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32Há 14 ANOS! Conectando seu negócio a soluções criativas!

Nesse período, desde o início até agora, a lição mais importante que aprendemos foi o quanto o relacionamento com os clientes ao longo do caminho é valioso.

Sem o apoio e as indicações que os nossos clientes fazem do nosso trabalho, não seria possível chegar até aqui. E para contar sempre com este apoio, estamos constantemente aprimorando as soluções que oferecemos, e sempre olhando para o principal: as novas necessidades dos nossos clientes.

Hoje a BiG DESiGNER representa diversas empresas na internet, elas utilizam nossos produtos e serviços sem ter de se preocupar com questões técnicas ou operacionais, assim sobra tempo para investir no mais importante: gerar negócios, ao invés de gerar trabalho.

Esperamos para o futuro ampliar ainda mais as facilidade de operação dos nossos produtos e serviços, e fazer com que fique cada vez mais fácil gerar resultados usando a internet como plataforma, seja para vender, divulgar, ou administrar grandes volumes de informação.

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47Com a maturidade e experiência necessárias para trilhar o caminho certo. Mais que calçados, criamos um novo conceito.

Divulgamos ideias, publicamos conhecimento, lançamos novidade e fazemos história, sempre preparados para atender e ouvir o público.

Foram vários títulos, grandes revelações, modelos consagrados e muito sucesso. Nosso já diversificado mix de Parceiros é sempre ampliado com a chegada de novos parceiros do setor calçadista, que mostraram significativa repercussão e modelos superação o bom gosto.

Assim como seu público, o Calçados de Jau está sempre crescendo e se diversificando. Por isso, organizou seu catálogo em selos específicos para cada segmento.

É tempo de evoluir para viver novas histórias.

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Foto: DivulgaçãoNúmeros equivalem a uma semana, ao todo, são 895 mil pares retidos.

O impasse com a Argentina segue acumulando prejuízos para os calçadistas brasileiros. Conforme levantamento realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em uma semana os argentinos barraram mais de 150 mil pares do produto verde-amarelo. Agora já são 895 mil pares retidos, o que equivale a um prejuízo de mais de US$ 17,7 milhões.

 O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, ressalta que, em alguns casos, os calçados estão retidos desde julho deste ano. “O prazo estabelecido pela Organização Mundial do Comércio – OMC – para a liberação é de 60 dias. O caso se torna ainda mais grave por acontecer no âmbito do Mercosul”, reclama. Segundo o executivo, é inaceitável que o Governo Federal aceite as restrições que deterioram o segundo mais importante mercado para o calçado brasileiro. “Já não bastassem os problemas de competitividade que enfrentamos, ainda arcamos com o ônus da passividade oficial na questão”, acrescenta. 

 O receio da Abicalçados é de que os entraves impostos pelo governo Cristina Kirchner ocasionem cancelamentos, visto que o calçado negociado corre o risco de não estar nas vitrines argentinas para as festas de final de ano. “Muitas empresas estão desistindo de exportar para a Argentina, o que é lamentável, pois existe uma demanda grande por calçado brasileiro no País. Estamos assistindo a deterioração do nosso, ainda, segundo principal mercado além-fronteiras”, conclui Klein. 

 Recente pesquisa da Abicalçados com associados apontou que 39% das empresas ouvidas desistiram de exportar para a Argentina devido a imprevisibilidade dos negócios.

QUEDA LIVRE - As exportações brasileiras de calçados estão em queda livre para a Argentina. Em setembro as exportações caíram 44% em dólares e 67,7% em pares no comparativo com o mesmo mês do ano passado. Naquele mês, os “hermanos” importaram 866,5 mil pares pelos quais pagaram US$ 11,4 milhões. A tendência, mantidas as barreiras, é de queda ainda maior até o final do ano. 

ENTENDA - O governo argentino instituiu, em 2012, a necessidade da Declaração Juramentada Antecipada de Importação (DJAI), burocracia que obriga o exportador declare suas intenções de investimento em solo argentino através da política informal do uno por uno (para cada dólar importado um deve ser investido no País). Na prática, a política visa, através de uma manobra protecionista, equilibrar a balança comercial argentina. Alguns calçados brasileiros aguardam liberação desde julho. A Abicalçados alerta para o risco de cancelamentos.

Fonte: http://exclusivo.com.br/noticias/fabricante/argentina-barra-mais-150-mil-pares-brasileiros

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