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Entre clientes fiéis e novos, estande recebe a visita de compradores internacionais de Porto Rico, Paraguai e Israel.

Em mais uma participação na Francal, a grife de calçados e bolsas femininas Luiza Barcelos apresentou ao mercado todas as novidades para a próxima temporada quente. A coleção conquistou os visitantes e resultou em mais uma edição com resultado positivo para a empresa.

Boa parte dos compradores que compareceram ao estande foi de clientes fiéis da marca, que confiam na qualidade e apostam nos diferenciais dos produtos Luiza Barcelos. Mas o que realmente chamou a atenção foi a presença de compradores internacionais, com destaque para Paraguai, Porto Rico e Israel.

Segundo Rosa Barcelos, diretora Comercial da grife, a participação no evento se mostrou positiva. “Percebemos menos clientes, porém, aqueles que foram ao estande compraram muito mais produtos. Com isso, registramos um crescimento de 8% em relação à última edição”.

 

Fonte: Francal.com.br

 

 

 

 

 

 

 

Estrelada pela modelo Bruna Jaroceski, ensaio conta com estética relaxante e natural.

O conceito “Leve para o mundo” permeia a nova campanha da marca gaúcha de calçados Valentina, criada para a coleção primavera-verão 2015/2016.

O estilo de vida da mulher brasileira, que adora se divertir e aproveitar ao máximo os momentos de leveza e descontração, é evidenciado nas imagens clicadas por Luiz Felipe Kelen e estreladas pela modelo Bruna Jaroceski. 

Com direção de moda de Camila Koch e beauty de Érica Ostrowsky, a campanha aposta em uma estética relaxante e natural, quase como um piquenique.

 

 

 

29 Jul 2015

 

 

 

Dia dos Pais pode representar incremento nas vendas, segundo opinião de especialista.

 

Se a proximidade do Dia dos Pais, comemorado em 9 de agosto, não traz grande entusiasmo entre os lojistas, é preciso reconhecer que, sem as datas promocionais, o varejo poderia estar enfrentando uma realidade ainda mais desafiadora. 

Embora as datas que homenageiam as mães, os namorados e a Páscoa não tenham contabilizado, este ano, resultados que possam ser considerados positivos, tais momentos sempre dão um up nas vendas.

A data que coloca os pais sob os holofotes pode representar incremento nas vendas. A consultora de varejo, especialista em marketing digital e mestre em comportamento do consumidor pela UCLA-USA, Fátima Bana, avisa que é hora de preparar o ponto de venda para atrair o cliente. Ela afirma que apesar das opções masculinas serem mais restritas do que as femininas, vale investir na loja e nas interações digitais. 

“Em momentos de crise devemos aproveitar as datas comemorativas para mostrar ao consumidor que temos muitas opções e que ele pode encontrar o presente que esperava e mais alguma coisa”, orienta ela. E se o consumidor está com menos dinheiro no bolso ou menos disposto a gastar, a dica é apostar em produtos com preços mais atrativos. Itens com valores promocionais ou mesmo para tirar o estoque de inverno da prateleira representam uma boa alternativa para o lojista.

Fátima destaca que o mais importante neste tipo de data é levar o consumidor ao ponto de venda ou até a loja virtual. “Sabemos que a sazonalidade é importante nessas compras programadas, portanto, ainda não teremos os produtos de verão expostos e, por isso, vale a pena positivar com as promoções do inverno. Isso faz o cliente ter maior mix de produtos à disposição e ainda ver preços atrativos”, diz Fátima. 

Já no comércio eletrônico, varejistas esperam grande fomento de consumo. A crise parece ainda não estar clara para o varejista do segmento on-line e o e-commerce continua crescendo. Contudo, 2015 deve fechar com crescimento menor do que o ano passado no comércio eletrônico. “Sabemos que com as redes sociais ficou mais fácil mapear o comportamento e vemos que muitos varejistas e indústrias estão começando o processo de engajamento digital”, avalia Fátima.

Ela lembra que a compra por impulso, ainda é muito forte no comércio eletrônico. Vale pensar em ferramentas tecnológicas para comparar o calçado novo com o calçado que o papai já tem em casa, dando mais segurança de acertar na compra para quem vai presentear e evitando um grande problema de margem no e-commerce, que é a logística reversa. 

Promoções de fidelização durante as datas comemorativas no mundo on-line são cada vez mais comuns. Para estimular os negócios relacionados ao Dia dos Pais, o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), Imad Esper, recomenda a adoção de algumas estratégias de marketing e valorização dos produtos por parte das lojas. Ele sugere a ambientação do estabelecimento com elementos típicos, a valorização dos produtos e a comunicação com os consumidores por meio de folders, anúncios e mídias sociais.

O calçado masculino, nos últimos anos, evoluiu significativamente em termos de design e, hoje, oferece opções de escolha para todos os estilos e condições de compra. “O lojista deve enfatizar isso ao público, para que ele tenha a atenção despertada e adquira os produtos para si ou para dar de presente”, enfatiza Esper. O calçado, acrescenta o presidente da Ablac, é um item ao qual o homem, assim como a mulher, atribuiu grande valor. Por isso, ele considera o artigo como boa opção de presente para este Dia dos Pais.

 

Fonte: Francal.com.br

 

 

 

 

 

 

De acordo com estudo da FecomercioSP, as mulheres investem R$ 12 bilhões em sapatos por ano, 20% a mais do que os homens.

Em 2014, os brasileiros gastaram pouco mais de R$ 22 bilhões com calçados, sendo as mulheres responsáveis por R$ 12 bilhões, enquanto os homens desembolsaram R$ 10 bilhões. Os dados fazem parte do estudo realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e foram estimados com base em informações da Pesquisa de Orçamento Familiares (POF), do IBGE.

Segundo a assessoria econômica da Federação, o estudo revela uma quebra de paradigma em relação ao valor gasto pelas mulheres. Elas, de fato, consomem mais que os homens, mas a diferença é de apenas 20%. Adicionalmente, as diferenças se concentram no tipo de calçado e na classe de renda mais elevada.

Quando dividido por renda, o estudo aponta que é na classe A que há a maior discrepância: apesar de representar apenas 4% da população, essa parcela de famílias responde por 19% do consumo de calçados femininos, sendo que as mulheres gastam 107% a mais com calçados do que os homens, de modo que o estereótipo de gastos com sapatos pelas mulheres provavelmente deriva do comportamento identificado no grupo de renda mais elevada.

No sentido oposto, a classe E é a única faixa de renda cujo cenário contrapõe o senso comum. As mulheres gastam 4% a menos com calçados do que os homens, que despendem 50% de tudo o que gastam com calçados em tênis. Com base no gasto de todas as classes, os homens compram R$ 6 bilhões em tênis e apenas R$ 4 bilhões em outros calçados. Já as mulheres despendem apenas R$ 2,5 bilhões com tênis e quase R$ 10 bilhões em outros calçados.

 

Fonte: Francal.com.br

 

 

 

  

Em desenhos que remetem a trabalhos manuais, tons vibrantes são contrastados pelo preto.

Estampas étnicas fazem parte do mundo da moda há muitas temporadas, inclusive a atual. Com nova inspiração, a Havaianas, marca de calçados mais famosa do País, apresenta a linha Slim Tribal, na qual aposta em modelos recheadas de grafismos coloridos.

Os tons vibrantes surgem em contraste com o preto, em desenhos que remetem a trabalhos manuais. A opção feita para o Verão 2016 é perfeita para mulheres que buscam uma produção chique, mas com um toque mais rústico.

 

Fonte: Francal.com.br

 

 

 

 

 

 

 

E-commerce da Arezzo: a estratégia vai começar este mês, com novas plataformas da Schutz

Fernando Scheller, do Estadão Conteúdo

São Paulo - O Grupo Arezzo, dono das marcas Arezzo, Schutz, Alexandre Birman e Anacapri, vai aumentar sua presença no e-commerce com lojas online administradas pela própria companhia. 

Essa aposta nas vendas pela internet, setor que cresce entre 20% e 30% ao ano no país, vai começar este mês, com as novas plataformas da Schutz, grife voltada para mulheres das classes A e B. Em 2015, a estratégia será estendida para as demais marcas.

Ao investir na web, a empresa segue de perto o que gigantes mundiais estão fazendo. Recentemente, a Nike e a Adidas lançaram suas lojas online próprias no país. Concorrentes diretas da Arezzo, como a Capodarte, têm apostado em seções exclusivas dentro de sites de vendas online, como Dafiti.

O setor de moda e acessórios representa 10,5% do faturamento do e-commerce brasileiro, que vendeu R$ 28,8 bilhões no ano passado, alta de quase 30% em relação a 2012, segundo a empresa de pesquisas e-bit. A expectativa do segmento é crescer pelo menos 20% neste ano, apesar da redução da atividade econômica.

Segundo Alexandre Crivellaro, diretor executivo do Ibope E-commerce, o consumidor está mais disposto a comprar calçados pela internet porque, de maneira geral, as empresas que atuam no ramo melhoraram o atendimento pós-venda. "Há empresas que permitem que o consumidor devolva o produto duas ou três vezes", diz Crivellaro. 

"É um setor em que a venda pelo celular também funciona bem. Há casos em que o ?mobile? representa mais de 15% do total das vendas pela web."

Pensando nesse potencial, a Schutz vai lançar seu novo site de vendas pela internet e também um aplicativo que permitirá a compra de um sapato em um clique.

Hoje, mesmo antes da "virada" da plataforma, cerca de 7% das vendas da Schutz - marca que faturou R$ 117 milhões no segundo trimestre, equivalente a 37% das vendas totais do Grupo Arezzo - já são fechadas pela internet. Do total vendido online, 20% têm origem em dispositivos móveis.

Segundo o diretor comercial do Grupo Arezzo, David Python, a ideia é elevar esse porcentual a 10% até dezembro. Para montar a oferta da Schutz na web, a empresa identificou que suas consumidoras estão dispostas a receber novidades da marca em tempo real.

Isso facilitará a comunicação por dispositivos móveis. Como a cliente da Schutz gasta, em média, R$ 400 em cada compra, a definição do "desenho" do aplicativo para celular foi desenvolvido com o sistema operacional iOS, do iPhone, em mente - o mais usado entre as compradoras.

O novo aplicativo da marca, batizado de "Schutz Now", vai funcionar como uma espécie de "Tinder dos sapatos", pois a seleção dos produtos se assemelhará à lógica do aplicativo de relacionamentos.

A cliente vai escolher se gosta ou não do produto apresentado - todos os itens "curtidos" vão para o carrinho de compras, para depois ela selecionar quais pretende comprar.

O aplicativo terá ainda uma ferramenta em que a usuária poderá montar seu próprio sapato, fazendo escolhas a partir de uma cartela pré-definida de modelos, formas e cores.

Multicanal

Segundo Python, a experiência da Schutz na venda pela internet servirá de aprendizado para estender o projeto, no ano que vem, para a Arezzo, marca que ainda concentra mais da metade das vendas do grupo.

O executivo diz que é importante que o grupo saiba usar a operação online para incentivar a venda na loja física. "Os franqueados vão ser informados sobre o que a cliente de sua região está comprando pela internet. E poderá usar essa inteligência ao montar o estoque."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

 

 

Encontro aconteceu no Sindifranca e contou a presença de empresários do setor

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apresentou, no último dia 22, a pauta permanente da entidade para empresários do polo calçadista de Franca, interior de São Paulo. No encontro, que aconteceu na sede do Sindicato das Indústrias de Calçados de Franca (Sindifranca), o presidente-executivo da Abicalçados ressaltou, entre outros temas, o processo para extensão do direito antidumping contra o calçado chinês, a desoneração da folha de pagamentos, o Reintegra e o projeto que regulamenta a terceirização.

Para uma plateia lotada de atentos empresários, Klein iniciou a explanação ressaltando a importância da articulação política na recente aprovação do projeto que diminuiu a desoneração da folha de pagamentos para o setor calçadista. Segundo ele, o projeto inicial previa que o setor calçadista, que desde 2011 pagava 1% sobre o faturamento total como forma de substituição à contribuição previdenciária de 20% sobre a folha de salários, tivesse a alíquota aumentada para 2,5%. Com a articulação realizada em Brasília, o setor calçadista conseguiu entrar no escopo de setores que teriam alíquota elevada para 1,5% sobre o faturamento, aumento de 50% invés de 150% que constava na proposta original. "Destaco aqui a atuação, entre outros, do deputado federal Renato Molling", disse, destacando a importância da aproximação do setor com a representação política. O projeto passou pela Câmara dos Deputados, agora vai para votação no Senado Federal, o que deve ocorrer após o recesso de julho. Após aprovação no Congresso Federal o projeto parte para a sanção presidencial, entrando em vigor após 90 dias da publicação no Diário Oficial da União. "As chances de aprovação sem mais emendas é muito grande", apostou o executivo.

Outra pauta importante colocada por Klein foi o Reintegra, programa que restitui parte do imposto pago pelos exportadores durante o processo produtivo. Quando aprovado, em 2011, o Reintegra devolvia 3% sobre o total exportado para a empresa, sendo fundamental para garantir a competitividade externa num momento de câmbio desfavorável. Com a necessidade do ajuste fiscal, o Governo Federal acenou com a possibilidade de manter o mecanismo, mas com alíquota de apenas 1%. O setor mobilizou-se e, em articulações políticas, conseguiu, além da garantia de manutenção da ferramenta, que aumentasse gradativamente até chegar novamente a 3% e partir de janeiro de 2019.

Terceirização

A regulamentação da terceirização também tem mobilizado os esforços da Abicalçados. Segundo Klein, o projeto, que já passou na Câmara dos Deputados, enfrenta forte resistência nas centrais sindicais sob o argumento de precarização do trabalho. "O que é uma inverdade. Os trabalhadores terceirizados terão as mesmas garantias da CLT. Se existe hoje algum problema de salários menores e jornadas exaustivas não é um problema da terceirização, é um problema de desobediência às leis trabalhistas, algo que os órgãos competentes devem coibir", destacou, acrescentando que, com a aprovação do projeto o trabalhador ficará duplamente coberto, pois se a empresa terceirizada não pagar as atribuições, a contratante terá que fazê-lo. O projeto deve ser votado no Senado Federal a partir do recesso de julho.

Antidumping

Assunto de extrema relevância para o setor calçadista e sociedade brasileira em geral, o processo de renovação do direto antidumping contra o calçado chinês também foi tratado pelo executivo da Abicalçados. Com o processo de investigação aberto em março, a coleta de informações setoriais está em fase final, o que demanda um esforço extra dos empresários do setor no sentido de pressionar autoridades políticas locais e nacionais pela extensão da medida, que desde 2010 sobretaxa o produto chinês em US$ 13,85 por par importado. "Assim como fizemos no projeto anterior, para comprovar a prática chinesa de dumping - quando o preço praticado é inferior ao de mercado - realizamos estudo tratando dos preços praticados na Itália. Porém, os importadores estão fazendo esforços para que os preços para comparação sejam os praticados pela Indonésia, país muito próximo a China e que inclusive fabrica para empresas do gigante asiático", explicou, acrescentando que, se o pedido for acatado, a sobretaxa a ser aplicada deve cair consideravelmente, causando prejuízos aos produtores nacionais de calçados. Segundo o dirigente calçadista, até o final de agosto, o Departamento de Defesa Comercial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Decom/MDIC) deve apresentar uma nota técnica com os fatos mais importantes levantados sobre o tema e que vão balizar os próximos passos, que são as audiências públicas. "Aqui faço um apelo pelo engajamento máximo das indústrias neste momento decisivo para a extensão do direito antidumping. É preciso que sindicatos, empresas, trabalhadores e sociedade em geral estejam cientes dos prejuízos graves que podem ocorrer caso o direito não seja estendido", disse.

Entenda

O direito antidumping foi, provisoriamente, aplicado em setembro de 2009. Na época a sobretaxa ao produto chinês ficou em US$ 12,47 por par importado, valor corrigido para US$ 13,85 a partir de março de 2010, quando a adoção definitiva do mecanismo de defesa comercial. Considera-se que há prática de dumping quando uma empresa exporta um produto a preço inferior ao preço normal de mercado. O direito antidumping tem como objetivo evitar que as produtoras nacionais sejam prejudicadas por importações realizadas a preços de dumping, prática considerada desleal nos termos de comércio em acordos internacionais.

Expirado em março deste ano, o direito antidumping, para ser estendido, prevê uma nova investigação do dano causado à indústria nacional. O prazo, conforme MDIC, é de dez meses, renovável por mais dois. Durante o período, o direito antidumping segue em voga com a tarifa original.

Atualmente a China produz mais de 10 bilhões de pares por ano, exportando mais de 8 bilhões deles. A participação chinesa nas exportações mundiais de calçados chega a mais de 70%.

Importações de calçados da China para o Brasil

2007 - US$ 148,87 milhões

2008 - US$ 218,7 milhões (46,9%)

2009 - US$ 183,56 milhões (-16,1%)

2010 - US$ 54,93 milhões (-70,1%)

2011 - US$ 70 milhões (27,4%)

2012 - US$ 58,72 milhões (-16,1%)

2013 - US$ 60,1 milhões (2,3%)

2014 – US$ 53 milhões (-11,7%)

Durante a semana, a mesma pauta foi apresentada pelo executivo da Abicalçados nos sindicatos das indústrias de Jaú e Birigui, ambas no interior de São Paulo.

Fonte: abicalcados

 

 

 

 

 

 

Traços simples e divertidos de André Gola apresenta o modelo fechado da marca, unissex, colorido e confortável como as sandálias da marca.

O cartunista André Gola usou o bom humor de seus cartuns para destacar a descontração e leveza das Alpargatas Havaianas. Os trabalhos que se transformaram em vinhetas e no site www.havaianas.com.br/alpargatas.

Gola utiliza traços simples e divertidos para apresentar o modelo fechado da marca, unissex, colorido e tão confortável quanto as sandálias mais famosas do mundo. Para os cinco segundos das vinhetas, o artista – que é diretor de criação da AlmapBBDO – criou situações divertidas que destacam as características das Alpargatas, como o conforto, a diversidade de cores e a sola de borracha. 

 

 

 

 

 

 

Designer especializada em estamparia, a autora Rafaella Machado criou os 40 desenhos da obra.

O primeiro livro de colorir do Grupo Editorial Record produzido no Brasil foi pensado para quem se identifica com o mundo da moda e das estamparias. Quem estiver com “Ateliê fashion: Estampas para colorir” (80 páginas, R$ 25,00) nas mãos vai ter a chance de dar suas próprias cores aos desenhos criados pela designer Rafaella Machado. Apaixonada por livros e por estampas, e ainda com gosto pelos lápis de cor desde a infância, ela elaborou as 40 imagens do livro. 

Rafaella é especializada em estamparia pela New York School of Visual Arts. Os desenhos vão desde padronagens formadas com animais, objetos e frutas até imagens mais abstratas. O gosto da autora por animais, aliás, não se reflete apenas em suas estampas: Rafaella vai doar 50% do lucro das vendas dos primeiros seis meses de “Ateliê fashion” a instituições de resgate de animais abandonados.

 

fonte: francal.com.br

 

 

 

14 Jul 2015

 

 

 

Empresa recebeu clientes da Colômbia, Bolívia e México, entre outros.

A Vulcabras Azaleia, de Parobé/RS, retornou à Francal com força total. Com 40 linhas para a primavera-verão 2015/16, distribuídas entre as marcas Opanka, Azaleia e Dijean, a fabricante foi surpreendida pelos bons negócios gerados na mostra.

“Tradicionalmente, sabemos que feiras são ambientes para relacionamento. Mas fechamos pedidos especialmente para o mercado externo. Atendemos clientes da Colômbia, Bolívia e México”, informa o diretor Pedro Bartelle, confiante na qualidade do produto, recentemente reposicionado em um esforço para volta a fortalecer uma das marcas mais tradicionais junto ao público feminino.

“A moda está nos favorecendo. Somos reconhecidos por nossas plataformas, pelas cepas, pelos modelos em EVA. Fazemos um produtor leve e principalmente competitivo”, detalha Bartelle.

 

fonte: francal.com.br

 

 

 

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