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Os irmãos e sócios Marcio e Antonio Figueiredo perceberam que havia uma escassez de sapatos acima do tamanho 44. Após pesquisarem o mercado, perceberam uma queixa comum dos homens que calçam tamanhos maiores: a falta de variedade de modelos nas lojas virtuais de sapatos masculinos. Assim nasceu a “Sapato Grande”.

A loja virtual promete uma ótima experiência de compra e entrega em todo o Brasil. Na Grande São Paulo, o prazo é de dois dias úteis e o cliente tem também a opção de comprar pelo site e retirar na loja física, na região central. Os preços são competitivos e, visando a dar maior comodidade a seus clientes, a Sapato Grande oferece também acessórios em tamanho grande. 

 

Os prints florais e de folhagens continuam como grande tendência na moda masculina e a Havaianas segue esta vibe com modelos da linha Top Tropical. Inspirada no clima tropical, são dois modelos com estampas que trazem pequenas frases e palavras que traduzem a calma e a tranquilidade: Keep it Cool e Simplify - um verdadeiro convite para relaxar e curtir os prazeres do verão brasileiro.

 

Embora prejudicadas pela recente valorização do real frente ao dólar, as exportações brasileiras de calçados registraram incremento de 14,7% em valores gerados no comparativo entre janeiro e julho deste ano com o mesmo período de 2016. Nos setes meses foram embarcados 67,4 milhões de pares que geraram US$ 608 milhões. Em volume, o número é 1,3% maior do que o registro do ano passado, o que é explicado pela alta no preço médio do produto verde-amarelo (de quase 12%).
 
O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, destaca que a valorização do real frente ao dólar tem tornado o preço do calçado brasileiro menos competitivo no exterior. “No Brasil, existe uma situação na qual o câmbio, muitos vezes, acaba sendo compensador para o nosso enorme custo de produção, trazendo algum ganho de competitividade no exterior. Em 2017, estamos convivendo com uma valorização da moeda nacional, o que é sintoma de uma economia mais saudável, mas o problema é que, como seguimos com um custo de produção elevado, terminamos por perder competitividade diante dos nossos competidores internacionais”, explica Klein, ressaltando que o preço médio do calçado brasileiro pulou quase US$ 2 entre 2016 e 2017.
 
Destinos

Nos sete primeiros meses do ano, o principal destino do calçado brasileiro foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 6,2 milhões de pares que geraram US$ 111,64 milhões, quedas de 11% e 7,7%, respectivamente, no comparativo com o mesmo ínterim do ano passado. O segundo destino foi a Argentina, país para onde foram enviados 5,17 milhões de pares por US$ 75,72 milhões, altas de 16,7% e 47,6%, respectivamente, no comparativo com mesmo período de 2016.
 
O terceiro destino das exportações foi o Paraguai, que ultrapassou compradores tradicionais como França e Bolívia. Nos sete meses do ano, os paraguaios importaram 8 milhões de pares por US$ 46,8 milhões.
 
 
Mais de 40% das exportações são gaúchas
 
Entre janeiro e julho, o principal exportador de calçados do Brasil seguiu sendo o Rio Grande do Sul. No período, os gaúchos embarcaram 15,7 milhões de pares que geraram US$ 261 milhões, altas de 2,4% e 10,7%, respectivamente, no comparativo com mesmo período de 2016. Atualmente o Rio Grande do Sul responde por 43% do total gerado com exportações de calçados no Brasil.
 
O segundo maior exportador do período foi o Ceará, que exportou 25,3 milhões de pares que geraram US$ 145,78 milhões, altas de 1,5% e 7,3%, respectivamente, na relação com os sete primeiros meses de 2016.
 
O terceiro exportador do Brasil no período foi São Paulo. Nos sete primeiros meses, os paulistas embarcaram 4,72 milhões de pares por US$ 69,74 milhões, queda de 17% em volume e alta de 11,3% em receita no comparativo com mesmo ínterim de 2016.
 
Importações

A desvalorização da moeda brasileira frente ao dólar também tem surtido efeito nas importações de calçados. Com o calçado estrangeiro mais barato, a entrada de produtos cresceu 5,2% em pares e 1,1% em dólares nos primeiros sete meses – em comparativo a igual período de 2016. Entre janeiro e julho entraram no Brasil 14,76 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 199,5 milhões.
 
No período, as principais origens das importações seguiram sendo os países asiáticos: Vietnã, 6,17 milhões de pares e US$ 109,7 milhões, altas de 4,4% e 1,5%, respectivamente; Indonésia, 2,28 milhões de pares e US$ 38,6 milhões, alta de 0,5% em volume e queda de 5% em receita; e China, 4,44 milhões de pares e US$ 19 milhões, quedas de 4% e 18,2%, respectivamente.
 
Itália
Surpreendeu no ranking de maiores vendedores de calçados para o Brasil a Itália. Com um preço médio elevado, de US$ 128,32 o par importado, o país europeu ultrapassou tradicionais exportadores de calçados para o Brasil, assumindo o quarto posto. Entre janeiro e julho, os italianos exportaram 88,54 mil pares por US$ 11,36 milhões, altas de 16,6% e 23,4%, respectivamente, no comparativo com igual período de 2016.
 
Entre janeiro e julho, em partes de calçados – palmilhas, solas, saltos, cabedais etc – o Brasil importou o equivalente a US$ 23 milhões, 16% menos do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.
 
 
Confira as tabelas completas no link https://drive.google.com/file/d/0Bwij5ZDRk_9Rd29INVpaQk44T1U/view

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promove, a partir das 8 horas do dia 24 de agosto, o curso Sistema GS1 - Identificação Global para Automação Logística. O evento, que será ministrado pelo engenheiro Luiz Renato Costa, assessor de educação da GS1 Brasil no desenvolvimento de padrões de identificação e treinamentos, será realizado na sede da entidade calçadista, em Novo Hamburgo/RS.
 
O consultor da Abicalçados, Igor Hoelscher, explica que o curso tem o objetivo de disseminar a prática da automação logística no setor calçadista, explorando ao máximo as possibilidades de codificação por meio de código de barras ou RFID. “A etapa de identificação correta do produto, por meio de padrões globais, é o primeiro passo para a automação e a integração logística da cadeia”, comenta, ressaltando que a codificação, aliada aos processos e troca eletrônica de dados, traz ganhos relevantes, especialmente, no que diz respeito à redução de custos, controle de estoques, rastreabilidade, agilidade e maximização das ações de marketing, tanto no comércio físico quanto no e-commerce.
 
Segundo Hoeslcher, a iniciativa tem o objetivo de estimular a integração do setor, sensibilizando sobre a importância da automação logística para uma maior competitividade. “A indústria já enfrenta um dos custos produtivos mais altos do mundo, somando altos impostos e burocracia, então, ela precisa fazer a lição de casa o que passa, necessariamente, pelo investimento em tecnologia com automação logística. Indústrias já nos reportaram economias anuais que chegaram a R$ 500 mil com mitigação de erros de picking (separação de mercadorias), rastreabilidade e controle de estoque”, acrescenta.
 
As inscrições são limitadas e o investimento é de R$ 32 para associados da Abicalçados, Assintecal e ACI - NH/EV/CB, e de R$ 80 para o público geral. As mesmas podem ser feitas nolink. A realização é da Abicalçados, por meio do Projeto Sola, e da GS1 Brasil. O apoio é da Assintecal e ACI - NH/EV/CB. 

Sobre a Associação Brasileira de Automação (GS1 Brasil)
É uma associação multissetorial sem fins lucrativos, que implementa padrões de identificação de produtos, como código de barras e EPC/RFID, colaborando para o processo de automação desde a matéria-prima até o consumidor final. Os padrões GS1 são utilizados em mais de 150 países. Identificam, com exclusividade, produtos, unidades logísticas, localizações, ativos e serviços. Facilitam a integração de processos para proporcionar soluções estruturadas de mensagens eletrônicas, a fim de viabilizar a total rastreabilidade das operações e a visibilidade dos itens que transitam nas cadeias de suprimentos.
  


Serviço
Curso Sistema GS1 - Identificação Global para Automação Logística.
Treinamento: Codificações GLN, GTIN, SSCC; Simbologias: código de barras e RFID; e E-commerce.
Data: 24/8, quinta-feira, das 8h às 11h30.
Local: rua Júlio de Castilhos, 561, Novo Hamburgo/RS.  
Inscrições: https://goo.gl/forms/G2hktPn3KzDacBVO2

 

Seja um pai clássico, despojado, moderno ou minimalista, a coleção da Kildare apresenta uma pluralidade de opções para complementar o look masculino nesse Dia dos Pais, garantindo estilo em dose máxima para aqueles que não abrem mão da personalidade, qualidade e conforto na hora de se vestir.

 

Grandes aliados do inverno, os abotinados aparecem em evidência no mix, com destaque para as botas no estilo coturno, um pouco mais robustas, e os sapatos de cano médio, que esbanjam estilo. Já para quem curte uma proposta mais clássica, prezando pela descrição, a pedida perfeita é apostar em modelos iate, que dispensam atacadores, e a linha de casuais, que vão bem dos momentos de lazer ao trabalho. As propostas esportivas, que seguem em alta no cenário da moda internacional, são uma boa aposta, com ênfase para os tênis jogging, siders e drivers, que conferem conforto e charme aos looks deles. Desenvolvidos em couro extramacio, os modelos seguem uma cartela de tons típica do inverno, em que protagonizam os terrosos, azul-marinho, bordô e cinza.

 

O apelo extra para os pais descolados, que têm uma relação ainda mais estreita com o universo da moda, fica por conta da coleção cápsula assinada pelo estilista Ronaldo Fraga, desenvolvida com exclusividade para a Kildare. Confeccionados em couro, os modelos expressam uma simbiose entre os estilos contrastantes da marca e do estilista, sintonizando perfeitamente o mood clássico das criações Kildare com o olhar visionário de Fraga, que destaca entre tons e traços, a estética urbana e o universo do skate. Couros maleáveis, com aspecto similar ao da lona, em contraponto com o nobuck e couro liso, dão origem a peças únicas, confortáveis e com shape visivelmente inovador, em nuances que variam das neutras, vibrantes e pastel, em contraste com prints com nítidas referências da arte das ruas.

 

Conhecida por seu conforto absoluto, a marca, que é focada na busca e aplicação de novos conceitos ergonômicos, traz mais uma inovação para a moda do bem-estar.

As linhas 7115 com seus chinelos e papetes, 7116 com as slides e 7319 com as sapatilhas, que compõem a coleção 2018 da Modare Ultraconforto, receberam a tecnologia Gel Tech, peça ultraflexível em formato de gota feita de material super macio que fica na região do calcanhar.

Com propriedades de memória e que traz de 20 a 23 microcápsulas de ar comprimido em seu interior, esse sistema eleva os atributos funcionais dos calçados, e, combinados com as palmilhas e solados produzidos em EVA e TR, proporcionam muito mais leveza e um caminhar mais suave.

O Gel Tech torna-se elemento central no design, entregando um visual confortável, além de maximizar a experiência sensorial que os calçados da Modare Ultraconforto oferecem às consumidoras que valorizam a qualidade de vida e estilo 24 horas por dia.

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), leva 31 marcas brasileiras para participação na FN Platform, a principal mostra do setor nos Estados Unidos. O evento acontece entre os dias 14 e 16 de agosto, em Las Vegas.
 
Segundo a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Scheffel, que acompanhará a ação, a FN Platform é uma ótima plataforma para posicionamento de marcas no mercado norte-americano. “A cada edição, notamos que as empresas brasileiras estão se consolidando no mercado, com suas próprias marcas”, avalia. A analista ressalta que os Estados Unidos são o principal destino dos calçados brasileiros no exterior, porém ainda muito focado em private label (sem marca própria). “A adesão constante por parte das empresas, mantendo um número de marcas acima de 30 a cada edição, mostra que os brasileiros buscam novos desafios, investindo fortemente para posicionar suas marcas neste mercado tão competitivo”, acrescenta Ruisa.
 
No ano passado, a feira norte-americana da temporada de primavera-verão, rendeu mais de US$ 1,3 milhão in loco aos calçadistas brasileiros. A expectativa de negócios alinhavados durante o evento chegou a quase US$ 7 milhões.
 
Mercado
Segundo maior mercado mundial do setor de calçados, com mais de 2,4 bilhões de pares consumidos no ano passado, os Estados Unidos são o principal destino do produto brasileiro desde os primeiros embarques. No ano passado, os varejistas norte-americanos compraram US$ 221 milhões em calçados brasileiros, 15% mais do que em 2015.
 
Participam da mostra as marcas Rider, Grendha, Zaxy, Cartago, Ipanema, Anatomic & Co, Moema, Schutz, Pampili, Boaonda, Shoetherapy, Carrano, Malu, Território Nacional, Vicenza, Guilhermina, Sollu, Klin, Freeway Easywear, Kidy, Bibi, Piccadilly, So.Si, Capelli Rossi, Bottero, Verofatto, Viviar Shoes, Werner, Amazonas, Lynd e Opananken Antistress.
 

Sobre o Brazilian Footwear:
Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
 
Sobre a Apex-Brasil:
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.
Conheça: www.apexbrasil.com.br.

 

A coleção Mr. Bischoff traz peças que evidenciam a personalidade dos pais para produções formais ou casuais, em cores e modelos que são curingas para diferentes produções.

Das peças clássicas às mais arrojadas, a coleção é inspirada nas tendências globais da moda masculina. São sapatos e bolsas que exibem design de padrão internacional, tanto na escolha dos materiais quanto na aplicação de metais personalizados. 

Sapatos com solado bicolor e mochila em couro formam um combo cheio de estilo para pais de atitude com elegância despojada. Referência fashion, o solado tratorado e a banda larga são tendências também para eles. O complemento de estilo perfeito é a bolsa carteiro.

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comemora o fim da aplicação do Decreto 1744 para calçados oriundos do Mercosul, medida imposta pelo governo colombiano desde novembro de 2016 e que sobretaxava a importação de produtos com preços médios entre US$ 6 e US$ 10 em 35%, dependendo da NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) em que eram enquadrados. A partir de agora, o decreto segue válido apenas para importações provenientes de países de não signatários ao Bloco
 
Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, a sobretaxa era mais um empecilho para os calçadistas brasileiros, que têm na Colômbia um importante mercado. “Entre janeiro e junho deste ano, muito por conta do encarecimento do produto brasileiro submetido à sobretaxa, registramos queda de 2% nos embarques para o país vizinho”, avalia.

Para o executivo, a tendência é de que, com o fim da sobretaxa, as exportações voltem a ter um resultado satisfatório, assim como tiveram no ano passado, quando cresceram 24%, chegando a quase 10 milhões de pares. “A Colômbia, por ser um país com cultura semelhante a nossa, e ser apreciadora de produtos de verão deve seguir nas primeiras colocações entre os destinos do calçado verde-amarelo”, projeta Klein.
 
Mercado-alvo
Atualmente a Colômbia é o sexto principal e também é um dos mercados-alvo do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que promove ações de promoção comercial e de imagem – em feiras e eventos in loco.
 
Resolução
Importante parceiro comercial do Brasil, o governo colombiano, por meio do Ministério do Comércio, Indústria e Turismo da Colômbia, cessou a cobrança do imposto após questionamentos da Direção de Impostos e Aduanas Nacionais da Colômbia (DIAN), que alegava que o mecanismo feria o Acordo de Complementação Econômica nº 59, que busca a desgravação total das tarifas de importação dos países signatários do Bloco até janeiro de 2018. Com o cessar do decreto, o imposto de importação pago pelo Brasil volta a ser de 1,05%. 

 

Inspirada pela telinha dos videogames e criada para os fãs, a nova coleção da Havaianas traz alguns dos clássicos personagens da Nintendo, incluindo Mario e Luigi. São três estampas divertidas: o primeiro modelo tem uma vibe mais retrô, representando uma cena do jogo Super Mario World. 

O segundo modelo retrata os queridos irmãos juntamente com a Princesa Peach, Toad e Bowser. O último traz uma divertida abordagem iconográfica dos personagens Mario e Luigi. Os dois primeiros modelos estão disponíveis também em tamanho infantil.

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