência lace-up, representada pelas amarrações, que adornam tornozelos e são arrematadas por laços e nós, a Vizzano adiciona aos seus calçados os lenços de cetim que celebram a essência feminina.

Scarpins, sandálias e flats são as construções escolhidas pela marca para representar com muito estilo e personalidade esse novo dress code da mulher cosmopolita. Tidos como um dos itens mais icônicos da moda feminina, os lenços de cetim são garantia de um upgrade charmoso aos looks e itens tem-que-ter nas produções, seja durante o dia ou à noite.

Eles chegam aos modelos da Vizzano em versões arrojadas, porém versáteis e flertando com as tendências atemporais – que são utilizadas sempre pelo street style mundial. A geometria surge nas estampas com listras, enquanto o floral traz um toque oriental, o animal print exala sensualidade e o sentimento fashion is fun fica por conta da estampa tropical, representada por desenhos de abacaxi.

Na maioria dos modelos, os lenços são aplicados nos calçados, mas também podem ser usados como acessórios nas alças de bolsas, no cabelo, no look, no tornozelo, no pulso, na cintura e até como uma choker – colar justo, muito utilizado pelas mulheres para destacar o colo feminino

 

E aí, já decidiu qual calçado usar no Rock in Rio 2017 ?

 Ninguém quer abrir mão de aderir um look descolado, mas em um evento como este, conforto deve ser a palavra chave. E essa não é uma tarefa muito fácil... Para preencher todos esses requisitos, o Keds é a melhor escolha.

 Confira dicas de estilos para ajudar você a arrasar na Cidade do Rock.

SOBRE A KEDS

 

 

 Keds trouxe o lançamento do tênis Champion, com design icônico, simples e chique que iniciou uma revolução de estilo, conquistando mulheres de todo mundo. Fundada em 1916, foi usado por mulheres emblemáticas como Audrey Hepburn, Katharine Hepburn, Marlyn Monroe, Jackie O e Yoko Ono. Em 2015 a Keds introduziu o conceito First Ladies Since 1916 em mais de 60 mercados globais e lançou uma nova era ponderosa de sua história, já em 2016 marca o centenário da Keds, como olhar para um novo século de coleções com designs inovadores, apoio ao emponderamento feminino e foco no conceitoLadies First.

 

O modelo mais aberto, no estilo sandália, segue fazendo muito sucesso nas ruas e passarelas de todo o mundo. Super prática e versátil, a Havaianas Flatform Fashion traz o conforto tradicional de Havaianas de uma forma bem diferenciada, ideal para os looks despojados do verão.

A novidade chega em três cores fáceis de combinar e que vão bem com qualquer estilo: o preto e o camelo, básicos e atemporais, e uma versão metalizada para aquelas que não dispensam um brilho nos looks.

A Flatform Fashion possui solado mais alto, ajuste na lateral e é produzida em material maleável que garante conforto aos pés. O modelo chega às lojas Havaianas e ao e-commerce da marca em setembro.

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu, nos dias 12 e 14 de setembro, as duas primeiras rodadas de negócios entre calçadistas e fornecedores de web design, e-commerce e branding/comunicação digital em São Paulo. O FF Exchange, que faz parte do programa Future Footwear, foi realizado em Jaú e Franca, respectivamente. 

A analista de Inovação da Abicalçados, Patrícia Ott, conta que o modelo de rodadas speed dating, quando as empresas sentam às mesas com cinco minutos para apresentar o trabalho realizado aos calçadistas, têm proporcionado negócios futuros e networking. “A iniciativa é acertada e muitos dos empresários relataram que sentem falta de ações como essas no dia a dia das empresas, pois otimizam o tempo e tem resultados mais práticos”, avalia. 

Segundo a analista, mesmo com um mix de empresas âncoras em níveis de maturidade diferentes no que tange ao marketing digital, as empresas menos estruturadas nesse sentido puderam ter contato com fornecedores da área com vistas ao desenvolvimento de sites e e-commerce. “Aquelas que já possuíam estrutura, foram ao evento buscando soluções inovadoras para problemas que enfrentam em suas áreas. Percebemos que os polos são abertos a ações como o FF Exchange e estão dispostos a novas rodadas com diferentes segmentos”, acrescenta Patrícia. 

Visão dos participantes
Os participantes dessas primeiras rodadas de negócios em São Paulo elogiaram a iniciativa. Segundo Flávio Henrique Sousa, do departamento de Marketing e E-commerce da Sollu, a rodada foi proveitosa. “Foram vários assuntos interessantes, tivemos contatos com empresas que certamente precisaremos para trabalhos futuros”, disse. Para o analista de Marketing da Amazonas, Ricardo Carvalho, o “evento foi bem focado no que a empresa procura, atendendo as expectativas esperadas”.  Gabriel Guagneli, supervisor de Marketing da Perlatto, foi na mesma linha. “Achamos o modelo interessante para conhecer novos fornecedores de serviço de tecnologia. Franca (cidade da empresa) tem uma demanda alta para esse tipo de fornecedor”, ressaltou. 

Participaram das rodadas com prestadores de serviços de marketing digital, as empresas calçadistas Klin, Duchi Calçados, Santa Flor, Mariotta, Adora, Hits, Lola Cruz e Stamptron, em Jaú; e Sollu, Radamés, Perlatto e Amazonas, em Franca. As ações foram apoiadas pelos sindicatos das indústrias de calçados de Jaú e Franca (Sindicalçados e Sindifranca).

A próxima edição do FF Exchange já tem data marcada. Ela ocorre durante a Semana do Calçado, no dia 3 de outubro, na sede do  Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefato (IBTeC), em Novo Hamburgo/RS. Mais informações em www.abicalcados.com.br/ffexchange

Future Footwear
O FF Exchange é uma ação realizada no âmbito do programa Future Footwear, lançado em agosto do ano passado. A iniciativa é um guarda-chuva de ações que tem o intuito de estabelecer uma revolução no setor coureiro-calçadista brasileiro por meio do fomento e discussão de novos modelos de negócios, novos processos produtivos e inovação tecnológica para a confecção de produtos diferenciados. O programa é conduzido pela Abicalçados, Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para Couros, Calçados e Afins (Abrameq), com o apoio do Instituto By Brasil (IBB), IBTeC e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).  

 

 

Escolher o calçado ideal para um momento especial é uma conhecida dúvida do universo feminino. Por isso, a Modare Ultraconforto preparou um guia com opções atemporais e extremamente elegantes, que darão charme aos looks festivos sem abrir mão do conforto. 

Formalidade e sofisticação são as palavras-chaves para coordenar as composições. Os modelos da linha 7005 destacam a feminilidade com materiais de brilho delicado, como o cetim ou a tela shine. Para manter os pés confortáveis ao longo de eventos como casamentos e formaturas, cada modelo possui forro antibacteriano, espuma no calcanhar e sola antiderrapante. 

Para aniversários, construções leves e despojadas são perfeitas para aproveitar um estilo que prima por um visual casual e chique. Combinar roupas com shape fluído, como vestidos soltos, com a sandália 7113, que tem palmilha Drytech em EVA macia e sola antiderrapante ultraflexível, é uma ótima opção para as mulheres que desejam aliar beleza e comodidade ao dress code. 

Em comemorações corporativas, é essencial priorizar a versatilidade. Calçados que podem acompanhar do trabalho para a festa deixam o visual muito mais prático e democrático, como no caso das sandálias da linha 7114, que harmonizam o design clássico e a tecnologia do bem-estar, apresentando palmilha frequenciada que absorve a umidade, sola antiderrapante e forro antibacteriano. 

O Réveillon, ocasião especial para renovação no closet, é uma data que pede pontos de luz obrigatórios no outfit. A linha 7101 celebra os modelos de peep toes com cabedais acetinados e brilhantes, somados a palmilha frequenciada que absorve a umidade e sola antiderrapante, deixando pronta para a festa.

 

A Arezzo lança linha de acessórios inspirados no universo de Mickey e Minnie Mouse, da Disney. A coleção, em edição limitada, tem apelo fashion e é sofisticada, despertando desejo em todas as mulheres. São mais de 20 produtos com cores alegres e divertidas, e a grande novidade é que as formas do personagem Mickey se integram ao monograma Arezzo com muita sofisticação nas bolsas e sapatos que prometem encantar as clientes.

Para trazer mais magia à coleção, a Arezzo e a organização social OrientaVida lançam a versão dos icônicos personagens celebridades da Disney em couro, com monograma exclusivo da Arezzo, cuja parte da venda de será revertida para a instituição. Fundada em 1999 por Celeste Castro Chad, OrientaVida é a única ONG licenciada da Disney no mundo. Esta instituição não governamental emprega centenas de artesãs com projetos de capacitação constante, através de aulas de técnicas de bordado, corte e costura e também no presídio feminino em Tremembé.

A primeira colaboração com a Disney foi em 2008, em parceria com Ana Strumf, que rendeu a entidade um prêmio internacional pelos os produtos desta coleção. “Amamos quando começamos a trabalhar com a Disney em 2009, e, agora em 2017, a alegria se renova, pois foi por causa dele, o Mickey, que trouxe a Arezzo para gente, e sabemos que juntos, vamos levar esse projeto social adiante” completa Celeste.

A edição super limitada terá 2.000 unidades em couro – 1.500 Mickeys e 500 Minnies – que serão vendidos nas lojas da Arezzo pelo Brasil e na loja online da OrientaVida.

 

Com o objetivo de fornecer dicas importantes para empresas calçadistas que utilizam a prestação de serviços de terceirizados, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) promoveram, no último dia 11, o seminário Terceirização na Indústria de Calçados: Aspectos relevantes frente às Leis 13.429/2017 e 13.467/2017. O evento, ocorrido na Universidade Feevale, em Novo Hamburgo/RS, teve grande quórum de empresários interessados no tema. 

Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, a terceirização é uma atividade fundamental para o setor calçadista e a regulamentação é essencial para a segurança jurídica da empresa e também para a garantia dos direitos dos trabalhadores. Por outro lado, frisa o dirigente, é preciso que as empresas estejam atentas a alguns aspectos da nova legislação. “Por isso a realização desse seminário foi importantíssima, pois gerou esclarecimentos aos empresários, que agora poderão ter uma segurança jurídica maior”, avalia Klein. 

O seminário foi conduzido pelos especialistas do escritório Garcez Advogados Associados, Júnior Arnecke e Gisele Garcez. Conforme Arnecke, a terceirização é um tema polêmico e que exige uma análise ponderada. O advogado fez uma linha histórica da legislação trabalhista brasileira, desde a criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em 1943, onde não constava a possibilidade do trabalho terceirizado, até as leis 13.429 e 13.467, de 2017, que regularizam a modalidade para todas as atividades das empresas. “Existia um clima de insegurança jurídica muito forte, que as novas leis clarearam”, comentou. 

Entendimentos
Gisele iniciou sua explanação ressaltando os diferentes entendimentos, do Poder Público, de setores empresariais e dos trabalhadores. “A terceirização é uma realidade nas principais economias mundiais, pois é uma ferramenta de competitividade importante”, disse. Por outro lado, ela salientou que existe uma resistência muito forte no Brasil e que, por isso, as empresas precisam estar atentas aos detalhes da nova legislação. “A CLT é uma colcha de retalhos e os empresários precisam estar atentos, pois a questão da terceirização será analisada com uma lupa por setores ligados ao judiciário contrários a essa modalidade de trabalho”, alertou. 

Segundo Gisele, existem Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADINs) em trâmite, o que ainda gera alguma insegurança ao setor empresarial. “Neste momento, em que a questão está regularizada, as empresas precisam ter atenção especial para a questão da impessoalidade, para não ter ingerência na empresa prestadora de serviço e não gerar um vínculo de trabalho”, apontou, acrescentando que as empresas tomadoras devem buscar requisitos formais antes da contratação do terceirizado, tais como: exigência do CNPJ regularizado; o prestador deve ter capital social compatível – a nova legislação prevê que empresas prestadoras com até dez funcionários devam ter capital social de R$ 10 mil; as com mais de 10 até 20, capital de R$ 25 mil; as com 25 até 50, capital de R$ 45 mil; as com 50 até 100, capital de R$ 100 mil; e as com mais de 100, capital de R$ 250 mil. “A legislação quer garantir o direito do trabalhador, separando o joio do trigo, colocando no mercado apenas empresas que tenham condições de arcar com os custos do trabalho”, frisou. 

Gisele pontuou, ainda, que embora a terceirização seja regularizada para todas as atividades, é preciso que a empresa especifique quais os serviços prestados em contrato, nem que para isso seja necessário mais de um documento. “Por fim, é importante que a empresa fiscalize o trabalho da terceirizada, para que esteja tudo dentro do contrato realizado”, concluiu a advogada. 

A Abicalçados acompanha as ADINs sobre o tema e tem posição favorável à regulamentação da terceirização, atividade fundamental para a competitividade do setor calçadista brasileiro. Para isso, a entidade conta com o setor de Assessoria Jurídica exclusiva para o associado. Mais informações pelo e-mail  This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

 

A Luiza Barcelos elegeu, pela primeira vez em 30 anos de história, uma celebridade como protagonista: a atriz Isabella Santoni. Segundo a designer da marca, Isabella personifica a mulher atual. É jovem, porém madura no jeito de ser, ao mesmo tempo alegre e de atitude. 

Batizada de Poesia Concreta, a coleção de verão da marca de sapatos e acessórios femininos foca no poder da mulher contemporânea. Os cliques de Cassia Tabatini conseguiram captar a entrega da atriz em poses ousadas, que primam pelos sapatos como protagonistas, mas sem deixar a beleza etérea da atriz em segundo plano. 

O styling é assinado por Yasmine Sterea e a beleza por Amanda Schon. A união das profissionais permitiu que a atriz encarnasse com maestria as épocas que serviram de inspiração para a coleção e, consequentemente, suas mulheres ícones: o Tropicalismo de Carmem Miranda, os Anos 80 de Madonna, o So Lady de Audrey Hepburn e o Modernismo da top model Twiggy.

09 Aug 2017

 

Nesta edição do Abinforma conversamos com o gerente de Tecnologia da Informação da Via Marte, Ivair Kautzman. A empresa, sediada em Nova Hartz/RS, possui três plantas industriais, duas em Nova Hartz e uma na cidade de Sapiranga/RS. Com uma produção média de 30 mil pares diários, a indústria gaúcha tem um grande número de pedidos diários, entre 1,2 mil e 1,8 mil. O fato fez com que a empresa, em meados dos anos 2000, procurasse soluções no campo da automação, para uma melhor organização interna e relacionamento com fornecedores e clientes. Na entrevista, o gerente de TI da empresa nos fala como foi o processo e como ele tem auxiliado no desenvolvimento da produtividade.
 
Abinforma - Qual a importância desse controle interno por meio da automação da logística?
Ivair Kautzman -
 A adoção da tecnologia, que tem como premissa a serialização, é fundamental para melhorar a performance da produção, especialmente no quesito redução de custos, condição essencial para a competitividade. Desde que adotamos o sistema, em 2003, reduzimos os nossos erros de picking (separação de mercadorias) a quase zero, diminuímos o retrabalho, aceleramos o processo produtivo e conseguimos mitigar a falsificação e a pirataria pela oportunidade de rastreabilidade total da carga por meio do padrão global de identificação de mercadoria da GS1.

Abinforma – Antes da adoção da automação, os erros eram correntes?
Kautzman - 
Sim, tínhamos um índice de erros de registros das caixas entre 3,5% e 4,5% do total, um número alto e que prejudica a produtividade, pois quando uma mercadoria é entregue errado, o problema na realidade é dobrado, pois envolve ida e volta da mesma. O quadro era agravado pela configuração dos clientes da Via Marte, que solicitam um maior número de lotes com volumes menores.

Abinforma – Quanto da produção da Via Marte abastece o mercado interno?
Kautzman -
 Hoje, 95% da produção é voltada para o mercado interno, sendo que estamos presentes em mais de 20 mil pontos de venda no Brasil.

Abinforma – A Via Marte consegue mensurar, em termos financeiros, o quanto é economizado com a automação da logística?
Kautzman - 
Estimamos que algo em torno de R$ 500 mil por ano com redução de custos.

Abinforma - Qual foi o investimento total realizado?
Kautzman -
 Hoje contamos com o nosso próprio software de manufatura, somos proprietários. Para automatizar a logística, no entanto, investimos em scanners (coletores de dados) e computadores industriais, algo em torno de R$ 60 mil. Para empresas menores, o investimento pode ser muito menor, proporcional ao tamanho do negócio, e os ganhos igualmente importantes.

Abinforma - Você comenta sempre que a logística é uma questão de ganho em escala... Por quê?
Kautzman - 
Sim, a logística não pode ser encarada como questão de concorrência. A concorrência entre as empresas deve se dar no produto, em design, em estilo, em soluções inovadoras etc., não em logística. Na logística, a lógica é simples, quanto mais empresas utilizarem o padrão, melhor será a competitividade da cadeia, tanto pelo melhor controle interno – lembrando que estoque é custo -, passando pela redução de gastos com mão de obra até a questão de segurança, com ampla rastreabilidade e, consequentemente, mitigação da pirataria, falsificação e sinistros sinistros em geral. Mas, independente das demais empresas não utilizarem, nós fizemos nosso tema de casa e estamos satisfeitos com os resultados para a organização interna.

Abicalçados – Quantos dos parceiros, fornecedores e clientes, da Via Marte, utilizam a automação logística?
Kautzman - 
Poucos. Infelizmente, falta entendimento da importância da questão para boa parte da cadeia. Hoje, poucos fornecedores utilizam o mecanismo, no entanto, respondem por cerca de 50% das compras. Das sete transportadoras que trabalham conosco, apenas duas utilizam.

Abicalçados - E os funcionários, como reagiram à automação?
Kautzman - 
Hoje, quando chegam os caminhões dos fornecedores que utilizam automação, os funcionários disputam entre eles para descarregar. É tudo muito mais fácil de controlar. O tempo foi otimizado tanto para descarregar como para carregar os caminhões, em torno de 1/3 em comparação com processos manuais. Os motoristas que vêm buscar mercadorias também preferem vir primeiro na Via Marte, pois aqui é mais organizado e eles sabem que não precisarão ficar esperando horas porque alguém perdeu uma caixa do embarque.

Abicalçados – Além do ganho interno, com redução de custos, a automação pode ser usada no relacionamento com o consumidor?
Kautzman - 
Sim, por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), especialmente na logística reversa. Citamos o exemplo, se o consumidor precisa trocar uma mercadoria, precisa dar detalhes do produto, que muitas vezes são imprecisos, ou até enviar fotos. Aqui, se ele tiver o número da série conseguimos localizar facilmente todo o histórico do produto, da fabricação até a chegada no varejo. A automação também acaba por aumentar a fidelização e é uma ferramenta de marketing.

Abicalçados – Além de uma cultura de automação, o que falta para que o empresariado, de fato, passe a investir nessas ferramentas?
Kautzman - 
O empresariado não está enxergando o valor da automação para a competitividade. Além disso, ainda temos a falta de apoio do Governo, que poderia reduzir impostos de importação sobre produtos para a automação, incentivando a competitividade das empresas brasileiras. Hoje, uma multinacional com sede no Brasil, consegue comprar um produto de automação - scanners industriais ou computadores -  muito mais em conta do que a empresa genuinamente brasileira, que tem um imposto de importação altíssimo.

03 Aug 2017

 

A Usaflex repaginou o clássico slingback, que existe desde 1950 no catálogo de Inverno. De salto mais baixinho, o calçado aparece com design estiloso, moderno e muito confortável.

A marca inseriu modelos mais tradicionais e alguns com características fashion e cheios de tendências. O ar vintage do modelo é ideal para combinar com roupas mais descoladas, como as calças pantacourt ou com o modelo boyfriend.

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