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Na Francal 2017, com a visita de 854 compradores e a comercialização de 41.737 pares de calçados ou artefatos, o Estande Coletivo do RS obteve, já no primeiro dia de evento, 2 de julho, um resultado em negócios no valor de R$ 2.126.061,00, superando o mesmo período de 2016.

O Projeto, que este ano reúne 42 micro e pequenas empresas do setor coureiro-calçadista, é realizado em parceria com a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI-NH/CB/EV), a Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/RS).

O retorno das empresas de Novo Hamburgo para o Coletivo do RS é uma das novidades nesta edição. O Projeto tem o apoio do município hamburguense e das prefeituras de Campo Bom e Sapiranga. O diretor da ACI também ressalta a importância desse retorno das empresas hamburguenses para o estande, após oito anos. "Isto é resultado de um esforço conjunto. É trabalhando em parceria que a gente cresce, que trazemos resultados para toda a região. Nos orgulha esta ação conjunta, já traduzida em muito retorno no primeiro dia, e nos traz muita esperança de resultados positivos", pontua Kirsch.

Além disso, estar alinhado ao espaço do Rio Grande do Sul representa mais força do setor, mais oportunidades de venda. Estamos trabalhando com economia e eficiência, mostrando o potencial do nosso calçado para o Brasil e para o mundo”, ressalta a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, que visitou todos os expositores locais, conhecendo seus produtos e conversando sobre os benefícios do retorno para o Estande Coletivo do RS.

 

 A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu, durante a realização da 49ª edição da Francal, maior feira da América Latina para lançamentos das coleções de calçados para a primavera-verão, mais uma edição do Projeto Comprador Vip. Realizado em conjunto com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), por meio do programa de apoio às exportações de calçados, o Brazilian Footwear,  a iniciativa trouxe compradores dos grupos russos Henderson e Pazolini, e da Colômbia, do Studio F.
 
A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, destaca que os compradores saíram satisfeitos e com amostras de empresas de segmentos variados, eles reportaram uma expectativa inicial de negócios de mais de US$ 250  mil para os próximos meses. “Os importadores levaram amostras com o objetivo de identificar possíveis adaptações para os seus mercados, ressaltando sempre a qualidade dos materiais, o desenho e o conforto dos produtos”, avalia Letícia, acrescentando que um dos grupos russos, a Pazolini, que possui 300 lojas na Rússia, não reportou a expectativa de negócios. “Esse número de US$ 250 mil, certamente, irá aumentar nos próximos meses, pois as compradores identificaram ótimas oportunidades”, conclui a coordenadora.
 
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Durante a feira calçadista, o Brazilian Footwear também viabilizou a vinda de jornalistas de alguns dos principais veículos segmentados de calçados do mundo: Maite Ruiz Atella (Global Fashion/Espanha), Jose Rivera (ModaPelle/Itália), Jean Pierre Bidegain (Chausser/França), Bárbara Solini (Edizioni AF/Itália), Andres Rodriguez (Style America/Colômbia), Aida Maria Martinez Ipuz (ADN/Colômbia), Maurício Herzcovich (CueroAmerica/Argentina) e Horacio Delfino (Serma/Argentina). Segundo a gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, o objetivo do projeto, realizado nas principais feiras de calçados do Brasil, é trazer os jornalistas para potencializar a divulgação do produto verde-amarelo além-fronteiras.
 
Francal
A 49ª edição da Francal, feira que reuniu 1,5 mil marcas de calçados e acessórios para lançar as coleções de primavera-verão, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, aconteceu entre os dias 2 e 5 de julho. A próxima edição da mostra acontecerá após a Copa do Mundo de 2018, entre 16 e 19 de julho, no mesmo local.

 

A Usaflex participou pela primeira vez da ABF, principal vitrine do mercado brasileiro de franquias, que aconteceu no Expo Center Norte, em São Paulo. Durante a feira, a empresa apresentou seu principal modelo de negócio para quem quer empreender no mercado calçadista, que possui faturamento médio de R$ 4,5 a R$ 8,5 mil/mês por m², valor considerado muito acima do mercado.

Segundo Sérgio Bocayuva, CEO da Usaflex, embora o mercado ainda esteja instável em relação ao cenário político/econômico, a marca vem conquistando resultados extremamente positivos. "Obtivemos um crescimento de 17% nas vendas já no primeiro quadrimestre deste ano, comparado com o ano de 2016. E a meta da empresa é arrojada. Queremos fechar o ano com 25% de crescimento, alcançar 341 unidades franqueadas até 2022 e duplicar a capacidade produtiva nos próximos seis anos, elevando o faturamento de R$ 300 MM, em 2016, para R$ 745 MM até 2022.”, completa.

O empresário ressalta que os resultados positivos alcançados se devem, principalmente, ao pilar da marca que é o conforto aliado ao design e a tecnologia. Além disso, a empresa também está investindo na comunicação integrada nas mídias off e on para valorizar e ampliar cada vez mais a força da rede. Entre as ações realizadas estão: TV Aberta (BBB17, Ana Maria Braga, Eliana, Esquadrão da Moda), TV Fechada (2.082 comerciais em 12 canais) e ações com influenciadores.

Paralelamente, a empresa também implementou práticas de governança corporativa e incluiu programas de incentivo aos colaboradores, além de utilização de pesquisas e Inteligência de Mercado - BI. “Queremos oferecer uma nova experiência de compra as nossas consumidoras, ampliando a aderência do público jovem, de mulheres com idade entre 25 e 35 anos que se dará através da oferta de produtos com inovação e moda”, complementa o executivo.

A Usaflex tem uma operação 100% verticalizada, com modelo de baixa liquidação de produtos e rápida reposição de estoques, gerando assim, elevada rentabilidade ao franqueado.

Aquisição 
Em dezembro de 2016, percebendo a elevada oportunidade de crescimento do mercado de conforto mundial, o Fundo de Private Equity Axxon Group, juntamente ao co-investidor Sergio Bocayuva, realizou a aquisição de 69% da Usaflex, considerando como um dos principais pilares de crescimento da marca no país o desenvolvimento do canal de franquias. Desta forma, considerando-se o elevado track-record de sucesso dos executivos no setor de franquias, com cases reconhecidos nacionalmente como Mundo Verde, Instituto Embelleze, Bobs e, mais especificamente no setor de calçados, por meio da Arezzo, BiBi Calçados e Jorge Bischoff, foi formada uma equipe com excelência em franquias o qual, alinhado a reconhecida liderança da marca Usaflex no setor de calçados femininos de conforto, já levaram a empresa a ter 45 novas unidades em operação em quatro meses de 2017.

Há 18 anos no mercado, a Usaflex possui oito unidades industriais localizadas estrategicamente nos Vales dos Sinos e Paranhana, no estado do Rio Grande do Sul, e conta com 3,3 mil colaboradores. Produzem diariamente 25 mil pares de calçados predominantemente em couro e sua distribuição é feita por uma plataforma multicanal composta por 7,7 mil lojas multimarcas. Além disso, a empresa exporta seus produtos para os EUA, Oriente Médio e países das Américas Central e do Sul e está estabelecendo uma nova unidade fabril em Parobé, Rio Grande do Sul.

Além da nova gestão, a marca também ganhou dois novos diretores (Marcelo Cavalheiro e Mafaldo Jr.), todos os ex-sócios do Axxon Group no Mundo Verde, acrescentando à gestão da Usaflex uma larga e comprovada experiência nos mercados de varejo e franquias. Os atuais diretores da empresa bem como seus fundadores permanecem na operação.

Em reconhecimento ao trabalho que já está sendo colocada em prática, a Usaflex acaba de conquistar o selo de pontuação máxima na 15ª Edição do Guia de Franquias Pequenas Empresas & Grandes Negócios, principal ranking que elege as melhores franquias do Brasil.

Modelo de negócio
A Usaflex oferece um conceito de loja que reúne características importantes para atender seus consumidores. Com um visual contemporâneo e minimalista, o projeto arquitetônico da franquia atrai a atenção e ativa o desejo de compra de diferentes públicos. Para alcançar o objetivo, o projeto é favorecido por usar cores neutras, que oferecem leveza ao espaço e destacam, principalmente, a exposição dos produtos.

Outros pontos de destaque também devem ser ressaltados:
• Comunicação moderna e arrojada, que fica por conta do uso de painéis de TV-Videowall
• O uso de espelhos favorece o espaço intensificando a amplitude, o que facilita a experimentação.
• Mobiliário que permite fácil acesso aos produtos
• Fachada envolvente que valoriza os calçados e conecta o conforto e a moda

A companhia também oferece todo suporte necessário aos franqueados, como Guia de Compra de Produtos, que serve como referência para as vendas, acompanhamento e treinamento “in loco” da equipe da loja, elaboração de metas estratégicas para aumentar a base de clientes, suporte e apoio na gestão permanente, inclusive no mix de produtos.

Ficha de franquia para os modelos de 40 ou 60 m² – Usaflex
Investimento inicial: 250 mil ou 300 mil
Faturamento médio mensal: 140 mil
Lucro líquido: 10% ou 15%
Prazo de retorno: 24 ou 36 meses
Taxa de franquia: 50 mil
Capital de giro: NI
Royalties: 10%
Taxa de publicidade: 2%
Área mínima/metragem: 40 ou 60 m²
Nº de funcionários necessários: 4 ou 8

 

A 49ª edição da Francal, feira que reuniu 1,5 mil marcas de calçados e acessórios para lançar as coleções de primavera-verão, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, foi uma mostra de opiniões contrastantes. Ocorrida entre os dias 2 e 5 de julho, a Francal teve uma visitação menor do que em edições anteriores – embora o número oficial não esteja fechado, o que não impediu muitos dos expositores registrarem resultados positivos nas vendas devido ao melhor momento do mercado, que ensaia uma recuperação na demanda doméstica. 

 

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, destaca que a feira cumpriu a função de dar um start para a temporada de vendas mais importante, em termos de volume, para a indústria nacional. “A primavera-verão responde por quase 70% do total de vendas brasileiras de calçados. Neste contexto, a Francal sempre é um termômetro importante do comportamento do mercado e nesta edição não foi diferente. Empresas que conseguiram segurar custos e manter o preço, apostando em produtos inovadores, tiveram bons resultados, outros nem tanto. O segmento, apesar de iniciar uma recuperação gradual, ainda está muito inseguro quanto aos rumos da economia, que historicamente é abalada pelas turbulências políticas”, comenta o dirigente.

 

Segundo Klein, de uma maneira geral, a indústria de calçados, se comparada com a indústria de transformação, é a que menos vem sentindo os efeitos da crise, tendo registrado incremento nas vendas internas e externas nos primeiros meses do ano. Entre janeiro e abril de 2017, as vendas no varejo aumentaram 6,3% no comparativo com igual período do ano passado, enquanto as exportações aumentaram 20% em receitas entre janeiro e maio no mesmo comparativo. “Existe sim uma retomada gradual, mas os calçadistas precisam entender que a sustentabilidade desse processo depende também do comportamento da indústria, que deve apostar em produtos diferenciados e que atraiam o consumidor para um novo modelo de consumo”, acrescenta Klein.

 

Para Abdala Jamil Abdala, presidente da Francal, tudo indica que a feira atendeu à expectativa de dar continuidade à recuperação das vendas no mercado interno e externo iniciadas neste ano. "O retorno que tivemos dos expositores foi bastante positivo, com vendas efetivas e futuras, inclusive para clientes internacionais", diz. Segundo ele, a indústria e o varejo de calçados são um exemplo de setor que está sabendo aproveitar as oportunidades oferecidas pela melhora do cenário econômico e a Francal se posicionou como uma importante ferramenta para confirmar o ritmo de crescimento, "uma vez que apresentou o melhor da produção nacional em calçados e acessórios para a primavera-verão e impulsionou os negócios do segundo semestre".

 

Apertando o cinto...
O diretor da Kidy, empresa de infantis de Birigui/SP, Sérgio Gracia, está satisfeito com a mostra. “Batemos a meta ainda no segundo dia, sendo que devemos fechar as contas com 10% mais vendas do que o registrado na feira do ano passado”, comemora o empresário, ressaltando que muito dessa perfomance deve ser atribuída ao acerto na coleção, que para essa edição da mostra trouxe produtos específicos para o Dia das Crianças. “Também tivemos um bom número de importadores, especialmente da América do Sul. Na feira, abrimos o único mercado do continente que ainda faltava, o Chile, que é bastante difícil, pois possui um acordo de livre comércio com a China e é praticamente dominado pelos calçados asiáticos”, acrescenta.

 

Para Gracia, o ano deve ser positivo, mesmo com a crise política. “O pior já passou. Se tivermos o mínimo de estabilidade política, certamente teremos um excelente último trimestre. Mas o câmbio – ainda instável – também precisa ajudar, pois a oscilação traz muita insegurança tanto para a indústria como para o comprador”, avalia. 

 

...e com inovação
Com uma produção de 20 mil pares diários, a Kidy exporta cerca de 10% da produção para 38 países, número que Gracia quer aumentar para 45 até 2018. Para o ano corrente, a expectativa de Gracia é de um incremento de 18% nas vendas, especialmente embaladas por um investimento de R$ 5 milhões em automaçao, treinamento, tecnologia e desenvolvimento de novos produtos. “Com esse investimento, também estamos conseguindo segurar o aumento dos preços, que é o mesmo para 80% das nossas linhas há 12 meses”, explica o empresário. 

 

Também influenciada por novos investimentos na marca, a Usaflex, adquirida no final de 2016 por um grupo franco-americano, colheu resultados de 20% a 30% melhores nesta edição da Francal em relação com a mostra do ano passado. O gerente comercial da empresa, que produz calçados femininos de alto conforto em Igrejinha/RS, Eduardo Santos, destaca que a crise política afetou as vendas, mas os investimentos em mídia e desenvolvimento, bem como o capital intelectual trazido pelo grupo franco-americano, foram fundamentais para não somente manter a posição da marca, mas para aumentar as vendas no início do ano. “Para o ano, a nossa expectativa é de crescimento de 27%, expectativa que seria melhor se tivéssemos vivendo um momento político mais estável”, conta. Com uma produção de 25 mil pares diários, a empresa exporta 5% da produção, número que quer aumentar nos próximos anos.

 

Destoando
O gerente de Exportação da Itapuã, empresa de Cachoeiro do Itapemirim/ES, Saulo Altoé, é uma das vozes destoantes nessa maré de otimismo da Francal. Segundo o gerente, o desempenho foi dentro do esperado, que não era de incremento, mas de estabilidade. Mesmo assim, explica Altoé, a Francal vendeu, in loco,  80 mil pares. “Se comparado com anos anteriores, o número é menor, mas não chega a surpreender”, avalia. 

 

Segundo o gerente, o motor da Itapuã para este ano será o mercado internacional. “Já temos a carteira internacional até outubro comercializada”, conta. Conforme Altoé,um dos motivos desse sucesso é que a empresa está conseguindo, por meio da diminuição de custos e negociações à vista com fornecedores, segurar os preços há oito meses. Com uma produção de 8 mil pares diários, a Itapuã pretende aumentar suas exportações em 13% ao longo de 2017. 

 

Francal
A 49ª edição da Francal, a maior feira da América Latina com lançamentos das coleções de primavera-verão, aconteceu entre os dias 2 e 5 de julho com 1,5 mil marcas expositoras no Expo Center Norte. A Abicalçados participou da mostra com projetos de promoção comercial – Projeto Comprador Vip, que trouxe três grupos de compradores da Rússia e Colômbia – e de imagem – Projeto Imagem, com jornalistas de alguns dos principais veículos segmentados internacionais da Argentina, Colômbia, Itália, Espanha e França.

 

No primeiro dia da Francal, o designer e consultor de moda Walter Rodrigues apresentou a Conexão Varejo + Verão 2018 no Fórum Francal. Na palestra, confirmou as propostas para a temporada primavera-verão 2018 em termos de conceitos, materiais e cores de calçados e acessórios.

Como nos anos anteriores, a apresentação serviu como “guia” para orientar os visitantes lojistas no processo de decisão de compra durante a feira. “Na realidade, o que nós entendemos é que somos uma cadeia e que em setembro que vem, quando vocês estiverem chegando às lojas, com os produtos comprados aqui, para estrear o verão, de certa forma para gente é um término de todo esse trabalho gigantesco que começa as vezes com uma palavra e que termina no bolso de vocês”, disse, em relação ao processo de pesquisa elaborado pela Assintecal .

Walter explicou como funciona a metodologia da pirâmide:
10% criação autoral, busca pelo novo (vitrine): É a vitrine, o catálogo, o marketing, exatamente aquilo que deve ser a aposta como imagem da loja. A loja tem que ter um foco muito importante para quem vende. O marketing tem que ser específico para o produto voltado ao nicho de mercado.

30% aposta, processo (balcão, onde se trabalha discute): Aquilo que apostou na estação passada com inovação e percebeu que o cliente compreendeu. Porque 10% do consumo é autoral. Quem olha para esses consumidores autorais vai copiar o estilo dessas pessoas. Então em vez de comprar um para atender uma pessoa, é preciso equilibrar, porque outras pessoas vão olhar para esse influenciador e querer copiar.

60% massificação, tem que ter (estoque): Base da pirâmide, aquilo que tem venda garantida, tendo em vista o conhecimento do perfil do cliente.

“No Brasil, são poucas as marcas que realmente investem no 10%, mas elas vão ter que mudar isso. O consumidor quer comprar um produto que tem mais valor percebido, e vai pagar a mais por esse encantamento”, alertou o especialista.

 

A Usaflex traz para a Francal peças e acessórios que valorizam a expressão artística. A mistura de cores abertas e alegres e a combinação de texturas criam looks despojados e cheios de personalidade.

Calçados abertos garantem a refrescância necessária durante os dias quentes. A novidade fica por conta de modelos com tiras e solados coloridos. Para um look romântico e feminino, as sapatilhas com cores suaves, laços e aplicações são ótimas e garantem conforto no dia a dia.

As sapatilhas e o scarpin chegam com cores quentes para combinar com o clima da estação. Na temporada primavera-verão, os calçados ganha bordados e aplicações e deixam o visual cheio de estilo.

 

O Talk Shoe, ciclo de palestras rápidas promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) na Francal, em São Paulo/SP, enfatizou o papel cada vez mais importante do consumidor na construção da marca e criação de produtos. O evento foi realizado nos segundo e terceiro dias da feira calçadista que se estende até amanhã, dia 5, no Expo Center Norte.

Abrindo o Talk Shoe, o professor da ESPM-Sul, Diego Costa Pinto, trouxe as mais relevantes tendências em branding, que apontaram o caminho para as marcas trilharem na construção de seu conceito, posicionamento de mercado e compreensão de seu público-alvo. Segundo ele, branding é  “tudo aquilo que falam sobre a sua marca quando você sai da sala”, ou seja, o que o cliente efetivamente pensa sobre ela. Outro ponto enfatizado foi a moda agênero, que é cada vez mais procurada e valorizada pelo consumidor, que está se desprendendo dos tradicionais rótulos “feminino” e “masculino”. 

O especialista reforçou que possuir um DNA é algo imprescindível para o futuro das labels: “as marcas não podem viver de tendências, precisam sobreviver a elas e oferecer algo mais – um conceito, originalidade, relacionamento e experiência”, pois devido à imensa quantidade de informações que a sociedade tem acesso e a concorrência em constante crescimento, o tempo do consumidor está cada vez mais precioso e é preciso aproveitá-lo ao máximo para garantir que a sua experiência com a marca traga uma conexão emocional. 

Dando sequência à programação, o gerente Comercial e de Marketing da Ciao Mao, Daniel Hayashi, contou a trajetória da grife e seu processo de internacionalização, que foi vencedor do Prêmio Direções 2017. Com dez anos de existência, a marca de sapatos foi criada com o intuito de desenvolver produtos customizáveis, com design original, qualidade, conforto, curadoria e cocriação, tudo isso embasado por uma rede extremamente preocupada com a sustentabilidade e com o característico mood brasileiro. Desde o início, os produtos já foram desenvolvidos com qualidade para exportação, o que facilitou muito o processo, embora a marca tenha se dedicado a isso somente no último ano: “Fomos percebendo que a aceitação dos produtos no exterior tinha potencial através da participação em exposições, em que dividíamos espaço com renomadas marcas do mercado e ganhávamos olhares interessados e curiosos”.

O processo de internacionalização exigiu muito estudo e aprendizado para a marca: “estudamos por três anos o mercado onde queríamos nos inserir e qual era a melhor forma de fazê-lo. Nos preparamos para o processo, entendendo que o branding atende toda uma rede e temos o dever de estar em conexão e sintonia com todos os pontos de contato. Então, com o apoio da Abicalçados e outras entidades, conseguimos entrar em muitos mercados do exterior por termos um negócio consistente e estruturado, capaz de atender às oportunidades.”.

Engaje 
A regra principal para o sucesso de vendas num mercado cada vez mais concorrido e exigente foi proferida pelo primeiro palestrante do segundo dia do evento. O professor e coordenador dos Cursos de Pós-Graduação da ESPM-Sul, Artur Vasconcelos, destacou que o êxito da empresa, independente do setor, está no grau de envolvimento com o cliente, inclusive na cocriação não somente de produtos, mas em todos os processos da marca.

Segundo Vasconcelos, para gerar cocriação de valor para a marca, é preciso estar atento aos sinais do consumidor, o que só é possível por meio do diálogo contínuo – hoje mais fácil por meio das redes sociais na internet, do estímulo a criações que estejam contextualizadas e da inovação em ambientes físicos – mais informais e despojados – que ajudam nos processos de cocriação. O especialista, por fim, frisou que no setor calçadista existe um “universo de oportunidades”, pois os calçadistas ainda se limitam a cocriação apenas de produto, não envolvendo o consumidor nos demais processos de desenvolvimento das marcas. 

Encerrando a edição do Talk Shoe na Francal, o diretor da Usthemp, Fabiano Bladt, contou a história da marca vencedora do mais recente Prêmio Direções na categoria Design. Produzida 100% sob demanda, a Usthemp possui um forte vínculo com o consumidor. “O nome da marca, por exemplo, partiu da expressão inglesa Your Stamp – sua marca, em português. Hoje trabalhamos com suas linhas customizáveis pelo cliente, a Illustrate e a Faça Você Mesmo, nas quais o cliente faz sua própria estampa e a aplica sobre 10 diferentes bases”, disse.

A Usthemp é uma empresa de pequeno porte localizada em Lajeado, interior do Rio Grande do Sul, que vende exclusivamente por meio do site da empresa - www.usthemp.com – com um preço médio variando entre R$ 249 e R$ 359. 

Francal
A 49ª edição da Francal, a maior feira da América Latina com lançamentos das coleções de primavera-verão, acontece entre os dias 2 e 5 de julho com 1,5 mil marcas expositoras no Expo Center Norte. A Abicalçados participa da mostra com projetos de promoção comercial – Projeto Comprador Vip, que trouxe três grupos de compradores da Rússia e Colômbia – e de imagem – Projeto Imagem, com jornalistas de alguns dos principais veículos segmentados internacionais da Argentina, Colômbia, Itália, Espanha e França.

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) realizou hoje, 3, a sua tradicional coletiva de imprensa na Francal. Com alto quórum de jornalistas brasileiros e internacionais, o encontro contou com a participação do presidente-executivo da entidade, Heitor Klein, do presidente da Associação Brasileira dos Lojistas de Calçados e Artefatos (Ablac), Marcone Tavares, do presidente da feira, Abdala Jamil Abdala, e do deputado federal e presidente da Frente Parlamentar de Defesa do Setor Coureiro-Calçadista, Renato Molling. A coletiva marcou ainda o lançamento do Relatório Setorial Indústria de Calçados 2017, desenvolvido pela Abicalçados.

Com uma produção de 954 milhões de pares em 2016, 1,3% mais do que no ano anterior, o setor calçadista brasileiro tem conseguido, por meio do investimento em design e inovação, driblar os efeitos da crise econômica e política que se arrasta no País. Segundo Klein, é justamente no momento de dificuldade que o setor prova a sua importância estratégia para a economia brasileira, tendo crescido em todos os indicadores ao longo de 2017. “Temos presença forte em 11 estados brasileiros e exportamos para mais de 150 países, apesar de todas as dificuldades que temos em produzir no Brasil”, ressaltou, em referência ao chamado Custo Brasil, que engloba a alta carga tributária, os juros elevados, a logística cara e ineficiente e os encargos de mão de obra. “Sempre que levamos nossos pleitos aos governos, identificamos o potencial do setor, que hoje emprega diretamente mais de 300 mil pessoas, apesar de todos os problemas enfrentados”, destacou o executivo. 

Surpreso
Analisando o ano corrente, Klein pontou que os números registrados até o momento, de alta nas vendas no mercado interno (de 6,3% entre janeiro e abril no comparativo com igual período do ano passado) e nas exportações (de 20% nas receitas geradas com embarques entre janeiro e maio no comparativo com igual ínterim de 2016), surpreendem apesar da base de comparação fraca. “Certamente a crise política pela qual passamos impacta na demanda, mas felizmente parece que a sociedade brasileira se deu conta de que a vida continua, de que é preciso seguir consumindo e trabalhando para um futuro melhor”, comentou. 

Tavares, por sua vez, destacou que a indústria e o varejo calçadistas estão em sinergia, buscando atender um consumidor cada vez mais exigente por novos produtos, o que explica a força do segmento mesmo num ambiente econômico e político conturbado. O dirigente falou ainda da tendência da aposta nas franquias – monomarcas- que vem melhorando significativamente a experiência de compra do consumidor. 

Desoneração
Presente na coletiva da Abicalçados, Molling destacou a luta pela maior competitividade do setor calçadista por meio dos pleitos em Brasília. O deputado ressaltou a possibilidade de manutenção do segmento entre os beneficiados pela desoneração da folha de pagamentos, que permite a substituição da contribuição patronal de 20% sobre a folha de salários pelo pagamento de 1,5% sobre o faturamento bruto da empresa. A ferramenta, existente desde 2012, permitiu uma maior competitividade para os calçadistas frente às instabilidades do mercado e está sendo ameaçada pela MP 774, que pretende tirar o segmento do rol de setores beneficiados a partir de 2018. “A emenda proposta para manter o setor já foi aprovada em Comissão Mista no Congresso e deverá ser votada na casa legislativa até o dia 10 de agosto”, frisou. 

Francal
A 49ª edição da Francal, a maior feira da América Latina com lançamentos das coleções de primavera-verão, acontece com 1,5 marcas expositoras no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, até o dia 5 de julho. A Abicalçados participa da mostra com projetos de promoção comercial – Projeto Comprador Vip, que trouxe três grupos de compradores da Rússia e Colômbia – e de imagem – Projeto Imagem, com jornalistas de alguns dos principais veículos segmentados internacionais da Argentina, Colômbia, Itália, Espanha e França. Além desses, a entidade promove ainda o Talk Shoe, evento com palestras rápidas sobre construção de marca e cocriação. 


Dados do setor (2016)
Empresas: 7,7 mil 
Produção: 954 milhões de pares
Exportação: 125,6 milhões de pares
Nível de uso da capacidade instalada: 72,1%
Consumo interno: 851,2 milhões de pares
Empregos diretos: 286,7 mil postos

 

“O empresariado brasileiro do setor tem conseguido se desprender do ambiente político conturbado que vem assolando o País”. Com essa frase o presidente da Francal Feiras, Abdala Jamil Abdala abriu oficialmente a 49ª edição da Francal, feira calçadista que reúne 1,5 mil marcas de calçados e acessórios entre os dias 2 e 5 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP. Além de Abdala, participaram da abertura oficial o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Calçados e Artefatos (Ablac), Marcone Tavares, e os calçadistas Ricardo Alarcon (Grendene), Jorge Bischoff (marca homônima) e Camila Klein (marca homônima). 

Segundo Abdala, o ambiente que domina a feira é de otimismo. “Aqui na Francal está sendo construído o Brasil de amanhã, o Brasil que trabalha e está confiante na recuperação do setor”, frisou, ressaltando que a expectativa é de que a Francal aponte para a retomada definitiva das vendas de calçados aqui e além-fronteiras. O otimismo do promotor da mostra é baseado nos números de crescimento tanto nas exportações quanto nas vendas domésticas. 

Para Klein, o empresariado calçadista vem resistindo ao chamado “Custo Brasil” há anos, construindo um setor cada vez mais sólido, especialmente por meio do investimento em produtos diferenciados e inovadores. “Se hoje, mesmo com todos os problemas, seguimos exportando para mais de 150 países e o nosso calçado segue com força no mercado interno é por mérito do empresário do setor”, disse, ressaltando que é preciso seguir fomentando ferramentas para o desenvolvimento, o que a Abicalçados vem realizando por meio de eventos como a batalha criativa entre designers, o Moda Co (plataforma de cocriaçao) e o Prêmio Direções (reconhecimento anual dado aos melhores cases de sucesso da indústria calçadista).  “O crescimento do setor demonstra que o calçado é uma atividade estratégica para a economia brasileira”, concluiu o executivo. 

Design
Representando os lojistas nacionais de calçados, Tavares destacou que o design é fundamental para a manutenção da competitividade do produto brasileiro no mercado doméstico. “O nosso consumidor está retraído, pensando mais na hora da compra, e ele não quer mais do mesmo”, comentou, citando alguns lançamentos importantes apresentados na Francal. Para ele, a indústria e o varejo de calçados estão conversando cada vez mais sobre as necessidades e o comportamento do consumidor, o que é salutar para o segmento. 

Feira
A Francal é a feira oficial que marca o lançamento dos calçados e acessórios para a temporada primavera-verão, a mais significativa em termos de volume de vendas do setor. Nesta 49ª edição a mostra conta com 500 expositores – que representam um universo de 1,5 mil marcas - e deve receber mais de 30 mil visitantes. 

Abicalçados 
A Abicalçados é parceira da Francal e participa com ações de promoção comercial e de imagem, o Projeto Comprador Vip e Projeto Imagem, que trazem compradores e jornalistas internacionais para a mostra. Além desses, a entidade promove o ciclo de palestras rápidas Talk Shoe, que acontece no segundo e terceiro dias do evento e traz os temas construção de marcas e cocriação para os visitantes. 

 


Números 
Empresas: 7,7 mil 
Empregos gerados: 305 mil postos 
Produção: 954 milhões de pares em 2016
Exportações: 126 milhões de pares em 2016, que gerararam US$ 998 milhões
No ano corrente, de janeiro a maio, as exportações aumentaram 1,1% em volume e 20% em dólares no comparativo com igual período de 2015, chegando a 49 milhões de pares embarcados por US$ 441,4 milhões. Já as vendas domésticas aumentaram 4,7% no primeiro trimestre. 

 

A cadeia coureiro-calçadista brasileira recebeu hoje, dia 30, uma ferramenta inédita para o seu desenvolvimento. Trata-se do primeiro Planejamento Estratégico do setor calçadista para os próximos 15 anos, que foi apresentado pela Novociclo Empresarial na sede do TechPark da Feevale, em Campo Bom/RS. O documento da empresa de consultoria, contratada por meio de edital do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) em janeiro, contou com apoio das entidades setoriais de calçados (Abicalçados), de componentes (Assintecal), de couros (CICB) e de máquinas (Abrameq), que levantaram propostas e também engajaram parte dos seus associados no desenvolvimento do Planejamento.
 
A apresentação foi conduzida pelo coordenador do Projeto, Rafael Aquino, que destacou que o setor tem muito potencial de crescimento. “Avaliando os números dos preços médios praticados no comércio internacional, percebemos que o nosso problema não é preço. Para cumprir o grande desafio, que é desenvolver a cadeia no mercado doméstico e internacional, é preciso maior sinergia e união entre autarquias, associações, centros tecnológicos, universidades e empresas com vistas a atender às demandas do mercado atual em termos de inovação, sustentabilidade e melhor aproveitamento dos recursos disponíveis”, comentou, ressaltando que também é necessária a criação de uma imagem de marca do produto nacional no mercado internacional.
 
Detalhando o panorama setorial, que apesar de registrar quedas nas vendas internas e externas nos anos recentes demonstra grande potencial de crescimento, Aquino destacou que para criar um ambiente de maior competitividade para a cadeia é preciso unir todos os elos. Conforme o especialista, o Brasil possui associações setoriais de calçados robustas, mas que ainda têm o desafio de engajar um maior número de empresas, criando uma cultura que fomenta a inovação, a cocriação, o desenvolvimento de novos produtos e novos modelos de negócios – especialmente no que diz respeito à distribuição, com a força cada vez maior do omnichannel, entre outros pontos.
 
Oportunidades
No documento foi listada uma série de oportunidades para o desenvolvimento da cadeia, especialmente no mercado internacional. Hoje os principais países consumidores de calçados estão na América (36%) e  Ásia (30,6%), sendo que os preços médios mais altos são praticados na Europa (US$ 36,67 por par) e os mais baixos na Ásia e Oceania (US$ 16 e US$ 15,54, respectivamente). Segundo o consultor, também foi identificado que os países onde o consumo de calçados vem crescendo com maior força estão divididos entre África e Ásia. O consumo per capita norte-americano segue sendo o maior do mundo (7,9 pares por pessoa), embora estável. “Os EUA são os principais importadores de calçados, em dólares, do mundo, e nesse mercado respondemos apenas por 0,9% do total de importações de calçados. Há um potencial enorme a ser explorado”, frisou.
 
Segmentação
O Planejamento trouxe, ainda, um detalhamento de onde estão as principais oportunidades por tipo de material utilizado no calçado. Na América, Europa e Brasil a maior oportunidade é para calçados de couro, enquanto os calçados com preços menores são os preferidos na Ásia e Oceania (sandálias e chinelos). “Nesses países, devemos unir esforços com vista à construção de uma imagem de marca Brasil”, destacou Aquino.
 
Desafios
O consultor ressaltou que a cadeia possui quase 100 iniciativas de desenvolvimento e que o principal desafio não é criar mais projetos, mas avaliar aqueles que são mais efetivos e relevantes para que o empresariado possa construir seu posicionamento estratégico.
 
Metas
O Planejamento Estratégico fechou com metas até 2032: impactar 633 empresas com iniciativas; aumentar a produtividade por funcionário em 7,5% nas empresas do complexo; aumentar as exportações entre 10% a 15% ao ano; engajar 200 empresas de calçados, 200 de componentes, 50 de couros e 50 de máquinas nas certificações de sustentabilidade; aumentar o engajamento das empresas nas respostas ao PINTEC (pesquisa de inovação realizada pelo IBGE); e a criação de um escritório de projetos para a cadeia, com braço voltado para gerenciamento de projetos por meio de um conselho consultivo de empresários.
 
Força
O analista de Comércio Exterior do MDIC, Ricardo Zanatta Bortoli, responsável pela contratação e pelo acompanhamento do Planejamento Estratégico, ressaltou que o trabalho irá aumentar a voz da cadeia junto ao Governo Federal. “A união do segmento é muito importante e demonstra que o setor tem uma base forte, o que pode ajudar na busca de novos pleitos”, destacou.
 
O Planejamento Estratégico foi iniciado em janeiro e contou com o engajamento das principais entidades setoriais que compõem a cadeia coureiro-calçadista nacional, que além de responderem questionários que culminaram na matriz swot (que reuniu as principais forças, oportunidades, ameaças e fraquezas da cadeia), engajaram associados que responderam a 60 questionários semelhantes.
 

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