Victoria´s Secret Fashion Show aconteceu na última terça-feira, 2, e exibiu looks glamourosos

O anual Victoria’s Secret Fashion Show deixa todos de queixo caído com a beleza das Angels. E, claro, a edição deste ano não deixou a desejar. As tops desfilaram de lingerie na última terça-feira, 2, em Londres, e mostraram porque conquistaram um dos postos mais almejados pelas modelos. Entre o time de beldades, as brasileiras Adriana Lima, Alessandra Ambrósio, Izabel Goulart, Isabeli Fontana, Barbara Fialho, Daniela Braga e Lais Ribeiro. 

Confira alguns dos looks que foram desfilados:

Candice Swanepoel foi uma das primeiras a desfilar, e vestiu asas douradas e lingerie em tom claro e com brilhos discretos. Adriana Lima e Alessandra Ambrósio, pela primeira vez, desfilaram dois Fantasy Bra, na passarela da Victoria´s Secret. Os modelos em azul e vermelho possuíam pedras e correntes. Vale lembrar que cada modelo custa mais de 2 milhões de dólares (uauu!).

Jasmine Tookes usou lingerie azul-marinho e capa feita de penas coloridas. Elsa Hosk vestiu look que tinha adereço que remete ao grafite. O conjunto de calcinha e top ganhou elásticos. Lily Aldridge desfilou body com transparência e rendas, e recebeu adornos de pompons gigantes, além de bolsa também em pompom, e sandália revestida com o mesmo material.

Como não poderia faltar, as modelos desfilaram com asas (afinal são Angels) em diversos looks. Além de Candice, quem também ganhou asas foi Karlie Kloss, que vestiu um modelo com fitas de cetim e corset que seguia a mesma proposta. Izabel Goulart surgiu em look com asas de borboleta cobertas de brilho azul e cor de rosa. As sandálias usadas pela top tinham vazados também em forma de borboleta. Isabeli Fontana vestiu asas feitas de penas pretas, e seu look contou com corselet preto rendado e cinta-liga. 

Ficou curioso para ver todas as fotos do desfile? A gente te mostra! Acesse nossa galeria de Desfiles* e confira mais imagens das Angels no desfile da Victoria’s Secret Fashion Show. 

Fotos: Agência Fotosite

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

 

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A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu, na noite de ontem, dia 5, o Workshop Análise de Cenários 2015

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu, na noite de ontem, dia 5, o Workshop Análise de Cenários 2015. O evento, que aconteceu na sede da entidade, em Novo Hamburgo/RS, contou com apresentações dos cenários para macroeconomia, mercado internacional e varejo de calçados.

A primeira palestra foi do economista e diretor da Faculdade de Ciência Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Hélio Henkin, que teceu uma análise das perspectivas da macroeconomia para 2015. “Com o pleito definido, o cenário fica mais fácil de ser analisado do que há meses atrás, porém ainda existe uma dúvida muito importante e decisiva de quem assumirá o Ministério da Fazenda”, disse.

Para o economista, apesar da projeção de aceleração do PIB mundial para 2015, com crescimento revisado de 3,6% para 4% pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), existem também indicativos importantes de redução no dinamismo dos mercados. “O possível aumento na taxa de juros dos Estados Unidos pode ter efeito importante na liquidez do mercado, o que pode afetar o crescimento do PIB mundial”, destacou. Ele citou, ainda, alguns mercados que devem crescer mais do que a média no próximo ano. Entre os desenvolvidos, destaque para Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. Já entre os países em desenvolvimento, China, Índia, Colômbia, Emirados Árabes, Chile e Peru devem crescer acima da média mundial. Já os crescimentos mais baixos devem acontecer na Zona do Euro, Japão, Argentina, Brasil, Rússia e África do Sul.

Por outro lado, o economista apontou um horizonte que pode ser mais positivo, já que a economia mundial se encaminha para um ciclo de possível reaceleração. Para o Brasil, o crescimento em 2015 deve ser de 2%, conforme o FMI. Para Henkin, o Brasil tem desafios importantes, mas pode crescer especialmente com as perspectivas de gastos públicos elevados, o que estimula a economia, exportações em alta puxadas pelo crescimento mundial e também pela possível desvalorização cambial. Já entre as perspectivas mais negativas, está a limitação do crescimento baseado no consumo e transferência de renda que, conforme o economista, será um “grande desafio para as equipes de marketing das empresas brasileiras”. “O consumo não deve continuar sendo a locomotiva do crescimento, o que deve tornar a concorrência mais acirrada”, projetou.

Câmbio

Embora o Brasil adote um regime de câmbio flutuante, segundo Henkin, é preciso identificar a faixa da moeda americana frente ao real para traçar as estratégias de exportações. O economista ressaltou que existem fatores de alta, como a perspectiva de elevação da taxa de juros nos Estados Unidos, a redução do investimento estrangeiro no Brasil, a redução do superávit comercial e a taxa de inflação em elevação. Já entre os fatores que podem conter a valorização da moeda americana está o uso de reservas e operações cambiais por parte do Banco Central do Brasil. “Acredito que os fatores de alta estejam sobrepujando os de contenção. No próximo ano a variação deve ser entre R$ 2,30 e R$ 2,50”, disse.

Calçadistas

Para o setor calçadista, as projeções de terminar 2014 com US$ 1,06 bilhão em exportações e US$ 580 milhões em importações, demonstram uma melhora na balança comercial do setor, tendência que deve continuar em 2015.

Henkin destacou que o ano de 2014 foi de queda nos indicadores, desde o varejo até a exportação de calçados, o que afetou severamente os níveis de produção do segmento. Segundo ele, ao longo do ano os preços para o produtor aumentaram mais do que os preços para o consumidor, o que demonstra que o aumento foi absorvido pelo setor produtivo. Já para o próximo ano, o economista ressaltou uma possível reaceleração do mercado calçadista, bem como de toda a economia brasileira. “Será um ano de ajustes e acredito que a equipe econômica tenha ciência do que precisa ser feito para gerar uma reaceleração no mercado”, concluiu Henkin.

Pulverização

Na sequência aconteceu a palestra do gerente executivo de Inteligência Comercial e Estratégia de Mercado da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Marcos Lélis, que falou sobre as oportunidades e ameaças do comércio internacional para o Brasil. Primeiramente, Lélis ressaltou que a dependência dos calçadistas dos mercados norte-americanos e argentino está em declínio, o que pode ser positivo, já que ambos diminuíram suas importações. “Desde 2007, tanto os Estados Unidos como a Argentina vêm diminuindo suas compras de calçados brasileiros, o primeiro com 20% de queda média anual e o segundo com 5,5% de queda anual. Como quase metade das exportações brasileiras de calçados tinham como destinos esses dois países, eles acabaram puxando os indicadores para baixo. Os outros países, por outro lado, aumentaram as compras de calçados do Brasil”, disse.

Para Lélis, além de diminuir a dependência, pulverizando as exportações especialmente para mercados potenciais, como Colômbia, Chile, Peru, China, Rússia, entre outros, o calçadista deve apostar na concorrência por valor agregado e marca, fugindo da concorrência no preço, onde os asiáticos são imbatíveis.

Lélis demonstrou, em gráficos, que as exportações de calçados de couro vem caindo, ao passo que a de chinelos e injetados aumenta nos últimos anos. “Em 2008, a fatia das exportações de calçados de couro era de 69%, ano passado ficou em 47%. Já a fatia dos chinelos aumentou de 11% para 22%. Vocês sabem por quê? Marca! Tem uma marca que vende chinelos a mais de 25 euros na Europa”, provocou.

Para 2015, o executivo projetou um cenário de melhora, com “tombo menor do que em 2014”. Prevendo que, neste ano, as exportações de calçados caiam 2,2% em receita com relação ao ano passado, Lélis prevê uma queda menor, de 1,7% em 2015. “Pode ser até que a queda estanque, pois existe uma tendência de reaceleração. Acredito que o pior já passou, mas os calçadistas precisam, além de apostar em produtos com maior valor agregado e manter o nosso mercado forte aqui na América do Sul, passar a olhar outros mercados potenciais”, aconselhou Lélis.

Varejo

As tendências para o varejo brasileiro de calçados foi o tema da palestra de Gustavo Campos, pesquisador e diretor da Focal Pesquisas. Provocativo, Campos disse que as empresas precisam “aprender a caçar” e que para isso, é preciso “estar com fome”. “Parece que o cenário tem que piorar mais para as empresas melhorarem”. Para o pesquisador, é preciso que o empresário saia da zona de conforto. “O próximo ano será de ajustes e vai ser preciso melhorar a cada dia”, destacou.

Por outro lado, ele apresentou alguns indicadores que podem ser encarados como positivos para o varejo, como a queda no nível de endividamento. Em setembro, o endividamento era de 63,1% dos consumidores, número que caiu para 60,2% em outubro. Já a fatia de pessoas que disseram não ter condições de pagar caiu de 5,9%, em setembro, para 5,4% em outubro. “Existem ajustes de nível governamental que precisarão ser feitos, mas existem ajustes em nível de indivíduos que já vêm acontecendo”, disse Campos.

Para o pesquisador, a indústria deve apostar no varejo multiformato e customizado, mantendo suas marcas relevantes. “Criar conexões emocionais é fundamental”, acrescentou, usando como exemplo o grande sucesso contemporâneo dos produtos artesanais. “O nosso calçado é artesanal, fazemos quase tudo à mão, mas precisamos contar essa história. Outro ponto é a nostalgia, que dá segurança e cria um laço emocional importante”, listou, citando apenas alguns dos desafios empresariais para o próximo período, que será de ajustes econômicos, mas que deve ser também de mudanças culturais no âmbito das empresas.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Abicalçados

 

 

 

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Já no terceiro dia de desfiles do São Paulo Fashion Week, algumas tendências já podem ser observadas para a estação. Entre elas está o uso da cor laranja, tanto nas coleções femininas quanto nas masculinas. Em tons variados, mas predominando os mais quentes, o laranja é usado em peças isoladas, detalhes como forros aparentes ou ainda em produções inteiras.

Lilly Sarti | Uma por Raquel Davidowicz | Victor Dzenk | Colcci 

Ainda dentro desta proposta de cores vibrantes para o inverno 2015, vale ressaltar o uso de tons mais acesos, como o amarelo, principalmente em composição com tons mais neutros. Este recurso proporciona um viés mais jovem às produções sóbrias da estação.

Alexandre Herchcovitch | Alexandre Herchcovitch | Pedro Lourenço | Pat Pat´s

 

Fotos: Agência Fotosite

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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O projeto tem a coordenação do MDIC e é executado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil)

O site do Sistema Moda Brasil (SMB) está de cara nova e traz informações, dados e eventos atualizados da indústria da moda brasileira, mostrando o potencial do setor que movimenta mais de US$ 90 bilhões por ano: de têxteis aos componentes de calçados, do couro às gemas e metais preciosos. Em sua nova versão a página reúne, em uma mesma plataforma, notícias e informações do setor, além de uma área dedicada a galerias de imagens e videos, tornando a apresentação do complexo moda ao público mais completa e visual. O objetivo é apresentar a públicos estratégicos a moda sustentável, autêntica e criativa que é feita no Brasil e tornar as marcas brasileiras mais competitivas e reconhecidas no cenário nacional e internacional. O projeto tem a coordenação do MDIC e é executado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Entre as informações apresentadas estão as atividades da Brasil Fashion System, a marca de internacionalização da indústria nacional, gerenciada pelas associações do setor que possuem parceria com a Apex-Brasil. Para Igor Brandão, gerente dos projetos setoriais da Apex-Brasil, este é um importante instrumento de comunicação para divulgar não apenas o Sistema Moda Brasil, mas também as atividades do Brasil Fashion System, grupo que há dois anos comanda a promoção da moda brasileira no exterior. “Sob a marca, já foram realizadas ações extremamente relevantes. Um exemplo foi a presença do Brasil na loja Le Bon Marché, em Paris, além da participação em inúmeras feiras, salões de negócios e eventos internacionais, como Who’s Next, ENK Vegas, Miami Swimshow, entre outros”, enumera. 

Sobre o SMB

O SMB foi criado em 2008 pelo MDIC para promover o diálogo e a integração público-privada para a realização de ações que visam o desenvolvimento das cadeias produtivas ligadas à moda brasileira. Além do MDIC e da Apex-Brasil, o grupo conta, entre parceiros governamentais, com a participação da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Ministério da Cultura (Minc). 

São sete as representantes do setor privado que compõem o grupo: Associação Brasileira de Estilistas (Abest), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira das Indústrias de Artefatos de Couro e Artigos de Viagem (Abiacav) e Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM).

Conheça o site em www.sistemamodabrasil.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa - MDIC

 

 

 

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Peças de Aurora Boreal levam couro de cobra phyton

No final dessa semana a Jorge Bischoff inaugurou simultaneamente em suas lojas de todo o Brasil sua nova coleção-cápsula, Aurora Boreal. O lançamento limitado é composto por quatro itens: bolsa de tamanho médio, clutch, sandália e peep toe.

As criações são feitas em couro de cobra phyton com acabamento perolado de cor salmão e cristais da marca Preciosa, extraídos na República Tcheca. A marca também lançou uma plataforma online exclusiva para a linha, na qual as consumidoras podem assistir ao vídeo da campanha, analisar os sapatos e bolsas em 360° e também efetuar a compra dos produtos.

 

Fotos: Divulgação

Fonte: Usefashion.com

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Peças estão disponíveis em dois tamanhos

A Animale se uniu à marca sustentável Nannacay, de Marcia Kemp, para lançar uma coleção-cápsula de bolsas para a temporada verão 2014/15. As tradicionais peças artesanais da Nannacay, conhecida por apoiar o projeto Creative Hands Transforming lives (Mãos criativas transformam vidas) que beneficia 40 famílias carentes no Peru, foram personalizadas pela marca carioca Animale, que deu ainda mais cor às bolsas, através de alças revestidas com lenços de seda estampados. Vale destacar que a coleção de bolsas de palha tramada, tem mistura de cores nas tramas que proporciona efeitos de padrões geométricos. As peças já estão disponíveis nas lojas físicas e no e-commerce da Animale, em dois tamanhos: grande e pequeno.

Fotos: Divulgação

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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Evento realizado pela Abicalçados aconteceu no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre/RS

A Maratona MUDE, evento promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) nos dias 26 e 27 de setembro, no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre/RS, deve ser um divisor de águas para o setor calçadista nacional. Com uma proposta inovadora, de uma batalha criativa de 24 horas entre designers, que criaram três protótipos de calçados femininos em pleno shopping, o evento é considerado o primeiro passo - de muitos - até o “nirvana” do design e da moda brasileira. 

O estilista Lino Villaventura, que emprestou o seu reconhecido talento para prestar consultorias para as quatro equipes participantes durante o processo, ressalta a importância do evento para a criação de uma identidade de moda no setor calçadista. “O projeto sempre me interessou por incentivar o novo. O setor calçadista anda muito bitolado, sem identidade e tem o costume de basear suas criações no que vem de fora. A Maratona causou um movimento no sentido de mostrar o novo e o diferente. Depois desse evento, nada vai ser como antes”, avalia. 

A cultura brasileira, que segundo Villaventura não é exposta apenas através de determinados estereótipos, foi abordada pela equipe vencedora tendo Santos Dumont e seu 14-bis como inspiração. “Desde o início, eles mostraram frequência e resultados incríveis. Souberam ouvir os meus conselhos e formular uma identidade própria. Eu não estava lá para interferir na produção deles, e sim para fazer os trabalhos se sobressaírem”, conta. 

Para Villaventura, que também foi um dos jurados, o quarteto vencedor, composto por Ana Sabi, Camila Puccini, Cícero Ibeiro e Vinícius Kniphoff, acatou o desafio com louvor. “Eles são destemidos e originais. Focaram em um projeto que fornece uma solução sustentável, pois no caso de ser descartado o calçado pode ser reincorporado à natureza sem causar danos. Sempre é preciso pensar nisso. Além disso, o design é impecável. Eles ousaram ao propor e concretizar o desafio de serrar madeira para compor os calçados e tirar inspiração do incrível trabalho de Dumont, que representa muito o ‘ser brasileiro’”, comenta, acrescentando que os jovens criadores ainda tiveram que lidar com dificuldades inerentes ao processo produtivo, especialmente no que diz respeito a prazos e matéria-prima.

“Pulo do gato”

Para o estilista André Pimenta, que além de ter sido um dos palestrantes foi jurado da batalha criativa, o evento teve o mérito de aproximar, ainda mais, a moda do setor calçadista. “Os assuntos já se conversam, mas não neste tipo de evento. Acho que a ideia foi um verdadeiro pulo do gato, uma iniciativa muito importante para o setor calçadista”, destaca o estilista, que se disse “surpreso” com os resultados do evento. “Achei que seria menor. Sai muito feliz e com uma bagagem de informações que eu não tinha”, afirma. Os modelos vencedores, para Hidalgo, chamaram a atenção pelo inusitado, pelo improviso e pela criatividade empregada. “Eles desenvolveram uma linha diferenciada, conceitual, e isso chamou a atenção dos jurados”, conta. 

Primitivo

Para outro jurado, o estilista João Pimenta, a Maratona MUDE foi especial. ”O setor calçadista precisa de identidade própria e o encontro serviu para isso, para incentivar a criatividade”, aponta. Para o profissional, o grande destaque dos modelos vencedores foi o fator inusitado. “Com uma deficiência de matéria-prima, eles resolveram trabalhar com a madeira, abrindo um novo horizonte no que diz respeito ao uso desses materiais”, ressalta. Segundo Pimenta, o fato do calçado ter tido uma “cara primitiva” traz uma simbologia importante sobre o significado da Maratona. “Foi o primitivo que se destacou nessa primeira batalha, nesse primeiro passo de um novo modelo de criação no setor calçadista”, conclui o estilista.

ENTREVISTA

A equipe da Abicalçados também conversou com Cicero Ibeiro, um dos integrantes da equipe vencedora, formada ainda por Ana Sabi, Camila Puccini e Vinícius Kniphoff. 

MUDE - Como vocês avaliam a oportunidade de participar da maratona? Fariam novamente?

Cícero Ibeiro – O processo de participar de tal evento, com a presença de renomados profissionais do setor, é extremamente gratificante. Tivemos a oportunidade de conhecer pessoas que admiramos e delas receber críticas e elogios acerca do projeto desenvolvido. Obter o feedback positivo de um trabalho, para nós designers, é a certeza de que estamos trilhando o caminho certo. Nós repetiríamos essa experiência com certeza.

MUDE - E como foi receber a mentoria do Lino?

Ibeiro - Ter Lino por perto, aconselhando e dividindo conosco experiências pessoais e profissionais, não engrandeceu apenas o nosso projeto como também a nós mesmos em diversas áreas. O apoio dado a nós por esse ícone da moda brasileira, reconhecendo nosso design e valorizando-o, não tem preço.

MUDE - Quais foram os maiores desafios durante as 24 horas?

Ibeiro - As 24 horas (risos). Desenvolver um projeto de tamanha complexidade em um curto espaço de tempo é extremamente desafiador. Além disso, todos os materiais para o processo de execução das peças era um mistério até chegarmos à Maratona MUDE. Tivemos que nos adequar aos materiais oferecidos, ao maquinário da fábrica conceito e ao ambiente de trabalho. E é isso que torna especial, poder haver inovação em qualquer nicho de pesquisa e produção principalmente em algumas situações extremas.

MUDE - Vocês desenvolveram um trabalho que, além de inovar em design, é sustentável. Fale um pouco sobre isso.

Ibeiro - Quando idealizamos um projeto em produto, devemos avaliar todo o ciclo de vida deste para encontrarmos saídas inovadoras. Em nosso projeto, pensamos na utilização de matérias-primas de origem renováveis, como o couro e a madeira, além de desenvolver estruturas de encaixe e amarrações. Substituir o uso da cola e das costuras à máquina por amarrações simples e resistentes fez com que nosso projeto pudesse ser facilmente reparado durante o uso (reparo por peça - solado, cabedal, ou cadarço), evitando o descarte completo do calçado. Além disso, com o uso desse sistema, facilitamos o processo de descarte e reciclo das matérias-primas no pós uso.

MUDE - O Lino contou que deu uma dica para vocês, investir o dinheiro do prêmio no em um negócio que aposta na exclusividade. Vocês vão seguir conselho dele?

Ibeiro - Acredite, estamos cheios de ideias, mas precisamos colocá-las na mesa e conversar. Não temos em mente destoar dos conselhos do Lino, que foram de grande importância para nós como profissionais. Esse projeto é fruto não apenas das nossas habilidades como designers, mas também da oportunidade que nos foi oferecida.

 

Fonte: Unidade de Promoção de Imagem Abicalçado

 

 

 

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Peça é resultado da parceria da marca com a Asia Pacifico

A Asia Pacific uniu-se a Converse para lançar um modelo exclusivo do Chuck Taylor All Star, nas versões cano baixo e alto. O Color Weave possui tiras de gorgorão coloridas trançadas, que unidas formam a estrutura da peça. As cores laranja, vermelho, roxo, azul, verde e amarelo estão presentes no modelo unissex que começa a ser vendido a partir do dia 8 de outubro através do e-commerce chinês da Converse.  

 

Fotos: Divulgação

Fonte: Usefashion.com

 

 

 

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Maratona MUDE acontece nos próximos dias 26 e 27, em Porto Alegre/RS

De forma descontraída, mas comprometida com a missão do resgate do Design na cultura calçadista, a equipe organizadora da Maratona MUDE passou, no último dia 13, o briefing para as quatro equipes selecionadas para a batalha criativa que acontece no dia 26 de setembro, no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre/RS. De agora em diante os 17 profissionais, selecionados entre quase 200 inscritos, deverão pensar, treinar e conhecer a fundo as armas – ou melhor, os maquinários e materiais – que serão utilizados no palco da primeira iniciativa do gênero no setor calçadista nacional. O encontro, que contou ainda com uma apresentação de tendências baseadas no briefing passado para as equipes, ocorreu na sede da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em Novo Hamburgo/RS.

Para o consultor de Design Estratégico da Abicalçados, Dario Henke, a Maratona MUDE tem a missão de fomentar o design no setor calçadista, acabando com a “cultura da cópia”. “É hora de revelar novos designers, mostrar que a criatividade intrínseca do brasileiro aliada à ampla e variada oferta de matérias-primas e referências culturais pode trazer o Brasil para a vanguarda da moda internacional”, destacou.

Após a explanação das regras e dos equipamentos e materiais que poderão ser utilizados na Maratona MUDE, as equipes apresentaram seus trabalhados, experiências e expectativas. Na oportunidade, foram detalhados os equipamentos e maquinários que serão utilizados e que devem ser conhecidos pelas equipes até o dia do evento.

Ao final do evento, o portal Usefashion, parceiro da iniciativa, promoveu uma palestra sobre tendências de moda baseadas no briefing passado aos participantes. A publicação brindou as equipes com acessos liberados ao portal de tendências até o final da Maratona MUDE.

Sobre o evento

Com premiação de R$ 15 mil e bolsa integral para curso de Design do Istituto Europeo di Design (IED), a ser realizado na Abicalçados, a Maratona MUDE desafia quatro equipes de designers a construir três protótipos de calçados em 24hs, a contar das 10 horas do dia 26. A mentoria será do estilista Lino Villaventura que, ao lado de especialistas, também estará no corpo jurado que irá apontar os vencedores da batalha.

Além da batalha criativa, a Maratona MUDE traz workshops e palestras com renomados profissionais ligados à moda e design. A maratona informativa acontece no segundo dia do evento (27), a partir das 9 horas. O segundo lote dos ingressos, que garante o passaporte de entrada para as palestras e workshops, já está sendo comercializado. O valor é R$ 80 para público em geral e R$ 40 para estudantes – com comprovante de matricula – e associados da Abicalçados. As vagas são limitadas e os ingressos são vendidos exclusivamente pelo site www.maratonamude.com.br, mesmo local onde constam mais informações sobre a iniciativa.

A Maratona MUDE é uma realização da Abicalçados e Brazilian Footwear que conta com patrocínio da Apex-Brasil, Francal Feiras e Grupo Couromoda. A parceria é da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Istituto Europeo di Design (IED) e Usefashion.

Os “soldados”

Equipe 1

Cícero Ibeiro: Estudante de Artes Plásticas e designer de calçados

Ana Sabi: Estudante de Design

Vinícius Kniphoff: Designer Visual 

Camila Puccini: Designer de Moda

 

Equipe 2

André Luiz Maehler: Designer de calçados

Gabriel Bolzan: Estilista de calçados

Julia Biason: Designer de calçados e acessórios

Gabriela Montemezzo Dall’Acqua: Designer de calçados

Odilei Marcelo Dutra: Modelista

 

Equipe 3

Bruna Meurer: estudante do curso Técnico em Design de Calçados

Letícia Corrêa: Designer de Produto e estudante do curso Técnico em Design de Calçados

Lovani Kunz: Costureira e estudante do curso Técnico em Design de Calçados

Oséias da Rocha: Modelista e estudante do curso Técnico em Design de Calçados

 

Equipe 4

Mateus Boeri: Designer de Moda e pós graduado em Gestão de Marcas

Inácio Taschetto: Modelista com 40 anos de experiência em modelagem criativa de calçados

Lourdes Maria: Profissional com mais de 40 anos de experiência em costura e preparação de calçados

Nelsi Antônio: Profissional com mais de 30 anos de experiência em montagem e confecção de pré fabricado para calçados

Fonte: Unidade de Promoção de Imagem Abicalçados

 

 

 

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Existem pelo menos 8 mil empresas atuando no mercado hoje em dia, mas ainda há espaço para começar e crescer

Pode ser apenas um detalhe no produto. Mas quem pretende investir em uma marca de sapatos no Brasil precisa de um diferencial para abocanhar parte dos R$ 43,4 bilhões previstos para serem gastos no setor este ano, 7,6% a mais em relação ao ano anterior, segundo dados do Ibope. Além disso, o empreendedor precisa saber que a concorrência é grande: são mais de 8 mil empresas, 94% micro e pequenos negócios.

“O setor sempre oferece uma oportunidade e acolhe novas propostas de empresas que tenham capacidade de apresentar algo diferente”, destaca o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein.

O professor de acessórios de moda da Faculdade Santa Marcelina, Guto Marinho, reforça o coro da diferenciação. “Na primeira aula eu pergunto: ‘Quais serão os diferenciais competitivos? Por que eu vou comprar o seu e não o dele? Qual será seu apelo?’”, destaca. O conforto da peça também é fator crítico para o sucesso. “A criação de um produto não envolve apenas se ele é mais bonito que o outro. Ele pode até vender porque é bonito, mas se machucar o pé o cliente não vai voltar.”

A empresária Luiza Perea já encontrou seu nicho. Na marca que leva seu nome, ela apostou em sapatos femininos confortáveis, feitos artesanalmente com design atemporal e saltos baixos. “Vemos que esse mercado é muito carente. Muitas clientes falam que os sapatos que as escolhiam e não elas escolhiam os sapatos”, diz Luiza, que conta atualmente com a irmã Mirela como sócia.

Hoje, a marca tem uma loja na Vila Madalena e prepara o lançamento do e-commerce no próximo mês. As irmãs vendem entre 200 e 230 pares de sapatos por mês, com preços que oscilam entre R$ 450 e R$ 500. A aposta de Sandro Yamada também é no calçado artesanal. E bem artesanal. É ele quem cuida de todo o processo de fabricação e faz questão de costurar os sapatos a mão. “A produção é lenta. Tiro as medidas, converso com o cliente sobre a necessidade, gostos. Faço a modelagem, uma prova e, quando estiver tudo ‘ok’, vou fazer o original”, conta Yamada, que leva até 35 dias para finalizar cada par de calçados.

Quando Yamada começou a produzir os sapatos, a maioria dos clientes era de homens. “Até porque comecei a fazer botas para mim e o público masculino não é tão bem atendido como o feminino. Agora está quase igual”, conta o empresário.

O preço de venda reflete o modelo de produção e os pares custam entre R$ 2 mil e R$ 5 mil. Por trabalhar com produtos exclusivos, ele não descarta a criação de uma segunda marca, que envolva uma técnica de fabricação mais simples a fim de atender um público maior.

Já o design diferenciado dos sapatos fez a Louloux ressurgir no mercado. Depois da crise de 2008, o empresário Cristiano Bronzatto passou a usar as sobras de materiais de coleções anteriores e voltou a crescer. Atualmente, a marca tem três lojas, produz 6 mil pares de sapatos por mês e planeja uma operação em Londres. “A marca tem um DNA muito forte. Temos um produto que as pessoas identificam na rua”, conta Bronzatto, que vende sapatos com preço médio de R$ 169.

Pequenos

A designer Daniela Gums, por outro lado, aposta em itens para crianças com até seis anos. “Eu sempre trabalhei como estilista e quando meus filhos nasceram eu tive dificuldade de encontrar calçados fáceis de calçar e que encantassem”, conta a empresária. Ao encontrar um nicho, ela resolveu abrir a Amoreco, um pequeno negócio que produz de acordo com a demanda, atualmente em 2 mil pares por mês.

Fonte: Estadão

 

 

 

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