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Encontro realizado na sede da Francal Feiras reuniu profissionais que atuam em diversas regiões do País. Ações projetadas para a edição 2015 foram apresentadas

Dando continuidade ao programa de relacionamento “A Francal dá Bola para Você”, na última sexta-feira, 28 de novembro, o presidente da Francal Feiras, Abdala Jamil Abdala, recebeu 23 representantes comerciais na sede da promotora para um encontro de apresentação das ações estratégicas da Francal 2015 e o lançamento da ‘Rede Representante Parceiro’, uma plataforma de conexão constante entre a Francal e os representantes parceiros, com o objetivo de fortalecer o setor, potencializar negócios e alcançar mais resultados. 

Na opinião de Abdala, abrir espaço para profissionais que convivem diariamente com a indústria e o varejo é a melhor maneira de entender as exigências desse mercado. “Os representantes comerciais entendem a dinâmica do mercado. Eles são o elo entre a feira, o fabricante e o lojista. Por isso, compartilhar com estes profissionais o planejamento estratégico e unir forças para estimular a visitação de mais lojistas na Francal 2015 é nossa receita para gerar mais negócios ao setor no próximo ano.”

Os representantes puderam conferir, em detalhes, as primeiras ações programadas para a próxima edição. Entre as novidades, estão: Encontros Regionais, com palestras para representantes e lojistas, nas principais capitais do Brasil, sobre as tendências da primavera-verão 2015/16; Mostra Verão 2015/16, espaço especial para lojistas, criado por especialistas de moda, em que serão apresentados os temas, inspirações e tendências durante a feira; Praça de Eventos Francal, que vai concentrar o Fórum de Moda & Marketing, palestras, seminários e encontros de expositores com seus lojistas; Caravanas, que viabilizarão a vinda de lojistas de dezenas de cidades, com transporte, hospedagem e alimentação gratuitos; e o Projeto Importadores América Latina, que levará compradores do continente à feira com hospedagem gratuita, entre outras ações.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Francal

 

 

 

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Os dias 24 e 25 de novembro ficarão na história do setor calçadista mundial

Os dias 24 e 25 de novembro ficarão na história do setor calçadista mundial. Na data, na cidade de Leon, no México, foi debatido o futuro do segmento, passando por tendências de produção, formas de comercialização, realocação das indústrias, ética no mercado, normatizações, entre tantos outros temas. O encontro mundial, que encerrou sua quinta edição, contou com presenças de líderes do setor calçadista de 32 países que preencheram todo o auditório principal do Poliforum de Leon. A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), através do seu presidente-executivo, Heitor Klein, representou o setor verde-amarelo no evento.

Klein participou da mesa redonda que discutiu a forma como as empresas estão atuando para atender um consumidor cada vez mais dinâmico e exigente. O executivo apresentou o programa Brazilian Footwear, braço internacional da Abicalçados mantido em parceria com a Apex-Brasil e que foi responsável por um incremento significativo de novos mercados para o calçado verde-amarelo desde o ano 2000. Klein contou que a presença do calçado brasileiro com marca própria é relativamente recente e teve apoio fundamental do programa de apoio às exportações. "Antes vendíamos na modalidade private label, sem marca própria, uma realidade que mudou com o Brazilian Footwear. Hoje estamos presentes em mais de 150 países e o nosso foco é consolidar a reputação do Brasil como um bom fornecedor de calçados com marca própria para o mercado internacional", ressaltou o dirigente, acrescentando que o segmento tem conseguido cumprir a missão através da cultura do design, com desenho e valor agregado.

 

Participaram da mesa redonda com o executivo: Alejandro Tamez (diretor da Câmara da Indústria de Calçados de Guanajuato), Diego Rossetti (diretor da Fratelli Rossetti, Itália), Basílio Morón (diretor da Callaghan, Espanha), William Wong (vice-presidente da Associação Calçadista de Hong Kong) e Giulio Finzi (secretário geral da NETCOMM, Itália).

Fonte: Unidade de Promoção de Imagem

 

 

 

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A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu, na noite de ontem, dia 5, o Workshop Análise de Cenários 2015

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu, na noite de ontem, dia 5, o Workshop Análise de Cenários 2015. O evento, que aconteceu na sede da entidade, em Novo Hamburgo/RS, contou com apresentações dos cenários para macroeconomia, mercado internacional e varejo de calçados.

A primeira palestra foi do economista e diretor da Faculdade de Ciência Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Hélio Henkin, que teceu uma análise das perspectivas da macroeconomia para 2015. “Com o pleito definido, o cenário fica mais fácil de ser analisado do que há meses atrás, porém ainda existe uma dúvida muito importante e decisiva de quem assumirá o Ministério da Fazenda”, disse.

Para o economista, apesar da projeção de aceleração do PIB mundial para 2015, com crescimento revisado de 3,6% para 4% pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), existem também indicativos importantes de redução no dinamismo dos mercados. “O possível aumento na taxa de juros dos Estados Unidos pode ter efeito importante na liquidez do mercado, o que pode afetar o crescimento do PIB mundial”, destacou. Ele citou, ainda, alguns mercados que devem crescer mais do que a média no próximo ano. Entre os desenvolvidos, destaque para Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. Já entre os países em desenvolvimento, China, Índia, Colômbia, Emirados Árabes, Chile e Peru devem crescer acima da média mundial. Já os crescimentos mais baixos devem acontecer na Zona do Euro, Japão, Argentina, Brasil, Rússia e África do Sul.

Por outro lado, o economista apontou um horizonte que pode ser mais positivo, já que a economia mundial se encaminha para um ciclo de possível reaceleração. Para o Brasil, o crescimento em 2015 deve ser de 2%, conforme o FMI. Para Henkin, o Brasil tem desafios importantes, mas pode crescer especialmente com as perspectivas de gastos públicos elevados, o que estimula a economia, exportações em alta puxadas pelo crescimento mundial e também pela possível desvalorização cambial. Já entre as perspectivas mais negativas, está a limitação do crescimento baseado no consumo e transferência de renda que, conforme o economista, será um “grande desafio para as equipes de marketing das empresas brasileiras”. “O consumo não deve continuar sendo a locomotiva do crescimento, o que deve tornar a concorrência mais acirrada”, projetou.

Câmbio

Embora o Brasil adote um regime de câmbio flutuante, segundo Henkin, é preciso identificar a faixa da moeda americana frente ao real para traçar as estratégias de exportações. O economista ressaltou que existem fatores de alta, como a perspectiva de elevação da taxa de juros nos Estados Unidos, a redução do investimento estrangeiro no Brasil, a redução do superávit comercial e a taxa de inflação em elevação. Já entre os fatores que podem conter a valorização da moeda americana está o uso de reservas e operações cambiais por parte do Banco Central do Brasil. “Acredito que os fatores de alta estejam sobrepujando os de contenção. No próximo ano a variação deve ser entre R$ 2,30 e R$ 2,50”, disse.

Calçadistas

Para o setor calçadista, as projeções de terminar 2014 com US$ 1,06 bilhão em exportações e US$ 580 milhões em importações, demonstram uma melhora na balança comercial do setor, tendência que deve continuar em 2015.

Henkin destacou que o ano de 2014 foi de queda nos indicadores, desde o varejo até a exportação de calçados, o que afetou severamente os níveis de produção do segmento. Segundo ele, ao longo do ano os preços para o produtor aumentaram mais do que os preços para o consumidor, o que demonstra que o aumento foi absorvido pelo setor produtivo. Já para o próximo ano, o economista ressaltou uma possível reaceleração do mercado calçadista, bem como de toda a economia brasileira. “Será um ano de ajustes e acredito que a equipe econômica tenha ciência do que precisa ser feito para gerar uma reaceleração no mercado”, concluiu Henkin.

Pulverização

Na sequência aconteceu a palestra do gerente executivo de Inteligência Comercial e Estratégia de Mercado da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Marcos Lélis, que falou sobre as oportunidades e ameaças do comércio internacional para o Brasil. Primeiramente, Lélis ressaltou que a dependência dos calçadistas dos mercados norte-americanos e argentino está em declínio, o que pode ser positivo, já que ambos diminuíram suas importações. “Desde 2007, tanto os Estados Unidos como a Argentina vêm diminuindo suas compras de calçados brasileiros, o primeiro com 20% de queda média anual e o segundo com 5,5% de queda anual. Como quase metade das exportações brasileiras de calçados tinham como destinos esses dois países, eles acabaram puxando os indicadores para baixo. Os outros países, por outro lado, aumentaram as compras de calçados do Brasil”, disse.

Para Lélis, além de diminuir a dependência, pulverizando as exportações especialmente para mercados potenciais, como Colômbia, Chile, Peru, China, Rússia, entre outros, o calçadista deve apostar na concorrência por valor agregado e marca, fugindo da concorrência no preço, onde os asiáticos são imbatíveis.

Lélis demonstrou, em gráficos, que as exportações de calçados de couro vem caindo, ao passo que a de chinelos e injetados aumenta nos últimos anos. “Em 2008, a fatia das exportações de calçados de couro era de 69%, ano passado ficou em 47%. Já a fatia dos chinelos aumentou de 11% para 22%. Vocês sabem por quê? Marca! Tem uma marca que vende chinelos a mais de 25 euros na Europa”, provocou.

Para 2015, o executivo projetou um cenário de melhora, com “tombo menor do que em 2014”. Prevendo que, neste ano, as exportações de calçados caiam 2,2% em receita com relação ao ano passado, Lélis prevê uma queda menor, de 1,7% em 2015. “Pode ser até que a queda estanque, pois existe uma tendência de reaceleração. Acredito que o pior já passou, mas os calçadistas precisam, além de apostar em produtos com maior valor agregado e manter o nosso mercado forte aqui na América do Sul, passar a olhar outros mercados potenciais”, aconselhou Lélis.

Varejo

As tendências para o varejo brasileiro de calçados foi o tema da palestra de Gustavo Campos, pesquisador e diretor da Focal Pesquisas. Provocativo, Campos disse que as empresas precisam “aprender a caçar” e que para isso, é preciso “estar com fome”. “Parece que o cenário tem que piorar mais para as empresas melhorarem”. Para o pesquisador, é preciso que o empresário saia da zona de conforto. “O próximo ano será de ajustes e vai ser preciso melhorar a cada dia”, destacou.

Por outro lado, ele apresentou alguns indicadores que podem ser encarados como positivos para o varejo, como a queda no nível de endividamento. Em setembro, o endividamento era de 63,1% dos consumidores, número que caiu para 60,2% em outubro. Já a fatia de pessoas que disseram não ter condições de pagar caiu de 5,9%, em setembro, para 5,4% em outubro. “Existem ajustes de nível governamental que precisarão ser feitos, mas existem ajustes em nível de indivíduos que já vêm acontecendo”, disse Campos.

Para o pesquisador, a indústria deve apostar no varejo multiformato e customizado, mantendo suas marcas relevantes. “Criar conexões emocionais é fundamental”, acrescentou, usando como exemplo o grande sucesso contemporâneo dos produtos artesanais. “O nosso calçado é artesanal, fazemos quase tudo à mão, mas precisamos contar essa história. Outro ponto é a nostalgia, que dá segurança e cria um laço emocional importante”, listou, citando apenas alguns dos desafios empresariais para o próximo período, que será de ajustes econômicos, mas que deve ser também de mudanças culturais no âmbito das empresas.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Abicalçados

 

 

 

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31 Oct 2014

 

 

 

Investimentos da indústria calçadista serão pautados pela ações do Planalto

Quem navegou pelo site oficial da campanha à reeleição da presidenta Dilma Rousseff nos últimos meses poderia ter sido induzido a acreditar que a prioridade número 1 dos brasileiros em relação ao futuro se concentrava na área da educação. Afinal, na tarde da sexta-feira 24, esse segmento liderava o ranking de políticas públicas sugeridas pelos internautas, com 164 ideias e iniciativas. Trata-se de uma área importante, sem dúvida. Mas, ao esmiuçar os dados existentes no portal petista fica evidente que, na verdade, é a economia em suas diversas facetas que domina as atenções e a agenda de boa parte dos brasileiros.

No total, são 300 propostas nesta vertente quando somamos itens como trabalho e emprego, política industrial e infraestrutura. E isso não chega a ser surpresa, pois foi graças ao crescimento econômico que os programas sociais saíram do papel, possibilitando a criação de uma classe média pujante, baseada na melhoria da renda. Esse contingente acabou sendo decisivo para reconduzir a presidenta Dilma ao cargo no qual ela chegou em 1º de janeiro de 2011. No entanto, o vocabulário e o teor dos comentários exibidos, embora revelem que nem todas as pessoas envolvidas são versadas nessas matérias, mostra que as expectativas e apreensões em relação ao futuro da economia estão disseminadas ao longo da pirâmide social, independentemente de faixa de renda ou classe social.

"A presidenta precisa assumir uma agenda de diminuição da burocracia, do custo da energia e da competitividade do País", afirma Dimitris Psillakis, diretor-geral da divisão de automóveis da Mercedes-Benz. Suas propostas são emblemáticas porque, a despeito das incertezas da economia, a fabricante alemã de automóveis de luxo, renovou seus planos por aqui. "Estamos confiantes com o Brasil", diz Psillakis. Apesar do otimismo, o cenário é de cautela. Para ele, o grande desafio da segunda gestão de Dilma será a retomada do crescimento econômico. Esse desejo é compartilhado por Sergio Herz, herdeiro e CEO da Cultura, uma das maiores redes de livrarias do País.

"O governo precisa parar de fazer malabarismo econômico", afirma Herz. "Se não transmitir uma mensagem de estabilidade econômica aos investidores estrangeiros e ao empresariado em geral, iremos continuar de mal a pior." É consenso entre empresários e altos executivos que o Executivo acabou afrouxando algumas de suas políticas macroeconômicas. Nesse contexto, recolocá-las nos eixos poderia funcionar como uma senha para que muitos tirassem novos projetos da gaveta ou mesmo para acelerar iniciativas que estão em andamento. "Queremos um ambiente propício para poder exportar nossos produtos", diz o CEO da Mercedes-Benz.

As palavras "ajuste" e "correção de rota" aparecem em boa parte do discurso de empresários e executivos ouvidos pela DINHEIRO. Contudo, ninguém fala em retrocesso. Afinal, a estabilidade econômica se tornou um pilar importante na vida de todos os brasileiros, pobres e ricos, figurando como cláusula pétrea da vida nacional. Mas isso não significa dizer que não teremos um período desafiante pela frente. "Se pudesse sugerir algo ao governo Dilma, pediria segurança jurídica, reforma fiscal e tributária e uma política de crescimento econômico", afirma Claudio Bernardes, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), que reúne as empresas do setor imobiliário.

De fato, essa atividade, uma das que mais contribuíram para turbinar a expansão da economia, entre 2005 e 2010, pisou literalmente no freio. E não foi a única. A indústria de base e a de transformação começou 2011 em lua de mel com o governo Dilma e terminou, senão em divórcio, numa espécie de separação temporária. "Pelo menos no final do mandato a presidenta Dilma percebeu que a relação com a indústria não estava boa", diz o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Rafael Cervone. Reeleita, Dilma promete reabrir as conversas.

"Vou estimular o mais rápido possível o diálogo e a parceria com todas as forças produtivas do País antes mesmo do início do meu próximo governo", afirmou ao celebrar a vitória, no domingo 26. A reconciliação poderá vir se a presidenta souber ouvir as principais demandas do setor privado. Nesse sentido, a adoção de algumas iniciativas propostas pelos empresários no documento intitulado Propostas da Indústria para as Eleições 2014 melhoraria o clima entre as partes. No total, são 42 pontos abordados no robusto documento, que cobre de marcos regulatórios até o comércio exterior, passando pela governança do Estado.

É claro que as reformas clássicas, como a tributária e a fiscal, também fazem parte do pacote. "É preciso aproveitar a força política conquistada nas urnas para realizar as urgentes reformas fiscal, trabalhista, da educação, política e da previdência", diz Cledorvino Belini, presidente da Fiat Chrysler para a América Latina. "Nossos investimentos serão pautados pela ações do Planalto, no sentido de criar um ambiente favorável", afirma o presidente da Abicalçados, Heitor Klein. Outros homens de negócios falam na necessidade de reativar os canais de comunicação entre os dois lados. "O governo deve dialogar mais com os empresários", diz Giovani Decker, presidente da subsidiária da Asics, fabricante japonesa de tênis de performance.

Manter os programas que estão funcionando, como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida, não se tornou um mantra apenas durante a campanha, mas também entre os industriais. "Os programas sociais são fundamentais para o nosso crescimento como nação", afirma Decker. De acordo com o executivo, o crescimento também deverá se dar a partir da retomada de investimentos que porventura tenham sido represados, em meio ao acirramento dos debates e às incertezas quanto à condução econômica num segundo mandato da candidata vitoriosa. Se é verdade que a falta de previsibilidade incomodou o grosso do empresariado, desestimulando a retomada do investimento, ela não atingiu por igual as grandes empresas. Há exceções. Uma das que escaparam da contaminação foi a gigante anglo-holandesa Unilever, que está construindo sua 10ª fábrica e manteve o plano de inauguração previsto para o primeiro semestre de 2015.

Detalhe: é a primeira unidade erguida pela empresa nos últimos dez anos. "Estamos há 85 anos no Brasil e não olhamos apenas para os próximos quatro anos", diz Fernando Fernandez, presidente da subsidiária brasileira. Como Fernandes, Divino Sebastião de Souza, presidente da mineira Algar Telecom, está relativamente otimista em relação ao futuro. Mais precisamente a partir do segundo trimestre de 2015, pois o primeiro deverá ser marcado por ajustes do governo. O foco da Algar será o fornecimento de serviços de banda larga e de telefonia para pequenas e médias empresas. "Elas formam 40% do PIB, mas apenas 10% delas fazem uso intensivo de tecnologias", afirma. "Há grandes oportunidades nesses segmentos."  

Fonte: ISTOÉ DINHEIRO

 

 

 

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Julho teve retração de 0,7% nos postos de trabalho

Pelo quarto mês seguido, a indústria brasileira apresentou queda no número de empregos. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados ontem, a retração foi de 0,7% no mês de julho. Em 2014, o setor já acumula perdas de 2,6%. Só no Rio Grande do Sul, os postos de trabalho recuaram 3,8% no sétimo mês do ano.

Desde abril do ano passado, o patamar de trabalhadores na indústria apresenta trajetória descendente. Na comparação com o mesmo período de 2013, a queda chegou a 3,6%, e o dado anualizado — que leva em conta o período de 12 meses encenado em julho — aponta retração de 2,2%. No mês de julho, o setor de calçados e couro apresentou queda de 7,9%.

Retração em 14 Estados

Os 14 locais pesquisadas pelo IBGE tiveram queda do pessoal ocupado, na comparação com julho de 2013. Maior parque industrial do País, São Paulo perdeu 5,1%, com redução em 16 das 18 atividades pesquisadas. O Paraná (5,6%), Minas Gerais (23%) e o Rio de Janeiro (2,9%) também apresentaram queda no número de trabalhadores na indústria.

Queda na demanda afeta produção

Para o presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, a retração no número de postos de trabalho na indústria está relacionada queda da demanda, que afeta a produção.

"Num primeiro momento, a indústria tenta driblar a situação com férias coletivas. Num segundo, com dispensas pontuais e redução no número de unidades. Mas, agora, já se observa um movimento de demissões mais aceleradas", avalia.

Segundo o executivo, é a partir dessa realidade que a entidade propôs uma redução da jornada de trabalho, mas com um acordo entre empresas, trabalhadores e governo federal.

"Mas até agora não recebemos um retomo por parte do govemo", conta. Para Klein, a queda nos empregos da indústria deve continuar.

Redução nas horas pagas

A pesquisa do IBGE mostra ainda que houve queda de 0,3% no número de horas pagas em relação a junho, e de 4,2% em relação a julho de 2013. De janeiro a julho, o número de horas pagas caiu 3,1%. A retração nos dois índices foi acompanhada pela redução da folha de pagamento real, com queda de 2,9% ante junho, e de 3,4% na comparação com julho do ano passado. As duas exceções foram a Bahia, que teve alta de 2,4%, e as regiões Norte e Centro-Oeste, cujo indicador subiu 0,5%.

Fonte: Jornal NH

 

 

 

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Custos de produção deixam produto brasileiro 33,7% mais caro

A via-crúcis da indústria, o Brasil já perde na largada. Ainda na fase da construção, o investidor que decide levantar uma fábrica em território nacional gasta até 8,75% mais comparado a outra nação. Quando chega a hora de produzir, os problemas se avolumam, a burocracia aumenta e os custos na operação se multiplicam. Se quiser exportar, terá de superar até 17 processos alfandegários diferentes e uma infraestrutura precária para conseguir inserir o produto no mercado internacional. No final, o resultado dessa equação perversa é um produto 33,7% mais caro do que o fabricado pelos principais parceiros do País.

Nesse ritmo, a indústria nacional vai ficando para trás. Na semana passada, um novo indício de que algo está errado no Brasil. O País perdeu mais uma posição no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial. Em 2012, o País ocupava o 48.º lugar; caiu para 56.º em 2013; e agora está no 57.º. O resultado deixou a economia brasileira atrás de nações como Chile, Panamá, Costa Rica e Barbados.

A lista de problemas que atrapalham a competitividade nacional é extensa. Inclui a carência da infraestrutura, falta de produtividade, elevada carga de impostos, mão de obra deficiente e uma base tecnológica defasada. Junta-se aí a alta taxa de juros e a moeda valorizada. Está formado o chamado custo Brasil, que sufoca as empresas.

O reflexo desses obstáculos fica evidente na escalada do déficit comercial da indústria de transformação, que fechou o ano passado em US$ 59,7 bilhões. Até 2007, o saldo estava positivo em US$ 18,7 bilhões.

Nos últimos 25 anos, o Brasil foi perdendo intensidade na sua indústria, foi se voltando cada vez mais para dentro, para o seu mercado interno, sem aquela oxigenação que uma projeção externa é capaz de dar, afirma o ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Julio Sérgio Gomes de Almeida.

A balança comercial da indústria piorou sobretudo depois da crise internacional de 2008. Com a economia mundial em recessão e pouco disposta a consumir, houve um excedente de produtos no mercado. Economias emergentes em expansão, como a brasileira, se tornaram, então, alvo de uma enxurrada de produtos importados.

A indústria é o elo mais exposto às assimetrias entre o mercado nacional e os concorrentes. Disputamos aqui e lá fora, afirma o diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Pimentel.

A situação se agravou porque o real também se valorizou em relação a moedas dos principais parceiros comerciais. Com produtos mais caros, a indústria brasileira perdeu espaço no exterior e também no mercado interno.

Não é função da taxa de câmbio compensar a defasagem de custos em outros segmentos. Mas, cada vez que o real se valorizava, o preço de exportação se tornava mais elevado e o de importação mais barato, afirma José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Um exemplo clássico de como o País ficou caro é o aumento das viagens dos brasileiros para fazer compras no exterior. O destino preferido tem sido os outlets dos Estados Unidos. Por ano, os turistas trazem do exterior mais de 50 mil toneladas de roupas nas malas. Hoje, diz Pimentel, uma mesma peça no Brasil custa 30% mais que no exterior. A valorização da moeda brasileira também criou um descompasso entre o preço do produto brasileiro e o importado no setor de calçados.

A grande maioria dos insumos é nacional e foi pago com moeda forte. Tudo isso causou uma dificuldade de formar preços competitivos para concorrer no mercado internacional com outros países produtores, notadamente os asiáticos, afirma Heitor Klein, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados. A dificuldade de competir fica evidente sobretudo com o produto chinês. Em julho deste ano, o preço médio do calçado brasileiro estava em US$ 8,47, enquanto o calçado chinês variava de US$ 5 a US$ 6.

Essa grande diferença fez com que o Brasil perdesse espaço nos Estados Unidos, a maior economia do mundo. Em 1993, no melhor ano nas exportações para os americanos, a fatia da importação dos produtos brasileiros respondia por 13%, e a China tinha 7%. Hoje, os asiáticos respondem por 80% das compras dos EUA.

Entre os produtores de máquinas e equipamentos, o custo adicional para fabricar no Brasil é ainda mais devastador. Hoje, onera em 37% a produção nacional comparada com a fabricação na Alemanha e nos Estados Unidos. Além do custo do insumo, os três principais vilões são a elevada taxa de juros, os impostos não recuperáveis e a logística.

Com essa diferença nos preços, não só os empresários do setor de bens de capital têm sido atingidos pelas importações como também os produtores de matéria-prima. No setor de aço, as importações indiretas (aço embutido na compra de bens) aumentaram 73,6% entre 2008 e 2013. No ano passado, a produção do setor caiu 1% e manteve o mesmo ritmo até julho.

Não se pode ter uma economia forte com uma indústria fraca. É preciso haver uma correção das assimetrias de custos em relação aos concorrentes, afirma o presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo Mello Lopes.

Na avaliação de Carlos Braga, professor de política econômica internacional do International Institute for Management Development (IMD), a indústria tem razão de reclamar. Além do custo Brasil, a taxa de câmbio ainda teria de se depreciar entre 10% e 15% para dar mais fôlego para as empresas. Por outro lado, o professor afirma que a baixa competitividade da indústria também é reflexo do elevado grau de protecionismo da economia brasileira. Mas ele alerta: promover a abertura econômica requer redução dos custos internos e uma série de ajustes.

Fonte: Estadão

 

 

 

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Evento aconteceu na Fenac, em Novo Hamburgo/RS

Com o objetivo de incrementar a competitividade da indústria calçadista, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu hoje, dia 28, a terceira edição do Encontro entre Ofertantes e Tomadores. O evento, que aconteceu num espaço de mais de 800 metros quadrados, no Centro de Convenções da Fenac, em Novo Hamburgo/RS, proporcionou o encontro de indústrias de calçados e prestadores de serviços para o setor. 

Ao todo participaram 40 prestadores de serviços, entre ateliês, fabricantes de matrizes, impressões etc., que tiveram a oportunidade de ter contato com grandes indústrias de calçados. “Temos confirmadas 13 grandes empresas da região”, conta a gestora de projetos do Sebrae/RS, Carolina Rostirolla. Segundo ela, o evento vem crescendo a cada edição, com negócios gerados e alinhavados. “Ano passado eram 19 prestadores. Mais do que dobramos a participação”, comemora a gestora. 

Oportunidade

O consultor do Sebrae, Luis Coelho, ressalta que o Encontro já está consolidado no setor, com crescimento garantido por uma demanda crescente pelos serviços prestados. “O interesse é cada vez maior, pois as empresas, especialmente as pequenas, estão cientes dos benefícios que eventos dessa natureza podem gerar”, comenta.

Fonte: Unidade de Promoção de Imagem Abicalçados

 

 

 

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Feira espera receber até dois mil compradores internacionais entre 15 e 18 deste mês

A 46ª edição da Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios – Francal, que acontece entre os dias 15 e 18 de julho, no Anhembi, em São Paulo/SP, deve receber número significativo de importadores de mais de 70 países. Segundo estimativa da promotora da feira, são esperados de 1,5 mil a 2 mil compradores internacionais, que poderão negociar com os 800 expositores que estarão apresentando suas coleções de primavera-verão 2014/2015.

A notícia é comemorada pelo setor calçadista nacional, que no início do ano projetava retomada no mercado externo, o que acabou não acontecendo por fatores macroeconômicos. “Estamos otimistas com a presença, esperamos afastar de vez as incertezas que rondaram o desempenho do segmento neste ano de Copa e de eleições”, avalia o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein. Segundo ele, embora os indicadores do IBGE das vendas no varejo e emprego na indústria para o acumulado de 2014 sejam negativos, a expectativa é que, passado o período da Copa e diante da nova temporada, o mercado retome a normalidade. “Para tanto deve contribuir a ocorrência da Francal”, comenta o executivo.

Relatório

Durante a mostra será lançado o relatório Brasil Calçados. Desenvolvido pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI), o documento aponta para um incremento de 4% na produção total de calçados em 2013. No ano passado, conforme o relatório, foram produzidos 900 milhões de pares ante 864 milhões em 2012. Por outro lado, o incremento se deu, basicamente, no segmento de calçados de plástico ou injetados (sandálias praianas), de menor preço. “Este segmento, sozinho, contribuiu com a soma de quase 30 milhões de pares em 2013. É uma condição que vem se repetindo há anos”, avalia Klein. O lado mais positivo do dado é que são justamente os calçados de verão que serão apresentados na Francal. “A feira é muito importante e sempre contribui de sobremaneira para o desempenho do setor ao longo do ano, especialmente quando se trata de volume de vendas”, completa o executivo.

Ações 

Como de praxe, a Abicalçados estará presente na Francal através de projetos de relacionamento com o mercado, promoção de imagem e negócios. Com o apoio da Apex-Brasil, a Abicalçados traz mais uma edição dos projetos Comprador e Imagem. No primeiro serão sete importadores selecionados pela entidade calçadista. Já o Projeto Imagem trará 14 jornalistas internacionais da Argentina, Colômbia, Espanha, França, Itália, México e China.

Informação

No dia 16, a partir das 14hs, a Abicalçados promove o Talk Shoe, tradicional evento onde especialistas em assuntos relacionados à indústria calçadista palestram para o público visitante. Nesta edição, a conversa sobre calçados será conduzida por professores da ESPM-Sul. Os temas abordados, na sequência, serão: “Brand Experience”, “O futuro do varejo calçadista” e “Marketing de sucesso no varejo”.

Fechando a programação oficial da entidade na mostra paulista, no dia 17, a partir das 14hs, a Abicalçados e a Apex-Brasil, através do Brazilian Footwear, promovem o Workshop Rússia. Na ocasião, será abordado o momento atual do mercado russo de calçados, tendências e possibilidades para o incremento da participação naquele País.

Agenda

Projeto Comprador, com sete importadores da Colômbia, Peru, Kuwait e Rússia – todos os dias da feira;

Projeto Imagem, com 14 jornalistas internacionais da Argentina, Colômbia, Espanha, França, Itália, México e China - todos os dias da feira;

Coletiva de imprensa nacional com presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein; presidente da Francal, Abdala Jamil Abdala; e diretor do IEMI, Marcelo Prado – no dia 16, às 11hs, no estande da Abicalçados - espaço entre as ruas F e G, na Passarela 5;

Talk Shoe – no dia 16, às 14hs, no estande da Abicalçados;

Workshop Rússia – no dia 17, às 14hs, no estande da Abicalçados.

Fonte: Unidade de Promoção de Imagem Abicalçados

 

 

 

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18 Feb 2014

A prioridade do consumidor no século 21 é a redefinição dos sistemas de consumo e das formas de trabalho. Cada vez mais, os clientes esperam conseguir o que querem, quando querem, com base em suas opiniões formadas a respeito das marcas e do varejo. Os consumidores acompanham as empresas para se conectarem com elas em todas as suas manifestações, e a compreensão de que as realidades virtuais são tão reais quanto os tradicionais pontos de contato talvez seja a questão fundamental a ser assimilada pelos fabricantes neste século.

A forma de adquirir produtos está mudando e, cada vez mais, a aquisição se desenvolve não a partir da compra. Ou seja, as indústrias deverão estar conscientes de que seu papel na equação do consumo está em mutação.

Ao invés de usuários finais passivos, os consumidores estão se tornando fabricantes e o “faça você mesmo” é uma linha em franco desenvolvimento e que não tem mais volta. Além disso, os consumidores estão desafiando as noções aceitas de obsolescência programada e a cadeia de produção tradicional.

Foto: Reprodução

Fonte: Abicalcados

 

 

 

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dia 11 de fevereiro marcou a primeira reunião do ano da Comissão de Estudo de Conforto do Calçado, no IBTeC.

O dia 11 de fevereiro marcou a primeira reunião do ano da Comissão de Estudo de Conforto do Calçado do CB-11, realizada na sede do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC), em Novo Hamburgo/RS. No encontro, Aline Farquin e Eduardo Wust, do Laboratório de Biomecânica do IBTeC, detalharam o que será estudado pela CE durante o ano.

No encontro, os profissionais ressaltaram as necessidades de melhorias contínuas nas normas, propiciando testes adequados às novas necessidades das empresas. Foram colocadas necessidades específicas para as normas NBR 16037 e 16034 (determinação do conforto em forros e solados); 14839 (índice de pronação); 14.837 (microclima); 14836 (distribuição plantar); 14840 (níveis de percepção de calce); 14838 (índice de amortecimento); e 14834 (requisitos e ensaios). As necessidades serão debatidas em reuniões específicas durante o ano. Para a próxima reunião, marcada para o dia 11 de março, também na sede do Instituto, ficou acertada a discussão sobre a revisão para a norma NBR 14836.

Participaram da primeira reunião do ano, a Abicalçados, Calçados Bibi, ITM, Instituto PVC, Senai CT Calçado, Formax, A Grings, Amapá, Zahonero, Freudenberg, Conforto, Warken Assessoria e Paquetá.

Os interessados em participar das discussões do Comitê Técnico para Couro e Calçados (CB-11), que discute a normatização do setor no âmbito da ABNT, podem entrar em contato com Andriéli Soares, pelo telefone 51 3553 1010 ou e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

Fonte: Exclusivo

 

 

 

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