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Entre as peças, saias e vestidos em comprimentos médios

Entre os desfiles realizados na última quinta, 25, durante a semana de moda parisiense, está o de Nina Ricci, que marcou a última coleção do estilista Peter Copping para a marca. Ele permaneceu no cargo por cinco anos, e agora irá para a Oscar de la Renta.

A coleção que apresentou um toque dos anos 1940, no período pós-guerra, trouxe saias e vestidos em comprimentos médios, de modelagens slim ou evasê, além de fendas. Detalhes como forros coloridos e estampas florais também chamaram atenção. Entre os materiais, couro e tricô. A cartela de cores foi formada por tons pastel e terrosos. No final do desfile foram apresentados vestidos longos e esvoaçantes com transparências.

Fotos: Agência Fotosite
Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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Faltando poucos dias para a Maratona MUDE, a batalha criativa que acontecerá nos dias 26 e 27 deste mês, no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre/RS, os “soldados” nos contam um pouco do que pensam sobre suas expectativas e a oportunidade proporcionada pelo

Faltando poucos dias para a Maratona MUDE, a batalha criativa que acontecerá nos dias 26 e 27 deste mês, no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre/RS, os “soldados” nos contam um pouco do que pensam sobre suas expectativas e a oportunidade proporcionada pelo evento. 

Uma das equipes selecionadas para o desafio de criar três protótipos de calçados femininos em 24 horas ininterruptas é a composta por Ana Sabi, fotógrafa e estudante de Design Gráfico; Camila Puccini, bacharel em Design com habilitação em Moda; Cícero Ibeiro, estudante de Artes Visuais; e Vinícius Kniphoff, Designer Visual. Para a líder do grupo, Camila Puccini, o evento é uma oportunidade para demonstrar as qualificações dos membros através das orientações de um grande nome como Lino Villaventura. “Acreditamos que projetos como esse são de extrema importância para mudar paradigmas dentro de um setor industrial. É a oportunidade da abertura de novos horizontes, novas parcerias”, destaca. A designer de moda ressalta que a venda de um produto transcende o físico. “Vendemos ideias! E quem compra uma ideia se apaixona”.

O designer Mateus Boeri, líder da equipe que tem ainda o modelista Inácio Taschetto, a costureira Lourdes Maria e o montador Nelsi Antônio, avalia que a iniciativa de colocar o trabalho da equipe em evidência é importante, mas que a contribuição para a concepção do Design Made in Brazil torna o evento ainda mais grandioso. “Achamos que além do desafio e da premiação, participar de uma maratona onde será fomentado o design genuinamente brasileiro é de extrema importância para o crescimento do setor”, afirma, acrescentando que a equipe irá “estudar” o briefing até a data limite do evento. 

Na terceira equipe, a designer e estudante de Design de Calçados, Letícia Cristina Corrêa, que lidera uma equipe com a estudante do curso Técnico em Design de Calçados, Bruna Meurer, a costureira Lovani Kunz e o modelista Oséias da Rocha, avalia a Maratona MUDE como a oportunidade de “sair do clichê”. “É um desafio incrível, mas ter a oportunidade de apresentar o trabalho para profissionais renomados neste setor é algo extraordinário”, ressalta. Para Letícia, o grande legado da iniciativa será o de incentivar os novos designers, muitos deles retraídos por questões comerciais, a arriscar mais, acabando com a cultura da cópia. Sobre a mentoria do estilista Lino Villaventura, a designer não esconde a admiração. “Ter ele como mentor é dar o grito de mudança, mostrando ao mercado e ao País que está na hora de findar essa cultura famigerada do copia e cola. Que temos potencial e devemos utilizá-lo”, conclui Letícia. 

Já a designer Julia Biason, liderando uma equipe com os designers André Luiz Maehler e Gabriela Montemezzo Dall’Acqua, o estilista Gabriel Bolzan e o modelista Odilei Marcelo Dutra, destaca a importância da repercussão gerada pelo evento. “Também é gratificante saber que chegamos à final, e que já vencemos duas etapas com quase 40 equipes”, comemora, ressaltando que o projeto é um estímulo importante para o fomento da criatividade no setor calçadista nacional. “A Maratona incentiva cenários de inovação ao realizar um concurso que reúne equipes de designers que não estão respondendo por uma marca já concebida, ou seja, estão livres de conceitos já estabelecidos tanto da identidade como do que é tido como comercial”, avalia. Para a designer, ter Lino Villaventura como mentor significa um projeto bem fundamentado. “O estilista é reconhecido em nível nacional por seu trabalho autoral e criativo, não somente por pessoas que trabalham com moda, mas pelo público em geral, passando grande credibilidade à maratona. Além disso, projetar sob a coordenação de alguém que admiramos profissionalmente será uma experiência única para nós”, avalia a participante.

Conteúdo

No segundo dia do evento, 27, será realizada uma maratona de conteúdo, que trará intensa programação de palestras e workshops com profissionais em temas como criatividade, tecnologia, brand experience, entre outros. Os ingressos estão sendo vendidos a R$ 100 para o público em geral e R$ 50 para estudantes e associados da Abicalçados e podem ser adquiridos no site.

A Maratona MUDE é uma realização da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e Brazilian Footwear que conta com o patrocínio da Apex-Brasil, Francal e Couromoda. As parcerias são da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) – que irá disponibilizar componentes -, da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) – que emprestará máquinas para a fabricação dos calçados -, do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) – que disponibilizará couros variados -, do Istituto Europeo di Design (IED) e da Usefashion.

Mais informações e inscrições no site www.maratonamude.com.br.

 

Fonte: Unidade de Promoção de Imagem Abicalçados

 

 

 

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Peças aparecem na cor azul

A H&M lança a coleção Conscious Denim, composta tanto por peças jeans quanto por outras que imitam o denim, tais como calças skinny e boyfriend, macacões, roupão, casacos acolchoados, jaquetas, camisa chambray. Segundo a varejista a linha possui foco na sustentabilidade, durante vídeo da campanha a frase "Less water, less energy, less processed (Menos água, menos energia, menos processada)" reafirma a preocupação com o meio ambiente. Materiais ecologicamente corretos, e processos de lavagens mais conscientes foram usados para a criação das peças destinadas aos gêneros infantil, teen, feminino e masculino. 

Conscious Denim será lançada no dia 2 de outubro, quando começa a ser vendida online. 

Vale lembrar que no ano passado a H&M divulgou nota dizendo que planeja trazer lojas para o Brasil, dando início com uma filial na Avenida Paulista. Até o momento na américa latina a única loja da H&M se encontra no Chile.

Fotos e vídeo: Divulgação

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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Maratona MUDE acontece nos próximos dias 26 e 27, em Porto Alegre/RS

De forma descontraída, mas comprometida com a missão do resgate do Design na cultura calçadista, a equipe organizadora da Maratona MUDE passou, no último dia 13, o briefing para as quatro equipes selecionadas para a batalha criativa que acontece no dia 26 de setembro, no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre/RS. De agora em diante os 17 profissionais, selecionados entre quase 200 inscritos, deverão pensar, treinar e conhecer a fundo as armas – ou melhor, os maquinários e materiais – que serão utilizados no palco da primeira iniciativa do gênero no setor calçadista nacional. O encontro, que contou ainda com uma apresentação de tendências baseadas no briefing passado para as equipes, ocorreu na sede da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em Novo Hamburgo/RS.

Para o consultor de Design Estratégico da Abicalçados, Dario Henke, a Maratona MUDE tem a missão de fomentar o design no setor calçadista, acabando com a “cultura da cópia”. “É hora de revelar novos designers, mostrar que a criatividade intrínseca do brasileiro aliada à ampla e variada oferta de matérias-primas e referências culturais pode trazer o Brasil para a vanguarda da moda internacional”, destacou.

Após a explanação das regras e dos equipamentos e materiais que poderão ser utilizados na Maratona MUDE, as equipes apresentaram seus trabalhados, experiências e expectativas. Na oportunidade, foram detalhados os equipamentos e maquinários que serão utilizados e que devem ser conhecidos pelas equipes até o dia do evento.

Ao final do evento, o portal Usefashion, parceiro da iniciativa, promoveu uma palestra sobre tendências de moda baseadas no briefing passado aos participantes. A publicação brindou as equipes com acessos liberados ao portal de tendências até o final da Maratona MUDE.

Sobre o evento

Com premiação de R$ 15 mil e bolsa integral para curso de Design do Istituto Europeo di Design (IED), a ser realizado na Abicalçados, a Maratona MUDE desafia quatro equipes de designers a construir três protótipos de calçados em 24hs, a contar das 10 horas do dia 26. A mentoria será do estilista Lino Villaventura que, ao lado de especialistas, também estará no corpo jurado que irá apontar os vencedores da batalha.

Além da batalha criativa, a Maratona MUDE traz workshops e palestras com renomados profissionais ligados à moda e design. A maratona informativa acontece no segundo dia do evento (27), a partir das 9 horas. O segundo lote dos ingressos, que garante o passaporte de entrada para as palestras e workshops, já está sendo comercializado. O valor é R$ 80 para público em geral e R$ 40 para estudantes – com comprovante de matricula – e associados da Abicalçados. As vagas são limitadas e os ingressos são vendidos exclusivamente pelo site www.maratonamude.com.br, mesmo local onde constam mais informações sobre a iniciativa.

A Maratona MUDE é uma realização da Abicalçados e Brazilian Footwear que conta com patrocínio da Apex-Brasil, Francal Feiras e Grupo Couromoda. A parceria é da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Istituto Europeo di Design (IED) e Usefashion.

Os “soldados”

Equipe 1

Cícero Ibeiro: Estudante de Artes Plásticas e designer de calçados

Ana Sabi: Estudante de Design

Vinícius Kniphoff: Designer Visual 

Camila Puccini: Designer de Moda

 

Equipe 2

André Luiz Maehler: Designer de calçados

Gabriel Bolzan: Estilista de calçados

Julia Biason: Designer de calçados e acessórios

Gabriela Montemezzo Dall’Acqua: Designer de calçados

Odilei Marcelo Dutra: Modelista

 

Equipe 3

Bruna Meurer: estudante do curso Técnico em Design de Calçados

Letícia Corrêa: Designer de Produto e estudante do curso Técnico em Design de Calçados

Lovani Kunz: Costureira e estudante do curso Técnico em Design de Calçados

Oséias da Rocha: Modelista e estudante do curso Técnico em Design de Calçados

 

Equipe 4

Mateus Boeri: Designer de Moda e pós graduado em Gestão de Marcas

Inácio Taschetto: Modelista com 40 anos de experiência em modelagem criativa de calçados

Lourdes Maria: Profissional com mais de 40 anos de experiência em costura e preparação de calçados

Nelsi Antônio: Profissional com mais de 30 anos de experiência em montagem e confecção de pré fabricado para calçados

Fonte: Unidade de Promoção de Imagem Abicalçados

 

 

 

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Micam e Mipel apresentaram os lançamentos para verão 2015/2016

Dando início aos eventos da temporada de moda em Milão, a Micam aconteceu entre 31 de agosto e 3 de setembro, e durante esses quatro dias mostrou as principais tendências de calçados para o verão 2015/16. Com 1557 expositores entre italianos e estrangeiros, a feira recebeu neste ano pela primeira vez  marcas como Christian Lacroix, Colmar, Missoni e Porsche Design pela primeira vez.

Entre os principais destaques da feira estão os calçados produzidos em materiais metalizados. Muitas marcas trouxeram a tendência, e a principal escolha ficou pela cor prata. O material adornou tanto sapatos despojados e casuais quanto aqueles mais elegantes. A próxima edição do evento, ainda de verão 2015/16, ocorre entre 24 e 26 de setembro em Shanghai.

Birkenstock | Bogner | Som Mits

Cappelletti | Calvin Klein

 

Simultaneamente acontecia também em Milão, a Mipel, feira dedicada a bolsas e outros acessórios em couro. Para o verão 2015/16 cerca de 300 marcas estavam presentes e reforçaram o conceito “Made in Italy”.

 

Entre os destaques estão bolsas de superfícies trabalhadas. Os modelos mais casuais trazem trabalhos no couro como recortes e vazados, ou ainda bordados semelhantes à cestaria. Já os modelos mais elegantes, ideais para festas, priorizam as aplicações cravejadas de cristais e pedras coloridas. A próxima edição da feira será em fevereiro de 2015.

Puntotres | Relove | Toscani

 

Drap Barcelona | Guanabana

 

 

Fotos: UseFashion

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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Sem distinção entre direito e esquerdo, calçado vem em 9 modelos que possibilitam 81 combinações

A Melissa criou a coleção Melissa one by one, são nove modelos de diferentes estampas – combinação de preto com bege, listras e poás –  que permitem até 81 combinações. Além disso, as Melissas não possuem distinção de pé direito ou esquerdo, ou seja, seu shape anatômico permite ser calçado em ambos os pés. 

A Galeria Melissa localizada na Oscar Freire (SP) será ambientada especialmente para apresentar a novidade ao público e contará com uma vending machine para que as comsumidoras tenham uma diferente experiência de compra, podendo montar seus próprios pares, ou também comprar apenas um pé separadamente. Além da galeria as Melissas também chegam nos Clubes Melissa e Loja Virtual ainda este mês.

 

Fotos: Divulgação
Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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Julho teve retração de 0,7% nos postos de trabalho

Pelo quarto mês seguido, a indústria brasileira apresentou queda no número de empregos. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados ontem, a retração foi de 0,7% no mês de julho. Em 2014, o setor já acumula perdas de 2,6%. Só no Rio Grande do Sul, os postos de trabalho recuaram 3,8% no sétimo mês do ano.

Desde abril do ano passado, o patamar de trabalhadores na indústria apresenta trajetória descendente. Na comparação com o mesmo período de 2013, a queda chegou a 3,6%, e o dado anualizado — que leva em conta o período de 12 meses encenado em julho — aponta retração de 2,2%. No mês de julho, o setor de calçados e couro apresentou queda de 7,9%.

Retração em 14 Estados

Os 14 locais pesquisadas pelo IBGE tiveram queda do pessoal ocupado, na comparação com julho de 2013. Maior parque industrial do País, São Paulo perdeu 5,1%, com redução em 16 das 18 atividades pesquisadas. O Paraná (5,6%), Minas Gerais (23%) e o Rio de Janeiro (2,9%) também apresentaram queda no número de trabalhadores na indústria.

Queda na demanda afeta produção

Para o presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, a retração no número de postos de trabalho na indústria está relacionada queda da demanda, que afeta a produção.

"Num primeiro momento, a indústria tenta driblar a situação com férias coletivas. Num segundo, com dispensas pontuais e redução no número de unidades. Mas, agora, já se observa um movimento de demissões mais aceleradas", avalia.

Segundo o executivo, é a partir dessa realidade que a entidade propôs uma redução da jornada de trabalho, mas com um acordo entre empresas, trabalhadores e governo federal.

"Mas até agora não recebemos um retomo por parte do govemo", conta. Para Klein, a queda nos empregos da indústria deve continuar.

Redução nas horas pagas

A pesquisa do IBGE mostra ainda que houve queda de 0,3% no número de horas pagas em relação a junho, e de 4,2% em relação a julho de 2013. De janeiro a julho, o número de horas pagas caiu 3,1%. A retração nos dois índices foi acompanhada pela redução da folha de pagamento real, com queda de 2,9% ante junho, e de 3,4% na comparação com julho do ano passado. As duas exceções foram a Bahia, que teve alta de 2,4%, e as regiões Norte e Centro-Oeste, cujo indicador subiu 0,5%.

Fonte: Jornal NH

 

 

 

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Participantes iniciam pesquisa e briefing, com o apoio do UseFashion, durante evento neste sábado, 13

Entre os dias 26 e 27 de setembro acontece a Maratona MUDE, promovida pela Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados). O evento possui uma batalha criativa, em que as equipes participantes têm a tarefa de desenhar e criar três calçados em 24 horas. A primeira etapa da maratona aconteceu no dia 6, quando 30 equipes foram entrevistadas por uma banca especializada no setor, na qual esteve presente Lino Villaventura, mentor do evento. Dentre essas equipes, 4 foram selecionadas para participarem da batalha criativa.

Neste sábado, 13, serão apresentadas para as equipes selecionados, em evento na sede da Abicaçados, em Novo Hamburgo (RS), o briefing com a temática a ser explorada na criação dos calçados. Nesta mesma ocasião, a UseFashion, que é apoiadora da Maratona MUDE, apresentará para as equipes alguns Cenários de Megatendências de Consumo e Materíais que poderão auxiliar no embasamento das pesquisas de criação das equipes, já que as mesmas terão acesso a plataforma de pesquisa da UseFashion desde esta data até durante a Batalha Criativa, podendo alinhar o briefing aos conceitos de mercado e consumo.

O intuito de ações como esta, que a UseFashion apoia, é incentivar a criatividade e impulsionar novos talentos para o mercado de trabalho, fortalecendo toda a cadeia de moda. O concurso também dá conta de todo o processo que envolve a criação, desde a pesquisa, o desenvolvimento do briefing até o produto final.

A etapa final da Maratona MUDE acontecerá em Porto Alegre, dia 26, em uma fábrica conceito no Barra Shopping. Neste dia, as equipes colocarão em prática sua pesquisa e briefing e farão a criação dos calçados. No dia 27, acontecem palestras e workshops, bem como a premiação da equipe vencedora que receberá uma assinatura por participante do UseFashion, troféu, R$ 15 mil e bolsas integrais individuais para curso de extensão em Design, promovido pelo Istituto Europeo di Design, na sede da Abicalçados.

O evento conta com patrocínio da Apex-Brasil, Francal e Couromoda. E tem como parceiros o UseFashion, Assintecal (Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos), Abrameq (Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins), CICB (Centro de Indústrias de Curtumes do Brasil) e IED (Istituto Europeo di Design).

Vale lembrar que a UseFashion estará fazendo cobertura através do Instagram em tempo real. E que na segunda-feira, 15, teremos uma notícia exclusiva sobre a batalha criativa.

Fotos: Divulgação

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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Custos de produção deixam produto brasileiro 33,7% mais caro

A via-crúcis da indústria, o Brasil já perde na largada. Ainda na fase da construção, o investidor que decide levantar uma fábrica em território nacional gasta até 8,75% mais comparado a outra nação. Quando chega a hora de produzir, os problemas se avolumam, a burocracia aumenta e os custos na operação se multiplicam. Se quiser exportar, terá de superar até 17 processos alfandegários diferentes e uma infraestrutura precária para conseguir inserir o produto no mercado internacional. No final, o resultado dessa equação perversa é um produto 33,7% mais caro do que o fabricado pelos principais parceiros do País.

Nesse ritmo, a indústria nacional vai ficando para trás. Na semana passada, um novo indício de que algo está errado no Brasil. O País perdeu mais uma posição no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial. Em 2012, o País ocupava o 48.º lugar; caiu para 56.º em 2013; e agora está no 57.º. O resultado deixou a economia brasileira atrás de nações como Chile, Panamá, Costa Rica e Barbados.

A lista de problemas que atrapalham a competitividade nacional é extensa. Inclui a carência da infraestrutura, falta de produtividade, elevada carga de impostos, mão de obra deficiente e uma base tecnológica defasada. Junta-se aí a alta taxa de juros e a moeda valorizada. Está formado o chamado custo Brasil, que sufoca as empresas.

O reflexo desses obstáculos fica evidente na escalada do déficit comercial da indústria de transformação, que fechou o ano passado em US$ 59,7 bilhões. Até 2007, o saldo estava positivo em US$ 18,7 bilhões.

Nos últimos 25 anos, o Brasil foi perdendo intensidade na sua indústria, foi se voltando cada vez mais para dentro, para o seu mercado interno, sem aquela oxigenação que uma projeção externa é capaz de dar, afirma o ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Julio Sérgio Gomes de Almeida.

A balança comercial da indústria piorou sobretudo depois da crise internacional de 2008. Com a economia mundial em recessão e pouco disposta a consumir, houve um excedente de produtos no mercado. Economias emergentes em expansão, como a brasileira, se tornaram, então, alvo de uma enxurrada de produtos importados.

A indústria é o elo mais exposto às assimetrias entre o mercado nacional e os concorrentes. Disputamos aqui e lá fora, afirma o diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Pimentel.

A situação se agravou porque o real também se valorizou em relação a moedas dos principais parceiros comerciais. Com produtos mais caros, a indústria brasileira perdeu espaço no exterior e também no mercado interno.

Não é função da taxa de câmbio compensar a defasagem de custos em outros segmentos. Mas, cada vez que o real se valorizava, o preço de exportação se tornava mais elevado e o de importação mais barato, afirma José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Um exemplo clássico de como o País ficou caro é o aumento das viagens dos brasileiros para fazer compras no exterior. O destino preferido tem sido os outlets dos Estados Unidos. Por ano, os turistas trazem do exterior mais de 50 mil toneladas de roupas nas malas. Hoje, diz Pimentel, uma mesma peça no Brasil custa 30% mais que no exterior. A valorização da moeda brasileira também criou um descompasso entre o preço do produto brasileiro e o importado no setor de calçados.

A grande maioria dos insumos é nacional e foi pago com moeda forte. Tudo isso causou uma dificuldade de formar preços competitivos para concorrer no mercado internacional com outros países produtores, notadamente os asiáticos, afirma Heitor Klein, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados. A dificuldade de competir fica evidente sobretudo com o produto chinês. Em julho deste ano, o preço médio do calçado brasileiro estava em US$ 8,47, enquanto o calçado chinês variava de US$ 5 a US$ 6.

Essa grande diferença fez com que o Brasil perdesse espaço nos Estados Unidos, a maior economia do mundo. Em 1993, no melhor ano nas exportações para os americanos, a fatia da importação dos produtos brasileiros respondia por 13%, e a China tinha 7%. Hoje, os asiáticos respondem por 80% das compras dos EUA.

Entre os produtores de máquinas e equipamentos, o custo adicional para fabricar no Brasil é ainda mais devastador. Hoje, onera em 37% a produção nacional comparada com a fabricação na Alemanha e nos Estados Unidos. Além do custo do insumo, os três principais vilões são a elevada taxa de juros, os impostos não recuperáveis e a logística.

Com essa diferença nos preços, não só os empresários do setor de bens de capital têm sido atingidos pelas importações como também os produtores de matéria-prima. No setor de aço, as importações indiretas (aço embutido na compra de bens) aumentaram 73,6% entre 2008 e 2013. No ano passado, a produção do setor caiu 1% e manteve o mesmo ritmo até julho.

Não se pode ter uma economia forte com uma indústria fraca. É preciso haver uma correção das assimetrias de custos em relação aos concorrentes, afirma o presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo Mello Lopes.

Na avaliação de Carlos Braga, professor de política econômica internacional do International Institute for Management Development (IMD), a indústria tem razão de reclamar. Além do custo Brasil, a taxa de câmbio ainda teria de se depreciar entre 10% e 15% para dar mais fôlego para as empresas. Por outro lado, o professor afirma que a baixa competitividade da indústria também é reflexo do elevado grau de protecionismo da economia brasileira. Mas ele alerta: promover a abertura econômica requer redução dos custos internos e uma série de ajustes.

Fonte: Estadão

 

 

 

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Anzetutto traz coleção com diferentes modelos em cores vibrantes e animal print 

Com inspiração no tropicalismo brasileiro, Anzetutto lança a coleção de verão 2014/15, Origin. Scarpins, sandálias, peep toes, e saltos anabela estão entre os calçados presentes na linha, que destaca tanto as cores vibrantes quanto o animal print, através de couro píton com cortes a laser. 

Fotos: Divulgação 

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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