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Os dias 24 e 25 de novembro ficarão na história do setor calçadista mundial

Os dias 24 e 25 de novembro ficarão na história do setor calçadista mundial. Na data, na cidade de Leon, no México, foi debatido o futuro do segmento, passando por tendências de produção, formas de comercialização, realocação das indústrias, ética no mercado, normatizações, entre tantos outros temas. O encontro mundial, que encerrou sua quinta edição, contou com presenças de líderes do setor calçadista de 32 países que preencheram todo o auditório principal do Poliforum de Leon. A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), através do seu presidente-executivo, Heitor Klein, representou o setor verde-amarelo no evento.

Klein participou da mesa redonda que discutiu a forma como as empresas estão atuando para atender um consumidor cada vez mais dinâmico e exigente. O executivo apresentou o programa Brazilian Footwear, braço internacional da Abicalçados mantido em parceria com a Apex-Brasil e que foi responsável por um incremento significativo de novos mercados para o calçado verde-amarelo desde o ano 2000. Klein contou que a presença do calçado brasileiro com marca própria é relativamente recente e teve apoio fundamental do programa de apoio às exportações. "Antes vendíamos na modalidade private label, sem marca própria, uma realidade que mudou com o Brazilian Footwear. Hoje estamos presentes em mais de 150 países e o nosso foco é consolidar a reputação do Brasil como um bom fornecedor de calçados com marca própria para o mercado internacional", ressaltou o dirigente, acrescentando que o segmento tem conseguido cumprir a missão através da cultura do design, com desenho e valor agregado.

 

Participaram da mesa redonda com o executivo: Alejandro Tamez (diretor da Câmara da Indústria de Calçados de Guanajuato), Diego Rossetti (diretor da Fratelli Rossetti, Itália), Basílio Morón (diretor da Callaghan, Espanha), William Wong (vice-presidente da Associação Calçadista de Hong Kong) e Giulio Finzi (secretário geral da NETCOMM, Itália).

Fonte: Unidade de Promoção de Imagem

 

 

 

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O lançamento conta com peças de pijama, T-shirts, bolsas, mochilas e bonés de aba reta

O desenho norte-americano Os Simpsons completa 25 anos em 2014, e desde o começo do ano tem sido homenageado no mundo da moda. Já noticiamos as coleções da LA Japan, Eleven Paris com a Colette e uma linha da M.A.C inspirada em Marge Simpson.  A novidade desta vez é a coleção da Riachuelo, que traz a famosa família como tema.

Pijamas, T-shirts, mochilas, bolsas e bonés de aba reta contemplam o lançamento. Imagens dos icônicos personagens estampam as peças, tais como o Bart com seu skate, Homer de cueca e tem até Marge feminista.

 

Fotos: Divulgação

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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Presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, participa de evento no México

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, participará da quinta edição do Congresso Mundial do Calçado, que nesta oportunidade terá como temas principais o consumo de calçados e as expectativas nos diferentes lugares do mundo, o acesso das empresas aos mercados internacionais e os núcleos de fabricação atuais e futuros. O evento internacional, que deve contar com mais de 600 líderes do setor calçadista mundial, acontece nos dias 24 e 25 de novembro, em León, no México.

O executivo da Abicalçados participa da mesa redonda sobre as diferentes estratégias adotadas pelas empresas para lidar com um consumidor cada vez mais dinâmico e exigente. Ele discutirá o tema com líderes setoriais do México, Hong Kong, Itália e Espanha. “A pauta é de extrema relevância para a indústrias de calçados, uma vez que é somente através desse conhecimento que poderemos enfrentar a concorrência cada vez mais feroz de mercados mais competitivos em preço, como o caso do chinês”, avalia Klein.

Um ano ruim

A indústria calçadista brasileira amargou um ano de 2014 muito aquém do desejado, registrando índices negativos em todos os setores, da produção ao varejo, passando pelas exportações e nível de emprego. Desde o início do ano, a produção de calçados caiu 4,5%, o varejo encolheu 1,3%, a exportação despencou 3% e o nível de emprego na atividade já é 8% negativo na relação com 2013. “É preciso, urgentemente, recuperar as condições de competitividade, que passam por questões de ordem política e macroeconômica, mas também de produtividade, o que passa pelo entendimento melhor das mudanças no perfil de consumo e a aposta em design e valor agregado”, frisa o executivo.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Abicalçados

 

 

 

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Exposição de fotografia no novo espaço da Nikon em São Paulo e mais O que? Feira Ópera - Formada pelos empresários Fernanda Menezes e Frederico De Cunto a feira Ópera se tornou uma das maiores plataformas de lançamentos de tendências para o mercado infantil brasileiro. Em parceria com lojistas, abre espaço para negócios e visibilidade de marcas nacionais. Patrícia Souza, diretora de pesquisa do grupo UseFashion irá ministrar a palestra de Top Trends 

- Inverno 2015 e Preview de Comportamento Consumo Infantil no evento no dia 24, 

às 14 horas.

Onde? Centro de eventos Pro Magno, Rua Samaritá. 230- Casa verde (SP)

Quando? 22 a 25 de novembro

Contato? www.grupoopera.com.br/ 

 

O que? FILE -  É o principal evento de arte e tecnologia da américa latina, trazprojetos de diversos países nas áreas de instalações interativas, animações e games. 

Onde? Centro Cultural Sistema FIEP - Av. Cândido de Abreu 200, Centro Cívico.

Quando? De 9 de novembro até 7 de dezembro 

Quanto? Entrada Franca 

Contato? 3271.9560 

 

O que? O curso " Fashion Buying: Identificando e Comprando Tendências"- tem o objetivo esclarecer os conceitos, terminologias, atividades e instrumentos fundamentais para o sucesso do comprador de moda através de uma compreensão avançada do ciclo de moda e da indústria de varejo online e offline.

Onde? Universidade Feevale, ERS 239, 2755, Vila Nova - Novo Hamburgo (RS)

Quando? 27 de janeiro a 18 de fevereiro de 2015 (terças e quartas das 18h às 22h)

Contato? http://migre.me/mPWVQ

 

O que? Projeto Gaveta - Criado pelas amigas Giovanna Nader e Raquel Vitti Lino, o evento irá funcionar da seguinte maneira: as pessoas podem trocar seus acessórios ou peças de roupas por outras de valor equivalente. Para que a troca seja justa haverá uma tabela de equivalência na qual irá dar pontos por cada peça, por exemplo: uma T-shirt equivale uma moeda, já uma jaqueta/casaco três. A ação já era conhecida na europa e nos Estados Unidos como clothing swap (troca de roupa). Entrevistamos o projeto para a edição de outubro da Revista UseFashion. Confira no link a matéria completa na editoria Entrevista*.  Além  das trocas o evento conta com a presença de DJ e Food Trucks. Interessados no câmbio de peças devem enviar um email para a as coordenadoras do evento.

 

Onde? Rua Doutor Virgílio De Carvalho Pinto, 426 - Pinheiros - São Paulo - SP

Quando? 6 de dezembro 

Quanto? Gratuito

Contato? This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.  (11) 3081 6986

 

O que? Talentos Senac -  Em sua edição de 2014 firma um recorde de 10 mil inscritos, no evento que é uma competição entre alunos do Senac do Rio com provas que simulam o ambiente de trabalho. O Talentos Senac é aberto a todos os públicos e conta com atividades para quem procura oportunidades no mercado de trabalho.  Jorge Faccioni, fundador do Grupo UseFashion, irá ministrar uma palestra na sexta-feira às 15h sobre Desafios do mercado de moda na nova economia criativa.

Onde? Parque Madureira - Madureira (RJ) 

Quando? 28 a 29 de novembro 

Contato? www.talentossenac.com.br/

 

O que? Exposição "Coletiva Série F" -  Recentemente a Nikon criou um espaço na Vila Madalena para os amantes da fotografia, chamada Galeria Nikon, que inaugurou com a exposição "Coletiva série F" que exibe imagens de fotógrafos brasileiros que usaram as cameras da marca nas últimas 3 décadas. Além de exposições a galeria irá ministrar cursos e palestras e demais atividades da área.

Onde? Rua Aspicuelta, 153, Vila Madalena, SP

Quanto? Entrada gratuita

Quando? até 27 de dezembro 

Contato? (11) 2592-7922 

  

Foto: Divulgação 

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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Quando cai a demanda, cai para todo mundo, diz executivo da Abicalçados

Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam para mais uma queda nas exportações brasileiras. Em outubro deste ano, com relação ao mesmo mês de 2013, a queda foi de 7,5% - de US$ 92 milhões para US$ 85 milhões. Já no acumulado, de janeiro a outubro, o embarque de 105 milhões de pares gerou US$ 874 milhões, número que era de US$ 900,74 milhões no ano passado, um revés de 3%.

A surpresa positiva do mês dez ficou por conta da Colômbia, país que comprou 40,2% mais do que no mesmo mês de 2013, gerando mais de US$ 5 milhões em divisas para os exportadores brasileiros. No ano corrente os colombianos já somam US$ 41,67 milhões em importações de calçados brasileiros, número 22,3% maior do que o registro de 2013.

No acumulado, o principal destino do produto brasileiro segue sendo os Estados Unidos. Com um pequeno aumento de 1,6% nas importações de calçados verde-amarelos, os norte-americanos compraram o equivalente a US$ 158 milhões nos dez meses de 2014. Já o segundo principal mercado, a Argentina, importou 31,1% menos no comparativo com igual período do ano passado, alcançando US$ 74 milhões. A França é o terceiro destino, para onde foi embarcado o equivalente a US$ 52 milhões em calçados brasileiros, 0,5% menos do que em 2013. “Por questões macroeconômicas, mas também relativas à nossa condição precária de competitividade no mercado internacional, especialmente na concorrência com os asiáticos, estamos perdendo os mercados mais tradicionais, como o caso da Argentina, que barra produtos brasileiros e libera os asiáticos”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein. Por outro lado, continua o executivo, países como a Colômbia aparecem com força no cenário internacional, o que é positivo para os exportadores. De fato, a Colômbia, que é um dos mercados-alvo do Brazilian Footwear – programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil - deve encerrar o ano com crescimento signiticativo nas suas importações dos produtos brasileiros. 

Estados

Entre os principais exportadores de calçados do Brasil, o destaque continua com o Rio Grande do Sul. Nos dez meses de 2014, os gaúchos exportaram 14,6 milhões de pares por US$ 318 milhões, uma leve queda de 0,6% com relação ao mesmo período do ano passado. O Ceará segue como o segundo exportador do Brasil, embarcando 43,6 milhões de pares por US$ 242,3 milhões entre janeiro e outubro, uma queda de 5,7% no comparativo com 2013. O terceiro maior exportador é São Paulo, de onde partiram 10,45 milhões de pares que geraram US$ 126 milhões, 5,1% mais do que no ano passado.

Importações em queda apontam desaquecimento do consumo

Seguindo uma tendência verificada em setembro, as importações caíram 14,1% em outubro, alcançando US$ 46,8 milhões – ano passado a cifra foi de US$ 54,53 milhões. Mais uma vez, a Argentina foi o destaque, vendendo quase o dobro em calçados para o Brasil – US$ 1,12 milhão ante US$ 2,23 milhões. Agora o país vizinho é o quinto principal exportador de calçados para o Brasil, atrás apenas do trio de países asiáticos e da Itália.

No acumulado, de janeiro a outubro, entraram no Brasil 32,85 milhões de pares por US$ 497,5 milhões, 2,5% menos do que o registro do mesmo período de 2013 (US$ 510,28 milhões). As principais origens seguem sendo os países asiáticos Vietnã (US$ 294,64 milhões, incremento de 9,2%), Indonésia (US$ 94 milhões, queda de 5,2%) e China (US$ 45 milhões, queda de 16,5%).

Para Klein, os números apontam para um desaquecimento no consumo de calçados. “O ciclo do crescimento baseado no consumo se esgotou, o que afeta, além das produtoras nacionais, os importadores. Quando cai a demanda, cai para todo mundo”, explica o executivo, ressaltando as consecutivas quedas no varejo de calçados no segundo semestre.

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações também caíram no acumulado. De janeiro a outubro, entraram no Brasil o equivalente a US$ 65,44 milhões, 11,4% menos do que no mesmo período de 2013. As principais origens seguem sendo Paraguai, China e Vietnã.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa - Abicalçados

 

 

 

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Confira os 1º e 2º lugar das categorias Calçado Feminino, Calçado Masculino e Bolsa Feminina ou Masculina

Na noite da última segunda-feira, 10, foram conhecidos os vencedores do 20º Prêmio Top de Estilismo. O evento de premiação aconteceu no Lounge 44, em São Paulo, e revelou os vencedores nas categorias Calçado Feminino, Calçado Masculino e Bolsa Feminina ou Masculina. Os primeiros colocados em cada uma das três categorias levaram prêmio em dinheiro de R$ 2 mil e assinatura de 12 meses do Portal e Revista UseFashion, já os segundos lugares receberam R$ 1.500 e troféu. Além disso, todos concorrerem a duas bolsas de estudos de três meses na Moda Pelle Academy. 

Na categoria Calçado Feminino desenvolvido por um profissional o 1º lugar foi para Abraão Gomes Lacerda Cavalcante, de Campina Grande (PB), e o 2º para Alberto Euripedes Conceição Lima, de Franca (SP). Já na categoria Calçado Feminino desenvolvido por estudante Vinícius Wilbert, de Campo Bom (RS), levou o 1º lugar, e a 2ª colocação ficou para Camila da Silva Alves, de Guarulhos (SP). Em Calçado Masculino categoria profissional o 1º lugar ficou com Mateus Vinícius de Moraes, de Novo Hamburgo (RS) e o 2º com Saullo Carrijo Oliveira, de Franca (SP). Já na mesma categoria estudante, Gustavo Lourenço Mazotti, de Franca (SP), conquistou a 1ª colocação, seguido por Samuel Riechel, também de Franca, que levou para casa o 2º lugar na categoria Calçado Masculino. Em Bolsa Masculina ou Feminina criada por profissionais da área, Tairone de Oliveira Vieira, de Nova Friburgo (RJ) levou o 1º lugar, e Joel Souza da Conceição, de Salvador (BA), o 2º. Por fim, a categoria Bolsa Masculina ou Feminina desenvolvida por estudante premiou como 1º lugar Thiago Oliveira de Antônio, de Jaú (SP), e 2º lugar Estevão de Souza Pinto também de Jaú.

Os vencedores da bolsa de estudos foram Estevão e Tairone. “A ficha ainda não caiu. Já me sentia realizado pelo reconhecimento dos jurados com a minha amostra e agora estou mais contente ainda por ter essa chance única de conhecer os diferenciais do ‘Made in Italy’ de perto”, comentou Tairone. Estevão diz que não perderá tempo para planejar a viagem. “Vou procurar imediatamente um curso de línguas, italiano e inglês. E começar uma das coisas mais importantes que aprendi na Fatec: planejamento. Quero fazer esta viagem com os pés no chão”, afirma.

Foto: Divulgação

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu, na noite de ontem, dia 5, o Workshop Análise de Cenários 2015

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu, na noite de ontem, dia 5, o Workshop Análise de Cenários 2015. O evento, que aconteceu na sede da entidade, em Novo Hamburgo/RS, contou com apresentações dos cenários para macroeconomia, mercado internacional e varejo de calçados.

A primeira palestra foi do economista e diretor da Faculdade de Ciência Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Hélio Henkin, que teceu uma análise das perspectivas da macroeconomia para 2015. “Com o pleito definido, o cenário fica mais fácil de ser analisado do que há meses atrás, porém ainda existe uma dúvida muito importante e decisiva de quem assumirá o Ministério da Fazenda”, disse.

Para o economista, apesar da projeção de aceleração do PIB mundial para 2015, com crescimento revisado de 3,6% para 4% pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), existem também indicativos importantes de redução no dinamismo dos mercados. “O possível aumento na taxa de juros dos Estados Unidos pode ter efeito importante na liquidez do mercado, o que pode afetar o crescimento do PIB mundial”, destacou. Ele citou, ainda, alguns mercados que devem crescer mais do que a média no próximo ano. Entre os desenvolvidos, destaque para Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. Já entre os países em desenvolvimento, China, Índia, Colômbia, Emirados Árabes, Chile e Peru devem crescer acima da média mundial. Já os crescimentos mais baixos devem acontecer na Zona do Euro, Japão, Argentina, Brasil, Rússia e África do Sul.

Por outro lado, o economista apontou um horizonte que pode ser mais positivo, já que a economia mundial se encaminha para um ciclo de possível reaceleração. Para o Brasil, o crescimento em 2015 deve ser de 2%, conforme o FMI. Para Henkin, o Brasil tem desafios importantes, mas pode crescer especialmente com as perspectivas de gastos públicos elevados, o que estimula a economia, exportações em alta puxadas pelo crescimento mundial e também pela possível desvalorização cambial. Já entre as perspectivas mais negativas, está a limitação do crescimento baseado no consumo e transferência de renda que, conforme o economista, será um “grande desafio para as equipes de marketing das empresas brasileiras”. “O consumo não deve continuar sendo a locomotiva do crescimento, o que deve tornar a concorrência mais acirrada”, projetou.

Câmbio

Embora o Brasil adote um regime de câmbio flutuante, segundo Henkin, é preciso identificar a faixa da moeda americana frente ao real para traçar as estratégias de exportações. O economista ressaltou que existem fatores de alta, como a perspectiva de elevação da taxa de juros nos Estados Unidos, a redução do investimento estrangeiro no Brasil, a redução do superávit comercial e a taxa de inflação em elevação. Já entre os fatores que podem conter a valorização da moeda americana está o uso de reservas e operações cambiais por parte do Banco Central do Brasil. “Acredito que os fatores de alta estejam sobrepujando os de contenção. No próximo ano a variação deve ser entre R$ 2,30 e R$ 2,50”, disse.

Calçadistas

Para o setor calçadista, as projeções de terminar 2014 com US$ 1,06 bilhão em exportações e US$ 580 milhões em importações, demonstram uma melhora na balança comercial do setor, tendência que deve continuar em 2015.

Henkin destacou que o ano de 2014 foi de queda nos indicadores, desde o varejo até a exportação de calçados, o que afetou severamente os níveis de produção do segmento. Segundo ele, ao longo do ano os preços para o produtor aumentaram mais do que os preços para o consumidor, o que demonstra que o aumento foi absorvido pelo setor produtivo. Já para o próximo ano, o economista ressaltou uma possível reaceleração do mercado calçadista, bem como de toda a economia brasileira. “Será um ano de ajustes e acredito que a equipe econômica tenha ciência do que precisa ser feito para gerar uma reaceleração no mercado”, concluiu Henkin.

Pulverização

Na sequência aconteceu a palestra do gerente executivo de Inteligência Comercial e Estratégia de Mercado da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Marcos Lélis, que falou sobre as oportunidades e ameaças do comércio internacional para o Brasil. Primeiramente, Lélis ressaltou que a dependência dos calçadistas dos mercados norte-americanos e argentino está em declínio, o que pode ser positivo, já que ambos diminuíram suas importações. “Desde 2007, tanto os Estados Unidos como a Argentina vêm diminuindo suas compras de calçados brasileiros, o primeiro com 20% de queda média anual e o segundo com 5,5% de queda anual. Como quase metade das exportações brasileiras de calçados tinham como destinos esses dois países, eles acabaram puxando os indicadores para baixo. Os outros países, por outro lado, aumentaram as compras de calçados do Brasil”, disse.

Para Lélis, além de diminuir a dependência, pulverizando as exportações especialmente para mercados potenciais, como Colômbia, Chile, Peru, China, Rússia, entre outros, o calçadista deve apostar na concorrência por valor agregado e marca, fugindo da concorrência no preço, onde os asiáticos são imbatíveis.

Lélis demonstrou, em gráficos, que as exportações de calçados de couro vem caindo, ao passo que a de chinelos e injetados aumenta nos últimos anos. “Em 2008, a fatia das exportações de calçados de couro era de 69%, ano passado ficou em 47%. Já a fatia dos chinelos aumentou de 11% para 22%. Vocês sabem por quê? Marca! Tem uma marca que vende chinelos a mais de 25 euros na Europa”, provocou.

Para 2015, o executivo projetou um cenário de melhora, com “tombo menor do que em 2014”. Prevendo que, neste ano, as exportações de calçados caiam 2,2% em receita com relação ao ano passado, Lélis prevê uma queda menor, de 1,7% em 2015. “Pode ser até que a queda estanque, pois existe uma tendência de reaceleração. Acredito que o pior já passou, mas os calçadistas precisam, além de apostar em produtos com maior valor agregado e manter o nosso mercado forte aqui na América do Sul, passar a olhar outros mercados potenciais”, aconselhou Lélis.

Varejo

As tendências para o varejo brasileiro de calçados foi o tema da palestra de Gustavo Campos, pesquisador e diretor da Focal Pesquisas. Provocativo, Campos disse que as empresas precisam “aprender a caçar” e que para isso, é preciso “estar com fome”. “Parece que o cenário tem que piorar mais para as empresas melhorarem”. Para o pesquisador, é preciso que o empresário saia da zona de conforto. “O próximo ano será de ajustes e vai ser preciso melhorar a cada dia”, destacou.

Por outro lado, ele apresentou alguns indicadores que podem ser encarados como positivos para o varejo, como a queda no nível de endividamento. Em setembro, o endividamento era de 63,1% dos consumidores, número que caiu para 60,2% em outubro. Já a fatia de pessoas que disseram não ter condições de pagar caiu de 5,9%, em setembro, para 5,4% em outubro. “Existem ajustes de nível governamental que precisarão ser feitos, mas existem ajustes em nível de indivíduos que já vêm acontecendo”, disse Campos.

Para o pesquisador, a indústria deve apostar no varejo multiformato e customizado, mantendo suas marcas relevantes. “Criar conexões emocionais é fundamental”, acrescentou, usando como exemplo o grande sucesso contemporâneo dos produtos artesanais. “O nosso calçado é artesanal, fazemos quase tudo à mão, mas precisamos contar essa história. Outro ponto é a nostalgia, que dá segurança e cria um laço emocional importante”, listou, citando apenas alguns dos desafios empresariais para o próximo período, que será de ajustes econômicos, mas que deve ser também de mudanças culturais no âmbito das empresas.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Abicalçados

 

 

 

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Já no terceiro dia de desfiles do São Paulo Fashion Week, algumas tendências já podem ser observadas para a estação. Entre elas está o uso da cor laranja, tanto nas coleções femininas quanto nas masculinas. Em tons variados, mas predominando os mais quentes, o laranja é usado em peças isoladas, detalhes como forros aparentes ou ainda em produções inteiras.

Lilly Sarti | Uma por Raquel Davidowicz | Victor Dzenk | Colcci 

Ainda dentro desta proposta de cores vibrantes para o inverno 2015, vale ressaltar o uso de tons mais acesos, como o amarelo, principalmente em composição com tons mais neutros. Este recurso proporciona um viés mais jovem às produções sóbrias da estação.

Alexandre Herchcovitch | Alexandre Herchcovitch | Pedro Lourenço | Pat Pat´s

 

Fotos: Agência Fotosite

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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São dois modelos, uma ankle boot e uma sandália

As semanas de moda costumam trazer parcerias entre estilistas e marcas de acessórios e calçados. No desfile do estilista Lino Villaventura que acontece na noite desta quinta-feira, 6, as modelos irão usar calçados produzidos pela marca Anzetutto. São dois modelos, uma ankle boot com atacador, cabedal texturizado, salto stiletto e bico fino; e uma sandália preta com aplicação de strass nas tiras do cabedal. Ao todo, foram produzidos 70 pares.

 Fotos: Divulgação

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

 

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O projeto tem a coordenação do MDIC e é executado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil)

O site do Sistema Moda Brasil (SMB) está de cara nova e traz informações, dados e eventos atualizados da indústria da moda brasileira, mostrando o potencial do setor que movimenta mais de US$ 90 bilhões por ano: de têxteis aos componentes de calçados, do couro às gemas e metais preciosos. Em sua nova versão a página reúne, em uma mesma plataforma, notícias e informações do setor, além de uma área dedicada a galerias de imagens e videos, tornando a apresentação do complexo moda ao público mais completa e visual. O objetivo é apresentar a públicos estratégicos a moda sustentável, autêntica e criativa que é feita no Brasil e tornar as marcas brasileiras mais competitivas e reconhecidas no cenário nacional e internacional. O projeto tem a coordenação do MDIC e é executado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Entre as informações apresentadas estão as atividades da Brasil Fashion System, a marca de internacionalização da indústria nacional, gerenciada pelas associações do setor que possuem parceria com a Apex-Brasil. Para Igor Brandão, gerente dos projetos setoriais da Apex-Brasil, este é um importante instrumento de comunicação para divulgar não apenas o Sistema Moda Brasil, mas também as atividades do Brasil Fashion System, grupo que há dois anos comanda a promoção da moda brasileira no exterior. “Sob a marca, já foram realizadas ações extremamente relevantes. Um exemplo foi a presença do Brasil na loja Le Bon Marché, em Paris, além da participação em inúmeras feiras, salões de negócios e eventos internacionais, como Who’s Next, ENK Vegas, Miami Swimshow, entre outros”, enumera. 

Sobre o SMB

O SMB foi criado em 2008 pelo MDIC para promover o diálogo e a integração público-privada para a realização de ações que visam o desenvolvimento das cadeias produtivas ligadas à moda brasileira. Além do MDIC e da Apex-Brasil, o grupo conta, entre parceiros governamentais, com a participação da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Ministério da Cultura (Minc). 

São sete as representantes do setor privado que compõem o grupo: Associação Brasileira de Estilistas (Abest), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira das Indústrias de Artefatos de Couro e Artigos de Viagem (Abiacav) e Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM).

Conheça o site em www.sistemamodabrasil.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa - MDIC

 

 

 

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